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quarta-feira, 29 de abril de 2009

Boas notícias

Rival Palestinian factions Hamas and Fatah have concluded Egyptian-mediated talks without reaching an agreement on forming a unity government.

Nem tudo é mau neste globo, debaixo de uma epidemia mundial da gripe suína.
O acordo que Hamas e Fatah estão a celebrar, sob auspícios egipcíos (quem mais poderia ser!), é um bom momento, que abre mais condições para o Estado palestiniano singrar no futuro e poder relacionar-se com Israel, assim os actuais responsáveis israelitas entendam que têm tanto a ganhar, como os palestinianos, com a Paz.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Uma vez mais à espera do Hamas

Los esfuerzos diplomáticos para detener la ofensiva del ejército israelí en Gaza, intensificados en las últimas horas, han arrancado una respuesta de Israel, que ha aceptado los principios del plan para un alto el fuego presentado ayer por el presidente egipcio, Hosni Mubarak, y el francés, Nicolas Sarkozy, según han confirmado fuentes israelíes. "Hay un acuerdo sobre los principios pero todavía hay que trasladarlos a la práctica", aseguran las mismas fuentes.

Mubarak propôs (Sarkozy tem uma habilidade nata de pouco fazer e a tudo colar-se, assim foi com o plano de resgate económico europeu, feito por Brown, agora a proposta feita por Mubarak) e Tel Aviv manifestou disponibilidade para negociar com base nos princípios propostos pelo Cairo. Do Hamas, até ao momento, nada.

A importância do Egipto

O Egipto anunciou hoje uma proposta para um cessar-fogo imediato entre Israel e o Hamas, a ser seguida por negociações com vista à pacificação da Faixa de Gaza. A iniciativa prevê, entre outros aspectos, o fim do bloqueio ao território palestiniano e medidas para impedir o contrabando de armas transfronteiriço.

O documento não especifica os pormenores da proposta que vai ser apresentada às duas partes, limitando-se a fazer referência a um “cessar-fogo imediato por um período de tempo ilimitado” e a uma “reunião urgente” entre israelitas e palestinianos para resolver as causas na origem da “actual escalada”, nomeadamente o levantamento do bloqueio à Faixa de Gaza e a reabertura das fronteiras”.


Com a ausência dos EUA (a mudar a Administração), a impotência da UE, o afastamento da Rússia e com a ONU anquilosada, restava o Egipto ou a Jordânia como potenciais intermediários do conflito.
Neste vazio de actores mundiais que consigam fomentar o diálogo, o Egipto assume-se como parte decisiva para travar o belicismo que arrasa Gaza nestes dias. Uma vez mais, Mubarak assume as despesas do jogo, e bem. Sem colocar o carro à frente dos bois, o Cairo lança uma proposta de tréguas, em aberto, aos campos em contenda. De Tel Aviv já surgiram sinais de analisar e debater as tréguas. Resta saber a disponibilidade do Hamas.

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Cimeira com pouco ou nenhum progresso

O presidente egípcio, Hosni Mubarak, destacou a necessidade de se chegar a resultados na reunião sobre o processo de paz israelo-palestiniano que decorrerá em Annapolis, nos Estados Unidos.

Pelo andar da carruagem, Mubarak será mais um dos frustrados com o resultado da Cimeira do próximo mês entre israelitas e palestinianos nos Estados Unidos.
Não se vê grande vontade das partes.