El ex presidente peruano Alberto Fujimori deberá cumplir una condena de 25 años de prisión como autor intelectual de los delitos de homicidio calificado, asesinato y lesiones graves, confirmó hoy unánimemente la Corte Suprema de Justicia de Perú.
Su hija, la congresista Keiko Fujimori, ha señalado que se presentará para la elección presidencial de 2011, y prometió que, en caso de ganar, indultará a su padre. Según las encuestas, figura entre los favoritos para llegar a la presidencia.
Confirmou-se a condenação de Alberto Fujimori. Mas, como é tradicional na América Latina, a sua detenção pode ser curta, uma vez que a sua filha, Keiko, pode libertar o pai, se no próximo ano vencer a eleição presidencial. Causa principal da candidatura? Se não o for em forma, é, pelo menos, em conteúdo.
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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
quinta-feira, 9 de abril de 2009
A histórica condenação de Fujimori
O escritor peruano Mario Vargas Llosa disse nesta quarta-feira que a sentença de 25 anos de prisão contra o ex-presidente Alberto Fujimori é uma vacina contra os aspirantes a ditadores, atuais e futuros, e chamou a América Latina a comemorar.
É uma decisão histórica na América Latina, o julgamento e condenação de um antigo Chefe de Estado. Apesar do mundo ter depositado mais atenções no caso de Pinochet, o de Fujimori não era menos grave.
Veremos se esta condenção é um marco e exemplo para a América Latina, como diz o escritor e candidato derrotado por Alberto Fujimori, Mario Vargas Llosa.
Em termos internos, do Peru, veremos o que fará e acontecerá a Keiko Fujimori, a filha do agora condenado, e candidata presidencial em 2011.
É uma decisão histórica na América Latina, o julgamento e condenação de um antigo Chefe de Estado. Apesar do mundo ter depositado mais atenções no caso de Pinochet, o de Fujimori não era menos grave.
Veremos se esta condenção é um marco e exemplo para a América Latina, como diz o escritor e candidato derrotado por Alberto Fujimori, Mario Vargas Llosa.
Em termos internos, do Peru, veremos o que fará e acontecerá a Keiko Fujimori, a filha do agora condenado, e candidata presidencial em 2011.
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
A debilidade das FARC
"As Farc nesse momento são um grupo já muito reduzido, uma guerrilha sem orientação política, que vai desaparecer. São uns guerrilheiros sem moral e com uma decomposição interna", afirmou o ex-guerrilheiro, em entrevista coletiva concedida no ministério de Defesa colombiano.
Wilson Largo, o dissidente das FARC que conduziu à liberdade o preso mais antigo do grupo terrorista colombiano, o antigo congressista Óscar Lizcano, afirmou que as FARC estão desorientadas, enfraquecidas e à beira de desaparecer.
Posso crer nas duas primeiras, até porque os últimos tempos isso demonstram, daí a considerar que as FARC vão desaparecer, vai um passo gigante. Aliás, na América do Sul está a ter lugar uma mudança de paradigma das antigas guerrilhas.
Se na Colômbia as FARC já assumiram, de certo modo, a transformação, no Peru, o Sendero Luminoso, está a deixar cair os princípios ideológicos, assumindo o tráfico de droga como motor da sua causa. São milhões de dólares que estão em jogo.
Depois dos grupos ideológicos do passado século, estão a surgir os bandos narco-traficantes. Um novo desafio para os diversos Estados sul-americanos.
Wilson Largo, o dissidente das FARC que conduziu à liberdade o preso mais antigo do grupo terrorista colombiano, o antigo congressista Óscar Lizcano, afirmou que as FARC estão desorientadas, enfraquecidas e à beira de desaparecer.
Posso crer nas duas primeiras, até porque os últimos tempos isso demonstram, daí a considerar que as FARC vão desaparecer, vai um passo gigante. Aliás, na América do Sul está a ter lugar uma mudança de paradigma das antigas guerrilhas.
Se na Colômbia as FARC já assumiram, de certo modo, a transformação, no Peru, o Sendero Luminoso, está a deixar cair os princípios ideológicos, assumindo o tráfico de droga como motor da sua causa. São milhões de dólares que estão em jogo.
Depois dos grupos ideológicos do passado século, estão a surgir os bandos narco-traficantes. Um novo desafio para os diversos Estados sul-americanos.
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Os bons pilares do sistema peruano
El presidente de Perú, Alan García, ha tomado juramento este martes al nuevo primer ministro del Gobierno, el político independiente de izquierdas Yehude Simon, nombrado el pasado fin de semana tras la renuncia de Jorge del Castillo, que dimitió junto a su Gabinete en pleno por el escándalo de corrupción bautizado como Petrogate, que investiga la presunta entrega irregular de lotes para la exploración petrolera.
Apesar da crise política que o Peru atravessa, o sistema político e o judicial estão a funcionar com pilares sólidos, impedindo que as crises endógenas do sistema não coloquem em causa a estabilidade nacional.
Um bom exemplo de uma área do mundo onde os poderes tendem a estar cada vez menos separados por imposição política.
Apesar da crise política que o Peru atravessa, o sistema político e o judicial estão a funcionar com pilares sólidos, impedindo que as crises endógenas do sistema não coloquem em causa a estabilidade nacional.
Um bom exemplo de uma área do mundo onde os poderes tendem a estar cada vez menos separados por imposição política.
terça-feira, 29 de julho de 2008
A vida política tem destas incongruências
Alan García no convence a los peruanos
Tras dos años de gobierno, apenas el 26% apoya al presidente pese a la bonanza económica
Lo cierto es que aunque las cifras de reducción de la pobreza han bajado más de lo esperado (del 49% al 39,3% en menos de dos años), García es mucho menos popular ahora que lo que era a estas alturas de su primer Gobierno, que terminó con el país sumido en una crisis económica terrible, con índices de inflación que batieron todos los récords.
El Alan García de la actualidad es, en muchos aspectos, diametralmente opuesto al que gobernó Perú entre 1985 y 1990. Mientras el primero enarboló la bandera del antiimperialismo, renegó del pago de la deuda externa y dilapidó los recursos en una vorágine de populismo
A política também tem destas contradições. Alan García está a demonstrar bons resultados, como a redução - significativa - da pobreza indica, mas recolhe menos apoio do que na época em que era Chefe de Estado e seguia uma política que hoje é muito apreciada pelos populistas latino-americanos e arruinou o Peru.
Tras dos años de gobierno, apenas el 26% apoya al presidente pese a la bonanza económica
Lo cierto es que aunque las cifras de reducción de la pobreza han bajado más de lo esperado (del 49% al 39,3% en menos de dos años), García es mucho menos popular ahora que lo que era a estas alturas de su primer Gobierno, que terminó con el país sumido en una crisis económica terrible, con índices de inflación que batieron todos los récords.
El Alan García de la actualidad es, en muchos aspectos, diametralmente opuesto al que gobernó Perú entre 1985 y 1990. Mientras el primero enarboló la bandera del antiimperialismo, renegó del pago de la deuda externa y dilapidó los recursos en una vorágine de populismo
A política também tem destas contradições. Alan García está a demonstrar bons resultados, como a redução - significativa - da pobreza indica, mas recolhe menos apoio do que na época em que era Chefe de Estado e seguia uma política que hoje é muito apreciada pelos populistas latino-americanos e arruinou o Peru.
quarta-feira, 4 de junho de 2008
O grau de avaliação do populismo
Evo Morales ve a Alan García “gordo y poco antiimperialista”
O populista de pacotilha da Bolívia 'mede' as pessoas pelo seu grau de anti-imperialismo, como faz, agora, em relação ao seu homólogo peruano. Também só pode ser o único grau de avaliação do populismo, pois a ter em conta a desastrada governação, as melhorias sociais e económicas da população não contam e, infelizmente, não abundam.
O populista de pacotilha da Bolívia 'mede' as pessoas pelo seu grau de anti-imperialismo, como faz, agora, em relação ao seu homólogo peruano. Também só pode ser o único grau de avaliação do populismo, pois a ter em conta a desastrada governação, as melhorias sociais e económicas da população não contam e, infelizmente, não abundam.
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