“Estamos muito preocupados com a escalada dos preços da comida aqui em casa e muito preocupados com todos os que não têm o que comer no mundo”, disse hoje George W. Bush. Mas, em conferência de imprensa, sobre o estado da economia, o Presidente norte-americano disse que não acredita que o etanol tenha grande peso na inflação dos bens alimentares.
Para Bush a inflação do preço da comida é devida ao clima, ao aumento da procura e aos preços dos recursos energéticos. O peso da produção do etanol, baseada em milho, é mínimo.
“E o mais importante é que seja claro que é do interesse nacional que os nossos agricultores cultivem energia para que não fiquemos dependentes de outras partes do globo mais instáveis ou que não gostam de nós”.
Lula não está só na defesa dos biocombustíveis. Bush também o acompanha na cruzada.
Moral da estória: primeiro produz-se energia, depois logo se vê o que se come.
Infelizmente, a ordem natural da sobrevivência depende do inverso.
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quarta-feira, 30 de abril de 2008
Orgulhosamente só
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que atribuir a causa da crise dos alimentos à produção de biocombustíveis é "uma distorção absurda"
Há dias, antes mesmo de rebentar a actual crise alimentar no globo, e que já se sentia nalguns países, referi que Lula devia tomar medidas preventivas, antes que o gigante sul-americano fosse afectado pela actual conjuntura mundial.
Os dias têm passado e a crise alimentar agrava-se. O Brasil, até agora, parece estar imune, a fazer fé nas palavras do seu Chefe de Estado. No entanto, seria bom que o Lula não mantivesse o discurso eufórico que tem sobre os biocombustíveis. Será que não percebe o que se passa no mundo?
Há dias, antes mesmo de rebentar a actual crise alimentar no globo, e que já se sentia nalguns países, referi que Lula devia tomar medidas preventivas, antes que o gigante sul-americano fosse afectado pela actual conjuntura mundial.
Os dias têm passado e a crise alimentar agrava-se. O Brasil, até agora, parece estar imune, a fazer fé nas palavras do seu Chefe de Estado. No entanto, seria bom que o Lula não mantivesse o discurso eufórico que tem sobre os biocombustíveis. Será que não percebe o que se passa no mundo?
terça-feira, 22 de abril de 2008
Contra os biocombustíveis
ha reiterado su rotunda oposición al uso de suelo agrícola para generar biocombustible, en contra de lo defendido por con su homólogo brasileño, Luiz Inácio Lula da Silva. En ese sentido, ha afirmado que por primera vez está de acuerdo con un diagnóstico del Banco Mundial (BM), que recientemente ha identificaod a los biocombustibles como uno de los factores causantes del alza de los precios de los cereales.
Um dos devotos do populismo sul-americano, o Presidente da Bolívia, também se opõe ao uso do solo com a finalidade dos biocombustíveis, ao contrário do seu homólogo brasileiro, Lula da Silva.
Um dos devotos do populismo sul-americano, o Presidente da Bolívia, também se opõe ao uso do solo com a finalidade dos biocombustíveis, ao contrário do seu homólogo brasileiro, Lula da Silva.
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Em defesa dos biocombustíveis
Lula afirma que biocombustíveis não reduzem área plantada de alimentos
Quando várias vozes referem que os biocombustíveis não são o "milagre" que aparentam, pois verifica-se o encarecimento de produtos elementares, devido à pretensão de mais energia renovável, eis que Lula continua a reiterar que a nova energia não provoca uma das causas apontadas pelos críticos do biocombustível: a redução de área plantada com fins alimentares.
Parece que a crise, alimentar e económica, que afecta outros países, o México por exemplo, por causa da produção de biocombustíveis ainda não chegou ao Brasil. Lula devia tomar medidas de precaução, antes que surja mais problema no país que governa.
Um assunto para continuar a seguir com atenção.
Quando várias vozes referem que os biocombustíveis não são o "milagre" que aparentam, pois verifica-se o encarecimento de produtos elementares, devido à pretensão de mais energia renovável, eis que Lula continua a reiterar que a nova energia não provoca uma das causas apontadas pelos críticos do biocombustível: a redução de área plantada com fins alimentares.
Parece que a crise, alimentar e económica, que afecta outros países, o México por exemplo, por causa da produção de biocombustíveis ainda não chegou ao Brasil. Lula devia tomar medidas de precaução, antes que surja mais problema no país que governa.
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