Estas questões da Veja, a propósito da Ronda (rodada na versão de Vera Cruz) de Doha, são bastante evidentes, das quais destaco esta:
Qual é a importância da rodada para o comércio mundial?
Caso o acordo multilateral seja um dia firmado, os países ricos passarão a ter maior acesso às economias em ascensão, como a Índia. Já os países em desenvolvimento deixarão de enfrentar a concorrência desleal dos produtos agrícolas altamente protegidos das nações industrializadas. Um bom exemplo da importância de um acordo, sobretudo na área agrícola, é uma estimativa do Banco Mundial de que 140 milhões de pessoas poderiam sair da linha da pobreza até 2015 se os 152 membros da OMC concordassem em acabar com os subsídios e com todas as barreiras no setor.
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terça-feira, 24 de março de 2009
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Uma revolução mundial adiada novamente
Diretor-geral da OMC confirma fracasso de negociações da Rodada de Doha
Desavenças entre EUA, Índia e China determinaram novo colapso das negociações.
Uma das maiores revoluções mundiais, a liberalização do comércio, voltou a ser adiada, pelas mesmas razões de sempre, cada potência defende o seu interesse. Entretanto, quem mais perde são vários países que poderiam beneficiar da nova ordem mundial em termos de comércio.
Todavia, o assunto continua pendente e mais ano menos voltará a estar na agenda do dia. Até quando a UE manterá a sua PAC obsoleta em vigor? Com a abertura, quase inevitável, dos mercados, serão os europeus uns dos primeiros povos a pagar caro a factura, por não nos termos adaptado à nova realidade mundial.
Desavenças entre EUA, Índia e China determinaram novo colapso das negociações.
Uma das maiores revoluções mundiais, a liberalização do comércio, voltou a ser adiada, pelas mesmas razões de sempre, cada potência defende o seu interesse. Entretanto, quem mais perde são vários países que poderiam beneficiar da nova ordem mundial em termos de comércio.
Todavia, o assunto continua pendente e mais ano menos voltará a estar na agenda do dia. Até quando a UE manterá a sua PAC obsoleta em vigor? Com a abertura, quase inevitável, dos mercados, serão os europeus uns dos primeiros povos a pagar caro a factura, por não nos termos adaptado à nova realidade mundial.
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