Hamas quiere entablar un diálogo directo con el gobierno de Obama
Esta atitude do Hamas, de querer dialogar directamente com os EUA, é de saudar e elogiar. Obama devia deixar de lado os pruridos que a Administração de Bush Jr. sempre demonstrou em relação ao Hamas.
Ao acolher este repto, os EUA estarão a dar mais força à ala moderada do Hamas, a afastar este grupo da órbita do regime de Teerão, a comprometê-lo com a responsabilidade que deve partilhar com a Fatah, de serem construtores do Estado palestiniano em sã convivência com Israel.
Esta é uma boa oportunidade e manifestando o Hamas a disponibilidade de diálogo, é de aproveitar. O discurso de Obama no Cairo foi o rastilho aproveitado pelo Hamas para esta atitude. Oxalá o Presidente dos EUA corresponda ao que disse.
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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
terça-feira, 19 de maio de 2009
Desentendimento entre Washington e Tel Aviv
Israel's prime minister has refused to commit to an independent Palestinian state during talks with Barack Obama, the US president, at the White House.
Na primeira reunião de trabalho de Obama e Netanyahu, na Casa Branca, ficou patente o desentendimento das duas partes quanto ao futuro da região. Obama, e bem, defende a existência de dois Estados. O actual Primeiro-Ministro israelita afasta, para já, essa tese.
Quando mais se podia esperar por uma oportunidade de entendimento de todos, com os EUA empenhados, com os palestinianos (Fatah e Hamas) a entenderem-se, só Israel surge a bloquear o diálogo.
Na primeira reunião de trabalho de Obama e Netanyahu, na Casa Branca, ficou patente o desentendimento das duas partes quanto ao futuro da região. Obama, e bem, defende a existência de dois Estados. O actual Primeiro-Ministro israelita afasta, para já, essa tese.
Quando mais se podia esperar por uma oportunidade de entendimento de todos, com os EUA empenhados, com os palestinianos (Fatah e Hamas) a entenderem-se, só Israel surge a bloquear o diálogo.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Boas notícias
Rival Palestinian factions Hamas and Fatah have concluded Egyptian-mediated talks without reaching an agreement on forming a unity government.
Nem tudo é mau neste globo, debaixo de uma epidemia mundial da gripe suína.
O acordo que Hamas e Fatah estão a celebrar, sob auspícios egipcíos (quem mais poderia ser!), é um bom momento, que abre mais condições para o Estado palestiniano singrar no futuro e poder relacionar-se com Israel, assim os actuais responsáveis israelitas entendam que têm tanto a ganhar, como os palestinianos, com a Paz.
Nem tudo é mau neste globo, debaixo de uma epidemia mundial da gripe suína.
O acordo que Hamas e Fatah estão a celebrar, sob auspícios egipcíos (quem mais poderia ser!), é um bom momento, que abre mais condições para o Estado palestiniano singrar no futuro e poder relacionar-se com Israel, assim os actuais responsáveis israelitas entendam que têm tanto a ganhar, como os palestinianos, com a Paz.
terça-feira, 21 de abril de 2009
Novo banco em tempo de crise

Hamas abre su propio banco en Gaza
El movimiento islamista usará los servicios del banco para hacer efectivas las nóminas de 6.000 de sus trabajadores
Mais uma forma do Hamas 'controlar' a faixa.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Saída de ouro
O Hamas estaria preparado para assinar, na próxima semana, um acordo que inclua a libertação do soldado israelita Gilad Shalit, segundo uma informação que contradiz uma outra segundo a qual o movimento teria chegado a acordo para uma trégua com Israel que não inclui o soldado Shalit.
Se Gilad Shalit for libertado em breve, pode dizer-se que Ehud Olmert sai do Governo de Israel com chave de outro.
O que é de lamentar nestes dias é o facto de haver, no actual momento, uma nítida vontade de dialogar, por parte do Hamas, e sobe ao poder de Tel Aviv quem pouco aprecia a diplomacia.
Se Gilad Shalit for libertado em breve, pode dizer-se que Ehud Olmert sai do Governo de Israel com chave de outro.
O que é de lamentar nestes dias é o facto de haver, no actual momento, uma nítida vontade de dialogar, por parte do Hamas, e sobe ao poder de Tel Aviv quem pouco aprecia a diplomacia.
domingo, 8 de fevereiro de 2009
O derradeiro trunfo de Livni e Barak
Se Israel conseguir a libertação do soldado Gilad Shalit, detido há mais de um ano pelo Hamas, até terça-feira, Livni e Barak podem obter um trunfo político que deixará o Likud e o Israel Beiteinu em sérias dificuldades.
Veremos se do lado do Hamas há vontade de influenciar as legislativas israelitas. Melhor do que ninguém, o Hamas sabe que um Governo de Netanyahu e Lieberman terá uma postura inclinadamente bélica, em vez de dialogante.
Veremos se do lado do Hamas há vontade de influenciar as legislativas israelitas. Melhor do que ninguém, o Hamas sabe que um Governo de Netanyahu e Lieberman terá uma postura inclinadamente bélica, em vez de dialogante.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
O regresso da latente guerra civil palestiniana
Sem nunca nomear o Hamas, Mahmoud Abbas acusou o grupo de agir às custas dos palestinianos “em nome de agendas que não são a dos palestinianos”. O diálogo com o Hamas é impossível, afirmou ainda, se os islamistas não reconheceram a Organização da Libertação da Palestina. “Eles têm de reconhecer que a Organização é o único representante legítimo do povo palestiniano e depois disso, [poderá haver] diálogo.”
Enquanto em Gaza se trocam os mimos bélicos que infelizmente fazem parte do dia-a-dia da população daquela região, Abbas começa a marcar posição no seio da sociedade palestiniana, de se afirmar como o líder da Palestina, num momento em que o Hamas, com a manifestação de dialogar e a iminente abertura da Comunidade Internacional a esse propósito. É o regresso do confronto interno, que enfraquece a causa palestiniana.
Enquanto em Gaza se trocam os mimos bélicos que infelizmente fazem parte do dia-a-dia da população daquela região, Abbas começa a marcar posição no seio da sociedade palestiniana, de se afirmar como o líder da Palestina, num momento em que o Hamas, com a manifestação de dialogar e a iminente abertura da Comunidade Internacional a esse propósito. É o regresso do confronto interno, que enfraquece a causa palestiniana.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Finalmente passos no bom sentido
In an interview published in The Times of London, Blair said that Hamas must be involved in the Middle East peace process.
Já era tempo de se darem sinais concretos ao Hamas para que faça parte da solução do Médio Oriente, tal como a Fatah.
Esta declaração de Blair vai no sentido de envolver as partes.
Parece que a Comunidade Internacional percebeu que sem o Hamas, não é possível encontrar estabilidade mínima no Médio Oriente.
Já era tempo de se darem sinais concretos ao Hamas para que faça parte da solução do Médio Oriente, tal como a Fatah.
Esta declaração de Blair vai no sentido de envolver as partes.
Parece que a Comunidade Internacional percebeu que sem o Hamas, não é possível encontrar estabilidade mínima no Médio Oriente.
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Um bom desafio lançado por Ancara
O governo turco, acusado de se aliar ao Hamas durante o recente conflito em Gaza, pediu ao grupo radical islâmico que desista da luta armada e dê preferência aos meios pacíficos para alcançar os objetivos. "O Hamas deveria tomar uma decisão: quer ser uma organização armada ou um movimento político?", disse o chanceler turco, Ali Babacan
O desafio lançado pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros turco, Ali Babacan, devia merecer eco e uma resposta afirmativa do Hamas.
A Turquia está a assumir o seu papel de actor regional, de querer contribuir para a estabilização do Médio Oriente.
O desafio lançado pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros turco, Ali Babacan, devia merecer eco e uma resposta afirmativa do Hamas.
A Turquia está a assumir o seu papel de actor regional, de querer contribuir para a estabilização do Médio Oriente.
A débil trégua
O reinício dos confrontos entre o exército israelita e militantes palestinianos ameaça a trégua declarada há nove dias na Faixa de Gaza.
A chegada de contigentes de Forças Armadas de outros países a Gaza seria desejável, de modo a poder travar a quebra desta débil trégua.
A chegada de contigentes de Forças Armadas de outros países a Gaza seria desejável, de modo a poder travar a quebra desta débil trégua.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
O porquê de afastar o Hamas da esfera de Teerão
But the outcome of one issue will prove more important to Obama's presidency than all others: Will his administration succeed in preventing Iran from acquiring nuclear weapons?
A nuclear-armed Iran will change the world as we know it. It will pose a direct existential threat to Israel. Equally, Iran's terror proxies, including Hezbollah and Hamas, will operate under an Iranian nuclear umbrella. Iran will move quickly to dominate the world's oil supplies and the nuclear nonproliferation treaty will be rendered meaningless.
Este artigo de Netanyahu, quanto ao perigo do Irão nuclear para o mundo, justifica o porquê de envolver o Hamas em negociações.
Uma das formas de enfraquecer o actual poder político de Teerão é a perda de aliados regionais e os interesses do Hamas não são coincidentes com os do Irão.
A nuclear-armed Iran will change the world as we know it. It will pose a direct existential threat to Israel. Equally, Iran's terror proxies, including Hezbollah and Hamas, will operate under an Iranian nuclear umbrella. Iran will move quickly to dominate the world's oil supplies and the nuclear nonproliferation treaty will be rendered meaningless.
Este artigo de Netanyahu, quanto ao perigo do Irão nuclear para o mundo, justifica o porquê de envolver o Hamas em negociações.
Uma das formas de enfraquecer o actual poder político de Teerão é a perda de aliados regionais e os interesses do Hamas não são coincidentes com os do Irão.
sábado, 24 de janeiro de 2009
Bom gesto do Hamas
Hamas agrees to allow Fatah forces to patrol Rafah crossing
Hamas spokesman Ayman Taha told Asharq Al-Awsat that his group wants European Union and Turkish troops to patrol Gaza's border crossings with Israel.
O Hamas dá bons sinais de querer dialogar e manifesta vontade de cooperar. Seria bom que os diversos actores envolvidos, de Israel aos EUA, da UE aos Estados regionais, soubessem dar uma resposta positiva e em conjunto procurar soluções conjuntas.
Hamas spokesman Ayman Taha told Asharq Al-Awsat that his group wants European Union and Turkish troops to patrol Gaza's border crossings with Israel.
O Hamas dá bons sinais de querer dialogar e manifesta vontade de cooperar. Seria bom que os diversos actores envolvidos, de Israel aos EUA, da UE aos Estados regionais, soubessem dar uma resposta positiva e em conjunto procurar soluções conjuntas.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Um tanto ou quanto surpreendente
Meshal urges West: Stop trying to eliminate Hamas, deal with us
O pouco dado a diálogos Meshaal apela à troca de palavras do Hamas com o Hamas. Um bom sinal. Terá aprendido alguma coisa com Hanyeh?
A vontade expressa há dias por Sarkozy de falar com o Hamas e a tomada de posse de Obama, e com isso uma postura mais diplomática dos EUA face ao Médio Oriente, podem estar nessa origem, mas o que se passa no Irão, e as suas presidenciais do próximo Verão, não deve ser afastado das atenções.
Pode estar a surgir outra oportunidade para o Médio Oriente e não se pode excluir o Hamas de uma solução palestiniana que passa tanto pelo envolvimento deste grupo como da Fatah.
O pouco dado a diálogos Meshaal apela à troca de palavras do Hamas com o Hamas. Um bom sinal. Terá aprendido alguma coisa com Hanyeh?
A vontade expressa há dias por Sarkozy de falar com o Hamas e a tomada de posse de Obama, e com isso uma postura mais diplomática dos EUA face ao Médio Oriente, podem estar nessa origem, mas o que se passa no Irão, e as suas presidenciais do próximo Verão, não deve ser afastado das atenções.
Pode estar a surgir outra oportunidade para o Médio Oriente e não se pode excluir o Hamas de uma solução palestiniana que passa tanto pelo envolvimento deste grupo como da Fatah.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
As vitórias nulas
dentro de uns tempos, quando as armas deixarem de ser usadas com tanta frequência, veremos as duas partes, cada um com o seu argumento, reclamar vitória.
Hamas canta vitória junto às ruínas de Gaza
Como se podia esperar, cada parte reclama a vitória do conflito. Primeiro Israel, agora o Hamas. E, em abono da verdade, ambas triunfaram no seu "jogo". Israel enfraqueceu a ofensiva militar do Hamas em Gaza e o Hamas conquistou apoio popular.
Hamas canta vitória junto às ruínas de Gaza
Como se podia esperar, cada parte reclama a vitória do conflito. Primeiro Israel, agora o Hamas. E, em abono da verdade, ambas triunfaram no seu "jogo". Israel enfraqueceu a ofensiva militar do Hamas em Gaza e o Hamas conquistou apoio popular.
domingo, 18 de janeiro de 2009
Vira o disco e toca o mesmo
O Hamas anunciou um cessar-fogo imediato, abrangendo o grupo islamista palestiniano e todos os seus aliados na Faixa de Gaza, e deu a Israel uma semana para sair do território, anunciou um oficial sénior do movimento, Ayman Taha, citado pela Reuters.
Como o Hamas sabe melhor do que ninguém, Israel retirará as tropas quando entender estarem criadas condições para sair, isto é, estiverem assegurados o não ataque do Hamas a Israel. Como Israel sabe melhor do que ninguém, isso não se garantirá, pelo menos até à estabilização de um entendimento entre todas as partes envolvidas na consolidação dos dois Estados, e do lado palestiniano isso implica Fatah e Hamas.
Como o Hamas sabe melhor do que ninguém, Israel retirará as tropas quando entender estarem criadas condições para sair, isto é, estiverem assegurados o não ataque do Hamas a Israel. Como Israel sabe melhor do que ninguém, isso não se garantirá, pelo menos até à estabilização de um entendimento entre todas as partes envolvidas na consolidação dos dois Estados, e do lado palestiniano isso implica Fatah e Hamas.
Israel continua a defender-se
Escassas horas depois de decretado o cessar-fogo unilateral por parte de Israel, o Hamas disparou diversos “rockets” contra Sderot, no sul de Israel. A provocação do grupo islamista teve resposta imediata por parte de Israel, que lançou hoje cedo o seu primeiro ataque aéreo desde o curto início das tréguas unilaterais.
Ainda há poucas horas se escrevera aqui:
o Hamas (...) já respondeu às palavras [das tréguas] de Olmert e diz não desistir de atacar Israel. Israel, seguramente, não ficará passiva perante a ofensiva do Hamas em Gaza.
As últimas horas acabam por dar, uma vez mais, validade à intervenção de Israel. Estado que nunca atacou por iniciativa própria, mas sim por legítima defesa.
Segundo alguns, que sempre se manifestam disponíveis para condenar Israel, os ataques do Hamas sã0 justos e a defesa de Israel ilegítima.
Ainda há poucas horas se escrevera aqui:
o Hamas (...) já respondeu às palavras [das tréguas] de Olmert e diz não desistir de atacar Israel. Israel, seguramente, não ficará passiva perante a ofensiva do Hamas em Gaza.
As últimas horas acabam por dar, uma vez mais, validade à intervenção de Israel. Estado que nunca atacou por iniciativa própria, mas sim por legítima defesa.
Segundo alguns, que sempre se manifestam disponíveis para condenar Israel, os ataques do Hamas sã0 justos e a defesa de Israel ilegítima.
A trégua inexistente
O primeiro-ministro israelita, Ehud Olmert, anunciou uma trégua unilateral na ofensiva na Faixa de Gaza, que entra em vigor a partir das 02h locais (meia-noite em Lisboa). Mas com as forças israelitas a permanecerem em Gaza e com o Hamas a recusar parar os ataques, não é claro o que vai acontecer no terreno.
O que Olmert anunciou há poucas horas não pode ser considerada uma trégua, mas sim um cessar da ofensiva israelita em Gaza.
Uma trégua para se concretizar precisa, pelo menos, de duas partes e o que Israel fez foi assumir, por si, um cancelamento das operações militares. Algo que o Hamas não fez e não manifesta intenção de o fazer, pois já respondeu às palavras de Olmert e diz não desistir de atacar Israel. Israel, seguramente, não ficará passiva perante a ofensiva do Hamas em Gaza.
Veremos no que dará esta situação, mas é possível que a data deste anúncio esteja ligado à tomada de posse de Obama.
Os EUA, através dos novos elementos da sua Administração, devem ter pressionado Tel Aviv para a tomada de posse do novo Presidente não ficar marcada por um conflito aberto. O que revela um sinal de empenho da próxima Administração, desde o primeiro dia, na procura de pontes para a estabilidade regional. Uma ida de Hillary Clinton, nos primeiros dias de funções ao Médio Oriente, revelaria esse interesse e seria um bom sinal de Washington.
O que Olmert anunciou há poucas horas não pode ser considerada uma trégua, mas sim um cessar da ofensiva israelita em Gaza.
Uma trégua para se concretizar precisa, pelo menos, de duas partes e o que Israel fez foi assumir, por si, um cancelamento das operações militares. Algo que o Hamas não fez e não manifesta intenção de o fazer, pois já respondeu às palavras de Olmert e diz não desistir de atacar Israel. Israel, seguramente, não ficará passiva perante a ofensiva do Hamas em Gaza.
Veremos no que dará esta situação, mas é possível que a data deste anúncio esteja ligado à tomada de posse de Obama.
Os EUA, através dos novos elementos da sua Administração, devem ter pressionado Tel Aviv para a tomada de posse do novo Presidente não ficar marcada por um conflito aberto. O que revela um sinal de empenho da próxima Administração, desde o primeiro dia, na procura de pontes para a estabilidade regional. Uma ida de Hillary Clinton, nos primeiros dias de funções ao Médio Oriente, revelaria esse interesse e seria um bom sinal de Washington.
sábado, 17 de janeiro de 2009
Enquanto se espera pela trégua
Israel reserva-se entretanto o direito de ripostar caso o Hamas continue a abrir fogo sobre o sul do país.
Por seu lado, o Hamas já afirmou que só aceitará um cessar fogo caso Israel retire as tropas de Gaza.
Mais do mesmo. Vira-se o disco e volta a tocar a mesma sinfonia de cada parte. Espera-se que dentro de poucas horas o confronto passe a ser só de palavras.
Por seu lado, o Hamas já afirmou que só aceitará um cessar fogo caso Israel retire as tropas de Gaza.
Mais do mesmo. Vira-se o disco e volta a tocar a mesma sinfonia de cada parte. Espera-se que dentro de poucas horas o confronto passe a ser só de palavras.
A trégua que se espera
Ehud Barack e o primeiro-ministro israelita Ehud Olmert deverão dar hoje à noite uma conferência de imprensa conjunta, após a reunião do gabinete de segurança, que deverá decidir uma trégua unilateral em Gaza, anunciou um alto responsável governamental.
Há muito que as Forças Armadas israelitas enfraqueceram o belicismo do Hamas em Gaza e a trégua, proposta pelo Egipto, devia ter sido aceite pelas duas partes.
Do lado do Hamas, perante a fraqueza do grupo, a trégua foi aceite, resta Israel aceitar. Espera-se que Olmert e Barak confirmem isso dentro de poucas horas.
Há muito que as Forças Armadas israelitas enfraqueceram o belicismo do Hamas em Gaza e a trégua, proposta pelo Egipto, devia ter sido aceite pelas duas partes.
Do lado do Hamas, perante a fraqueza do grupo, a trégua foi aceite, resta Israel aceitar. Espera-se que Olmert e Barak confirmem isso dentro de poucas horas.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Pelo que espera Olmert para assinar a trégua?
Compreende-se que Olmert possa estar ressentido com Livni e Barak, mas o seu cargo, de Primeiro-Ministro, não se pode mover por frustações pessoais.
O Hamas já declarou aceitar a trégua proposta pelo Egipto. Livni, Barak e as cúpulas militares defendem o fim da intervenção e o assumir de tréguas, pelo que espera Olmert?
A situação humanitária em Gaza é bastante crítica e Israel não pode mostrar-se indiferente à dor, perda e, sobretudo, condição de vida dos palestinianos.
Não se compreende esta perseguição obsessiva aos políticos do Hamas nas últimas horas.
O Hamas já declarou aceitar a trégua proposta pelo Egipto. Livni, Barak e as cúpulas militares defendem o fim da intervenção e o assumir de tréguas, pelo que espera Olmert?
A situação humanitária em Gaza é bastante crítica e Israel não pode mostrar-se indiferente à dor, perda e, sobretudo, condição de vida dos palestinianos.
Não se compreende esta perseguição obsessiva aos políticos do Hamas nas últimas horas.
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