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terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Amílcar Cabral destacado em Cuba

Los sueños de Amílcar Cabral fueron cumplidos
Afirmó el Primer Ministro de Cabo Verde en la Universidad de La Habana
Dijo que si antes la mayor parte de la población era analfabeta, actualmente se vive otra realidad: el 80% sabe leer y escribir; el 97% de los jóvenes participa en el sistema de enseñanza, y la nación ha presentado un crecimiento económico promedio del 6% en los últimos años.


Na visita realizada na semana passada a Cuba, o Primeiro-Ministro de Cabo Verde, José Maria das Neves, destacou a presença dos cubanos no envolvimento do período pós-colonial e no cumprimento dos sonhos de Amílcar Cabral.
Penso que Neves sublinhou pouco, na sua intervenção, o sucesso da democracia, que tem levado o arquipélago a patamares invejáveis no quadro africano.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Bom exemplo africano II

A condição geográfica, as questões históricas e a diáspora podem ser importantes, e são, de facto, mas o caso de Cabo Verde merece ser destacado como bom exemplo africano pela prosperidade que o arquipélago tem adquirido nos últimos anos.
Com uma democracia que se consolida e com uma dinâmica própria, Cabo Verde tem todas as condições de se tornar. a médio prazo, um dos países africanos com condições de vida próxima dos melhores padrões mundiais.

Mauritânia

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Posição sensata

O primeiro-ministro do pequeno arquipélago já assegurou não se juntar às posições extremas da Zâmbia e Moçambique.

Neste imbróglio que se gerou, pela vinda ou não do Presidente do Zimbabué a Lisboa, para participar na Cimeira UE/União Africana, foram várias as vozes em África que fizeram questão de dizer que se Mugabe não vem, então os seus países não se farão representar ao mais alto nível.
Primeiro a Zâmbia, depois Moçambique. Este último causa mais espanto, dado ser um Estado lusófono, e vizinho do Zimbabué, e poder, neste caso concreto, desempenhar um papel importante, de mediador, no sentido de solucionar, não complicar.
A Cimeira é tão importante para a UE como é para a UA. Se calhar, atendendo à personalidade do actual Presidente moçambicano até se pode perceber. Não estou a ver Chissano actuar deste modo. Se calhar procederia no sentido de resolver este conflito e seria um dos políticos africanos mais interessados no sucesso da Cimeira. A Lusofonia podia ganhar uma dimensão mais relevante. Mas, enfim, um é Estadista, outro não!
De Cabo Verde veio, até ao momento, a posição mais sensata. É preciso realizar um encontro que não tem lugar há sete anos e está muito em causa.
O encontro é importante para todas as partes. Houvesse, pois, interesse em encarar a Cimeira como um ponto de união e procura de respostas conjuntas para as múltiplas e complexas questões que se apresentam aos dois lados, e não de discórdia, a Cimeira não estaria, neste momento, à beira de falhar nos seus objectivos.
A atitude dos responsáveis políticos cabo-verdianos dá, por outro lado, em termos lusófonos, um sinal de manifesta ajuda e cooperação a Lisboa. Pena que em Maputo a lusofonia não diga muito a quem tem responsabilidades.