Mostrar mensagens com a etiqueta Coreia do Norte. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Coreia do Norte. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Mais um exemplo de ultra democracia
A democracia avançada, como o PCP considera a Coreia do Norte, deu, hoje, mais um grande passo na consolidação do regime de Liberdades e Garantias, assente nos Direitos Humanos, com a reeleição do grande timoneiro.
domingo, 5 de abril de 2009
O onirismo de Obama
Obama defende mundo sem armas nucleares
Destas primeiras semanas de Obama, há muito trabalho que esta Administração está a fazer. E na globalidade, está a fazer bem. Porém, em termos de política externa, Obama comete um erro grave: estender o tapete vermelho às autoridades de Teerão. Como as relações internacionais demonstram, o realismo deve ser mais predominante que o onirismo. E se Teerão com todas as pressões que recebeu nos últimos anos conseguiu que não travassem o processo nuclear, a oportunidade para fazer avançar este programa aumenta com o afrouxar de posição da Comunidade Internacional.
Por outro lado, e apesar de não cumprir, e bem, o que prometeu na campanha, de retirar, quanto antes, os militares do Iraque, Obama está, também aqui, a abrir a porta ao Irão para dominar o Iraque, o que representa, a médio prazo, uma grande ameaça para a região. Riade, por exemplo, que o diga.
Agora, em Praga, Obama declara um “mundo sem armas nucleares”. O Presidente norte-americano diz que tal pode não acontecer na sua vida. O que é mais do que uma certeza. Todavia, Obama devia deixar de iludir as pessoas, pois num momento em que a ambição pelo poderio nuclear aumenta, além do Irão, o que se está a passar no Paquistão é deveras preocupante; a Rússia jamais abdicará de um dos pilares que lhe dá posição e força no globo, entre outros Estados, como a Índia, até pela mais ou menos presente ameaça paquistanesa, não vão abdicar do seu arsenal nuclear. E anda o Presidente dos EUA a dizer aos quatro ventos que quer um mundo sem armas nucleares. Com todos os defeitos que os EUA têm, e não são poucos, os EUA continuam a ser o garante da segurança mundial. E Obama não pode esquecer que o seu país tem esta missão, que até ao momento, tem garantido a nossa segurança global.
Será que o que se passou, há poucas horas, com a Coreia do Norte, não é mais uma demonstração das palavras erradas de Obama?
(Publicado no Câmara de Comuns)
Destas primeiras semanas de Obama, há muito trabalho que esta Administração está a fazer. E na globalidade, está a fazer bem. Porém, em termos de política externa, Obama comete um erro grave: estender o tapete vermelho às autoridades de Teerão. Como as relações internacionais demonstram, o realismo deve ser mais predominante que o onirismo. E se Teerão com todas as pressões que recebeu nos últimos anos conseguiu que não travassem o processo nuclear, a oportunidade para fazer avançar este programa aumenta com o afrouxar de posição da Comunidade Internacional.
Por outro lado, e apesar de não cumprir, e bem, o que prometeu na campanha, de retirar, quanto antes, os militares do Iraque, Obama está, também aqui, a abrir a porta ao Irão para dominar o Iraque, o que representa, a médio prazo, uma grande ameaça para a região. Riade, por exemplo, que o diga.
Agora, em Praga, Obama declara um “mundo sem armas nucleares”. O Presidente norte-americano diz que tal pode não acontecer na sua vida. O que é mais do que uma certeza. Todavia, Obama devia deixar de iludir as pessoas, pois num momento em que a ambição pelo poderio nuclear aumenta, além do Irão, o que se está a passar no Paquistão é deveras preocupante; a Rússia jamais abdicará de um dos pilares que lhe dá posição e força no globo, entre outros Estados, como a Índia, até pela mais ou menos presente ameaça paquistanesa, não vão abdicar do seu arsenal nuclear. E anda o Presidente dos EUA a dizer aos quatro ventos que quer um mundo sem armas nucleares. Com todos os defeitos que os EUA têm, e não são poucos, os EUA continuam a ser o garante da segurança mundial. E Obama não pode esquecer que o seu país tem esta missão, que até ao momento, tem garantido a nossa segurança global.
Será que o que se passou, há poucas horas, com a Coreia do Norte, não é mais uma demonstração das palavras erradas de Obama?
(Publicado no Câmara de Comuns)
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Coreia do Norte à beira de ter novo líder
Depois de vários rumores, o Primeiro-Ministro japonês, Taro Aso, disse ontem que o grande timoneiro norte-coreano, Kim Jung Il, sofreu um derrame cerebral e está a ser acompanhado por um médico francês.
Esta constatação acaba por indicar que o regime de Pyongyang vai mudar de líder. O que sucederá: abertura ou não de regime? É uma questão que merece ser tida em conta. Pode abrir-se uma janela de oportunidades, como se podem agravar as dificuldades.
Esta constatação acaba por indicar que o regime de Pyongyang vai mudar de líder. O que sucederá: abertura ou não de regime? É uma questão que merece ser tida em conta. Pode abrir-se uma janela de oportunidades, como se podem agravar as dificuldades.
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Por falar em nuclear
Coréia do Norte reabre usina nuclear
Volta não volta, o país que não se sabe se ainda tem o Presidente vivo, à excepção do Politburo que sabe em que estado se encontra Kim Jong Il, volta às actividades nucleares.
Volta não volta, o país que não se sabe se ainda tem o Presidente vivo, à excepção do Politburo que sabe em que estado se encontra Kim Jong Il, volta às actividades nucleares.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
