Georgia has offered South Ossetian separatists an immediate ceasefire following days of heavy fighting.
Tbilissi sabe que tem mais a perder se continuar a investir militarmente na Ossétia do Sul e na Abkazia. Por isso, este pedido de cessar-fogo na Ossétia do Sul.
As duas regiões separatistas sabem que contam com o financiamento do gigante e vizinho russo e, por isso, têm todas as condições para continuar a combater. Já o Governo georgiano sabe que apenas ganha a legitimidade sobre as duas terras em termos de reconhecimento internacional, porque por grande parte dos autóctones, já perdera, há muito, a jurisdição dos territórios.
Esta guerra é uma peleja sem grande retorno para Tbilissi. Para os separatistas é um combate a alimentar, tendo em vista não a independência mas a integração na Rússia.
O braço-de-ferro deve continuar. Calculo que o silêncio das armas deve durar pouco.
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Mais uma notícia nada benéfica para as nossas carteiras
A economia japonesa pode ter entrado em recessão, mas os economistas ouvidos pela Lusa desvalorizam a importância dessa economia na cena internacional e as suas consequências para a Europa.
O governo japonês admitiu hoje que a economia japonesa, a segunda maior do mundo, está a enfraquecer pela primeira vez desde Maio de 2001, altura em que o país estava em recessão.
Neste planeta globalizado, pensar que uma das principais economias mundiais não nos afecta muito, por mais que as relações comerciais entre a UE e o Japão não tenham uma dimensão tão vasta como com outros blocos, é puro engano.
O governo japonês admitiu hoje que a economia japonesa, a segunda maior do mundo, está a enfraquecer pela primeira vez desde Maio de 2001, altura em que o país estava em recessão.
Neste planeta globalizado, pensar que uma das principais economias mundiais não nos afecta muito, por mais que as relações comerciais entre a UE e o Japão não tenham uma dimensão tão vasta como com outros blocos, é puro engano.
O grande desafio de Zapatero
Montilla denuncia que Catalunya acusa falta de recursos económicos
Nesta legislatura, Zapatero terá um teste político mais difícil do que entre 2004 e 2008. A conjuntura económica mundial não é a melhor e a situação económica espanhola dá sinais preocupantes de recessão. O desemprego está a aumentar, a olhos vistos, e vários sectores estão a apresentar sinais negativos.
Num país em que a sensibilidade política do Governo nacional tem de existir, devido às características das autonomias espanholas, vivendo-se actualmente um período de maior aperto financeiro, o financiamento autonómico também tem repercussões e sente o apertar de cinto. Como a notícia indica, de Barcelona pedem mais verbas a Madrid, e não é por ser um poder socialista catalão que este se demite de reclamar mais verbas ao Governo socialista nacional.
Pelo que se sabe, no que depender de Pedro Solbes (Ministro das Finanças), dificilmente José Montilla, Presidente da Generalitat, levará mais um cêntimo do que Madrid determinar. Zapatero tem uma bota difícil para descalçar. E o futuro não se vislumbra muito risonho para o Presidente do Governo espanhol.
Nesta legislatura, Zapatero terá um teste político mais difícil do que entre 2004 e 2008. A conjuntura económica mundial não é a melhor e a situação económica espanhola dá sinais preocupantes de recessão. O desemprego está a aumentar, a olhos vistos, e vários sectores estão a apresentar sinais negativos.
Num país em que a sensibilidade política do Governo nacional tem de existir, devido às características das autonomias espanholas, vivendo-se actualmente um período de maior aperto financeiro, o financiamento autonómico também tem repercussões e sente o apertar de cinto. Como a notícia indica, de Barcelona pedem mais verbas a Madrid, e não é por ser um poder socialista catalão que este se demite de reclamar mais verbas ao Governo socialista nacional.
Pelo que se sabe, no que depender de Pedro Solbes (Ministro das Finanças), dificilmente José Montilla, Presidente da Generalitat, levará mais um cêntimo do que Madrid determinar. Zapatero tem uma bota difícil para descalçar. E o futuro não se vislumbra muito risonho para o Presidente do Governo espanhol.
Mugabe continua agarrado ao poder
O Presidente do Zimbabwe, Robert Mugabe, desmente que já exista um acordo para a partilha de poder com a oposição, mas garante que as negociações estão a decorrer a bom ritmo.
Quando vi a capa do DN de hoje, considerei ter um título muito arrojado. Porém, uma vez lida a notícia, o título, e sobretudo o conteúdo, é manifestamente mais lúcida do que a chamada de primeira página.
Duvido que Mugabe ceda o poder à oposição, esperando, com este gesto, obter uma amnistia.
A ceder e aguardar que fosse intocável, com a determinação britânica, Mugabe, provavelmente, se sujeitaria a 'seguir os passos' de Charles Taylor.
Mugabe pode ser muita coisa, mas parvo não é. De todo.
Quando vi a capa do DN de hoje, considerei ter um título muito arrojado. Porém, uma vez lida a notícia, o título, e sobretudo o conteúdo, é manifestamente mais lúcida do que a chamada de primeira página.
Duvido que Mugabe ceda o poder à oposição, esperando, com este gesto, obter uma amnistia.
A ceder e aguardar que fosse intocável, com a determinação britânica, Mugabe, provavelmente, se sujeitaria a 'seguir os passos' de Charles Taylor.
Mugabe pode ser muita coisa, mas parvo não é. De todo.
As dores de parto de uma jovem Democracia
Los generales que ayer perpetraron un golpe de Estado en Mauritania han anunciado la celebración de elecciones presidenciales "lo antes posible", aunque sin concretar la fecha
Já se percebeu o que esteve na base deste golpe de Estado. Não foram os desentendimentos entre os políticos mauritanos, significativos nestes tempos, mas a decisão de mudar a liderança das Forças Armadas, determinada pelo Presidente Sidi Ould Cheij Abdallahi.
Como qualquer país que conquista a Democracia, a Mauritânia não escapou aos terramotos que o sistema, ainda pouco institucionalizado, não consegue suster.
Resta esperar que a Liberdade seja restabelecida.
Já se percebeu o que esteve na base deste golpe de Estado. Não foram os desentendimentos entre os políticos mauritanos, significativos nestes tempos, mas a decisão de mudar a liderança das Forças Armadas, determinada pelo Presidente Sidi Ould Cheij Abdallahi.
Como qualquer país que conquista a Democracia, a Mauritânia não escapou aos terramotos que o sistema, ainda pouco institucionalizado, não consegue suster.
Resta esperar que a Liberdade seja restabelecida.
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
A 'educar' o povo a votar no MPLA
Ontem mesmo, no largo dos Eucaliptos, foi afixado num painel a réplica da posição do partido no boletim de voto. Com 6.60 metros de largura contra 2 metros de comprimento, bem visível para as mais de 200 mil pessoas, a imagem continha o nome do partido, a bandeira e o espaço para votar.
No meio de canções sobre as especificações da bandeira, João Baptista Kussumua indicou à população como votar no MPLA
Mundo tão díspar o nosso. Enquanto nos EUA, a internet é uma peça de campanha chave, em Angola as campanhas têm outros formatos, adaptados à realidade local, como se verificou ontem no Bié, com um painel gigante a servir de quadro educativo.
No meio de canções sobre as especificações da bandeira, João Baptista Kussumua indicou à população como votar no MPLA
Mundo tão díspar o nosso. Enquanto nos EUA, a internet é uma peça de campanha chave, em Angola as campanhas têm outros formatos, adaptados à realidade local, como se verificou ontem no Bié, com um painel gigante a servir de quadro educativo.
Bolívia em tensão até ao referendo decisivo de domingo
La tensión social y política parecía calentarse más a medida que se acerca el día de la consulta cuando Morales, su vicepresidente y ocho prefectos, seis de los cuales son adversarios del mandatario, someterán la continuidad de sus cargos al voto.
A poucos dias do decisivo momento para o futuro da Bolívia, em que está em causa a continuidade ou fim de mandato de Evo Morales, a tensão social aumenta na Bolívia.
Um dos principais grupos apoiantes da ascensão de Morales à presidência, os mineiros, estão, nestes dias, a combater o regime de La Paz. E das greves por estes provocadas, já resultaram mortos.
A tensão deve continuar até, durante e depois do referendo do próximo domingo.
A poucos dias do decisivo momento para o futuro da Bolívia, em que está em causa a continuidade ou fim de mandato de Evo Morales, a tensão social aumenta na Bolívia.
Um dos principais grupos apoiantes da ascensão de Morales à presidência, os mineiros, estão, nestes dias, a combater o regime de La Paz. E das greves por estes provocadas, já resultaram mortos.
A tensão deve continuar até, durante e depois do referendo do próximo domingo.
O Irão continua a tourear a Comunidade Internacional
Iran says it is ready to provide a clear response
Dado um prazo de duas semanas para o Irão responder ao desafio lançado pela Comunidade Internacional, depois do encontro realizado há pouco mais de 15 dias na Suíça, Teerão diz, em carta endereçada à UE, estar pronta para dar uma resposta objectiva... apesar de nada ter dito de concreto.
Há mais de dois anos que as autoridades iranianas andam a tourear a Comunidade Internacional, e esta faz de conta que está a negociar e a travar um processo (nuclear) que o Irão tem desenvolvido e aperfeiçoado.
Dado um prazo de duas semanas para o Irão responder ao desafio lançado pela Comunidade Internacional, depois do encontro realizado há pouco mais de 15 dias na Suíça, Teerão diz, em carta endereçada à UE, estar pronta para dar uma resposta objectiva... apesar de nada ter dito de concreto.
Há mais de dois anos que as autoridades iranianas andam a tourear a Comunidade Internacional, e esta faz de conta que está a negociar e a travar um processo (nuclear) que o Irão tem desenvolvido e aperfeiçoado.
Kadima: uma conquista difícil
Shaul Mofaz, Israel's transportation minister, has officially launched his campaign to replace Ehud Olmert, the Israeli prime minister, as leader of the Kadima party.
Dos diversos nomes que têm possibilidade de suceder a Ehud Olmert, gostaria de ver Mofaz como vencedor. Para isso, o ex-Ministro da Defesa e actual titular dos Transportes precisa de conquistar a liderança do Kadima e, depois, derrotar o mais que favorito Netanyhau. Porém, duvido que Mofaz vença a corrida no Kadima a Livni.
Dos diversos nomes que têm possibilidade de suceder a Ehud Olmert, gostaria de ver Mofaz como vencedor. Para isso, o ex-Ministro da Defesa e actual titular dos Transportes precisa de conquistar a liderança do Kadima e, depois, derrotar o mais que favorito Netanyhau. Porém, duvido que Mofaz vença a corrida no Kadima a Livni.
A história recente da Guiné Equatorial
Pocos dirigentes han tenido tantas oportunidades como Obiang. Durante 29 años ha gozado de la benevolencia de la comunidad internacional. Un país de medio millón de habitantes recibe asistencia de casi todas las naciones prósperas del mundo, sin que tan nutrida cooperación se note en la vida cotidiana del pueblo. Desde 1991, Guinea Ecuatorial produce ingentes riquezas, petróleo y gas, cuyos beneficios acapara la "familia presidencial", mientras la gente vegeta en una miseria espantosa; no hay agua potable ni en la capital, y los apagones eléctricos duran meses.
Continuando a série de posts sobre África, vale a pena reter este escrito de Donato Ndongo Bidyogo a propósito da história recente da Guiné Equatorial, país que esteve há pouco tempo debaixo dos holofotes da atenção portuguesa, pelo interesse deste pequeno país africano, e antiga colónia espanhola, aderir à CPLP.
Continuando a série de posts sobre África, vale a pena reter este escrito de Donato Ndongo Bidyogo a propósito da história recente da Guiné Equatorial, país que esteve há pouco tempo debaixo dos holofotes da atenção portuguesa, pelo interesse deste pequeno país africano, e antiga colónia espanhola, aderir à CPLP.
No melhor pano cai a nódoa
Mauritânia: Presidente e primeiro-ministro detidos durante golpe de Estado
Desde o golpe de Estado de 2005, que derrubou o ditador Ahmed Ould Taya, que acompanhei a transição política da Mauritânia. O que inicialmente era visto como uma ameaça, cedo se transformou em exemplo, como aqui se destacou.
Três anos depois do golpe de Estado, eis que novo tem lugar. Uma vez mais, os militares assumiram o control do país. Para acompanhar no que dará.
Desde o golpe de Estado de 2005, que derrubou o ditador Ahmed Ould Taya, que acompanhei a transição política da Mauritânia. O que inicialmente era visto como uma ameaça, cedo se transformou em exemplo, como aqui se destacou.
Três anos depois do golpe de Estado, eis que novo tem lugar. Uma vez mais, os militares assumiram o control do país. Para acompanhar no que dará.
Dias decisivos para a África do Sul
Jacob Zuma viu o seu julgamento suspenso e a decisão adiada para o dia 12 de Setembro.
O juiz decidiu dar provimento ao enésimo recurso apresentado pelo líder do ANC, no âmbito do processo por corrupção que enfrenta no tribunal.
Jacob Zuma será, ao que tudo indica, eleito Presidente da República da África do Sul no próximo ano.
Num país em que o ANC tem um peso incontestado, como durante décadas o PRI teve no México, qualquer líder do partido de Mandela sujeita-se a suceder a Thabo Mbeki.
Todavia, Zuma tem um 'currículo' pouco abonatório, dado os antecedentes de corrupção, entre outros pouco dignos, que podem afectar a sua carreira política.
O Tribunal sul-africano decidiu que 12 de Setembro é conhecido o veredicto quanto ao processo de corrupção em que está envolvido. Sinceramente, e sem desmerecer o poder judicial sul-africano, não prevejo que este seja um obstáculo a Zuma.
O juiz decidiu dar provimento ao enésimo recurso apresentado pelo líder do ANC, no âmbito do processo por corrupção que enfrenta no tribunal.
Jacob Zuma será, ao que tudo indica, eleito Presidente da República da África do Sul no próximo ano.
Num país em que o ANC tem um peso incontestado, como durante décadas o PRI teve no México, qualquer líder do partido de Mandela sujeita-se a suceder a Thabo Mbeki.
Todavia, Zuma tem um 'currículo' pouco abonatório, dado os antecedentes de corrupção, entre outros pouco dignos, que podem afectar a sua carreira política.
O Tribunal sul-africano decidiu que 12 de Setembro é conhecido o veredicto quanto ao processo de corrupção em que está envolvido. Sinceramente, e sem desmerecer o poder judicial sul-africano, não prevejo que este seja um obstáculo a Zuma.
Eleições angolanas
Começando a dar algum destaque às eleições angolanas, de realçar que dos 98 partidos angolanos, só 14 concorrem no próximo dia 5 de Setembro.
Pelo que é dado a ver, do boletim, MPLA e UNITA ficam juntos no papel que receberá a cruz.
Pelo que é dado a ver, do boletim, MPLA e UNITA ficam juntos no papel que receberá a cruz.
terça-feira, 5 de agosto de 2008
A China também não está incólume
China: autores do ataque que matou 16 polícias tinham em sua posse propaganda à guerra santa
Como grande potência, a China não escapa à mira do terrorismo e a poucos dias de começarem as Olimpíadas, os avisos à estabilidade do gigante asiático já causaram mortes.
Depois de norte-americanos e russos, os chineses percebem melhor os diversos combates que enfrentam. E eles surgem como sempre, de forma cobarde e inesperada. Além de que, a China conta com um problema difícil para o regime suster de forma inflexível, a heterogeneidade do país.
Como grande potência, a China não escapa à mira do terrorismo e a poucos dias de começarem as Olimpíadas, os avisos à estabilidade do gigante asiático já causaram mortes.
Depois de norte-americanos e russos, os chineses percebem melhor os diversos combates que enfrentam. E eles surgem como sempre, de forma cobarde e inesperada. Além de que, a China conta com um problema difícil para o regime suster de forma inflexível, a heterogeneidade do país.
A um mês da eleição legislativa
Dentro de um mês, Angola vai a votos.
Os principais partidos, MPLA e UNITA, arrancam, hoje, com as campanhas oficiais.
Oxalá os partidos angolanos encarrilem, de vez, a potência africana nos carris da Democracia.
P.S.- É bem provável que o MPLA continue a dominar o poder do País, em termos legislativos. Duvido, no entanto, que alcance uma confortável maioria.
Os principais partidos, MPLA e UNITA, arrancam, hoje, com as campanhas oficiais.
Oxalá os partidos angolanos encarrilem, de vez, a potência africana nos carris da Democracia.
P.S.- É bem provável que o MPLA continue a dominar o poder do País, em termos legislativos. Duvido, no entanto, que alcance uma confortável maioria.
Always changing
Como medida más urgente, Obama sugirió en un discurso sacar al mercado 70 millones de barriles de las reservas estratégicas de Estados Unidos, lo que representa un 10% del total acumulado en depósitos en Tejas y en Luisiana.
El candidato demócrata, que no era partidario antes de recurrir a ese medida de emergencia, consideró ayer que ahora se hace necesario ante el impacto que los altos precios del petróleo está teniendo en cadena en las economías más modestas.
Obama se había opuesto hasta ahora al levantamiento del veto para realizar prospecciones en las costas norteamericanas debido al riesgo ecológico que ello conlleva. El presidente George Bush y el candidato presidencial republicano, John McCain, han pedido el fin de esa restricción y han hecho de ese asunto una de las principales banderas de la campaña republicana.
Varios congresistas demócratas, sensibles al hecho de que el levantamiento del veto goza de gran popularidad entre los votantes, se han ido situando en las últimas semanas en el campo de los que están dispuestos a estudiar esa alternativa. También Obama aceptó este fin de semana la posibilidad teórica de acabar con el veto a las nuevas prospecciones siembre que sea como fruto de un acuerdo bipartidista en el Congreso y en condiciones de plenas garantías ecológicas.
Aos poucos, todo o discurso das primárias de Obama está a mudar. Afinal, o candidato até está a ser coerente com o seu lema de "change".
El candidato demócrata, que no era partidario antes de recurrir a ese medida de emergencia, consideró ayer que ahora se hace necesario ante el impacto que los altos precios del petróleo está teniendo en cadena en las economías más modestas.
Obama se había opuesto hasta ahora al levantamiento del veto para realizar prospecciones en las costas norteamericanas debido al riesgo ecológico que ello conlleva. El presidente George Bush y el candidato presidencial republicano, John McCain, han pedido el fin de esa restricción y han hecho de ese asunto una de las principales banderas de la campaña republicana.
Varios congresistas demócratas, sensibles al hecho de que el levantamiento del veto goza de gran popularidad entre los votantes, se han ido situando en las últimas semanas en el campo de los que están dispuestos a estudiar esa alternativa. También Obama aceptó este fin de semana la posibilidad teórica de acabar con el veto a las nuevas prospecciones siembre que sea como fruto de un acuerdo bipartidista en el Congreso y en condiciones de plenas garantías ecológicas.
Aos poucos, todo o discurso das primárias de Obama está a mudar. Afinal, o candidato até está a ser coerente com o seu lema de "change".
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Vai começar o jogo sujo
Os ataques da campanha de John McCain contra seu rival Barack Obama parecem render resultados positivos para o senador republicano, que está empatado com Obama, com 44% de apoio dos eleitores, de acordo com a pesquisa do Instituto Gallup feita no fim de semana. O senador democrata tinha nove pontos de vantagem (49% a 40%) sobre McCain no dia 26 de julho.
Provavelmente, entusiasmados por estes resultados das sondagens, a campanha Republicana é capaz de aprofundar o tipo de campanha baixa. Resta saber como responde a campanha Democrata. Que não deve ficar a observar a campanha a passar.
Provavelmente, entusiasmados por estes resultados das sondagens, a campanha Republicana é capaz de aprofundar o tipo de campanha baixa. Resta saber como responde a campanha Democrata. Que não deve ficar a observar a campanha a passar.
domingo, 3 de agosto de 2008
Irão continua irredutível com programa nuclear
Concerning Iran's nuclear program, Ahmadinejad said, "Iranians will never step back from their inalienable rights."
Não poderia haver melhor momento para Teerão aproximar-se de Damasco, quando Israel mergulha numa crise política, com a saída, em breve, do Primeiro-Ministro que estava a abrir uma via para o entendimento regional entre os Estados vizinhos de Israel, Ehud Olmert.
Quanto aos diversos pontos da agenda de Al-Assad, na visita de três dias ao Irão, os principais responsáveis iranianos dão-se por muito satisfeitos com as rondas de entendimentos, que até há bem pouco pareciam mais débeis entre sírios e iranianos, com a possibilidade de Tel Aviv e Damasco aproximarem os seus pontos de vista.
O Irão continua empenhado no seu processo nuclear que, reiteram, é pacífico. Não se percebe, todavia, o secretismo do seu desenvolvimento. Ou melhor, deduz-se facilmente onde conduz o pseudo-pacifismo que as autoridades iranianas candidamente pretendem manifestar: possuir armamento atómico.
O tempo começa a esgotar-se, pois os avanços nucleares iranianos estão à beira de dar os frutos pretendidos pelo regime de Teerão.
(Publicado no Câmara de Comuns)
Não poderia haver melhor momento para Teerão aproximar-se de Damasco, quando Israel mergulha numa crise política, com a saída, em breve, do Primeiro-Ministro que estava a abrir uma via para o entendimento regional entre os Estados vizinhos de Israel, Ehud Olmert.
Quanto aos diversos pontos da agenda de Al-Assad, na visita de três dias ao Irão, os principais responsáveis iranianos dão-se por muito satisfeitos com as rondas de entendimentos, que até há bem pouco pareciam mais débeis entre sírios e iranianos, com a possibilidade de Tel Aviv e Damasco aproximarem os seus pontos de vista.
O Irão continua empenhado no seu processo nuclear que, reiteram, é pacífico. Não se percebe, todavia, o secretismo do seu desenvolvimento. Ou melhor, deduz-se facilmente onde conduz o pseudo-pacifismo que as autoridades iranianas candidamente pretendem manifestar: possuir armamento atómico.
O tempo começa a esgotar-se, pois os avanços nucleares iranianos estão à beira de dar os frutos pretendidos pelo regime de Teerão.
(Publicado no Câmara de Comuns)
sábado, 2 de agosto de 2008
Aumenta a tensão no Cáucaso
Pelo menos seis pessoas morreram e treze ficaram feridas esta madrugada ma Geórgia durante confrontos armados entre tropas nacionais e da região separatista da Ossétia do Sul.
O clima de crispação entre as regiões separatistas georgianas e a Geórgia voltam a causar mortes. E prevê-se que os confrontos se repitam nestes dias.
O clima de crispação entre as regiões separatistas georgianas e a Geórgia voltam a causar mortes. E prevê-se que os confrontos se repitam nestes dias.
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
A primeira audiência de Karadzic
Radovan Karadzic pediu hoje mais tempo para analisar as acusações que lhe são feitas pelo Tribunal Penal Internacional para a ex-Jugoslávia (TPIJ) antes de se pronunciar inocente ou culpado. O antigo líder dos sérvios bósnios compareceu esta tarde pela primeira vez na instância e confirmou que prescinde de advogado.
De acordo com os estatutos do tribunal, o arguido tem 30 dias para se pronunciar sobre as acusações sendo que, o incumprimento deste prazo, equivale a uma declaração de culpa.
Face à decisão de Karadzic, o juiz Alphons Orie agendou nova audiência para 29 de Agosto, ao início da tarde.
Muitos sérvios e bósnios ficaram esta tarde colados ao ecrã de televisão para assistir à primeira audiência de Karadzic no TPI. Com uma postura muito serena e cortez para com os membros do Tribunal, o ex-líder dos sérvios da Sprska, na Bósnia, referiu que teve apoio norte-americano, entretanto desmentido por Richard Holdbrook, para ganhar imunidade, se em 1996 abandonasse a liderença sérvia na Bósnia. É um assunto que ainda vai fazer correr muita tinta e para continuar a acompanhar.
De acordo com os estatutos do tribunal, o arguido tem 30 dias para se pronunciar sobre as acusações sendo que, o incumprimento deste prazo, equivale a uma declaração de culpa.
Face à decisão de Karadzic, o juiz Alphons Orie agendou nova audiência para 29 de Agosto, ao início da tarde.
Muitos sérvios e bósnios ficaram esta tarde colados ao ecrã de televisão para assistir à primeira audiência de Karadzic no TPI. Com uma postura muito serena e cortez para com os membros do Tribunal, o ex-líder dos sérvios da Sprska, na Bósnia, referiu que teve apoio norte-americano, entretanto desmentido por Richard Holdbrook, para ganhar imunidade, se em 1996 abandonasse a liderença sérvia na Bósnia. É um assunto que ainda vai fazer correr muita tinta e para continuar a acompanhar.
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