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quarta-feira, 12 de março de 2008
terça-feira, 11 de março de 2008
Ministro dos Santos agradece
"Dos 139 militantes, 46 tinham capacidade eleitoral, tendo a sua situação regularizada. Destes, 29 foram votar, o que corresponde a 63% de participação. Os 29 votos foram todos para a lista encabeçada por António Branco, que assim recebe 100% dos votos expressos. Tratou-se de uma clara manifestação de confiança dos militantes do PS, que entenderam renovar o seu mandato."
Caro Pedro,
Num concelho como Mafra, que está a receber um dos maiores impulsos de transformação no norte da Área Metropolitana de Lisboa, um partido, com a dimensão do PS, no distrito da capital e no País, contar com a situação acima transcrita, caso para dizer: algo vai mal na vida socialista do município do Convento.
É evidente que José Ministro dos Santos, um dos mais antigos edis, nem precisa de se preocupar muito com os seus adversários políticos.
Caro Pedro,
Num concelho como Mafra, que está a receber um dos maiores impulsos de transformação no norte da Área Metropolitana de Lisboa, um partido, com a dimensão do PS, no distrito da capital e no País, contar com a situação acima transcrita, caso para dizer: algo vai mal na vida socialista do município do Convento.
É evidente que José Ministro dos Santos, um dos mais antigos edis, nem precisa de se preocupar muito com os seus adversários políticos.
segunda-feira, 10 de março de 2008
E será que o País pode continuar como está?
Será que o PS aguenta?
O primeiro-ministro disse no sábado uma frase que lhe pode custar muito caro: "Não posso recuar naquilo em que acredito e em que estou absolutamente convencido".
O subdirector do Expresso, João Garcia, pergunta se o PS aguenta estas manifestações contra a política educativa. Numa área tão crucial para o futuro do País, como a Educação, a importância das análises focaliza-se em termos partidários e não nacionais.
Como o Secretário-Geral do PS já referiu, e bem, não se pode continuar a fazer de conta que está tudo bem e que nada é preciso fazer, como se a avaliação não fosse um elemento importante na melhoria do Ensino Público que o Governo está a promover.
O atraso estrutural do nosso País é mais do que conhecido, quando analisado no quadro europeu, e nós, por cá, andamos preocupados, nesta espuma dos dias, se uma política deve ou não ser prosseguida só por desagradar a uma parte de uma classe profissional, que, até ao momento, em termos de crítica não apresenta validade nenhuma.
Infelizmente, como se verifica em muitas análises que têm sido produzidas nos últimos dias, todos concordam com a necessidade de avaliar os professores, porém há sempre uma reticência qualquer, como se apoiar esta medida, indispensável, fosse um crime de lesa-pátria. Um erro é continuar a ser conivente com a ausência de avaliação.
A desinformação tem sido tanta que uma das mentiras mais badaladas é a imposição da avaliação ainda no presente corrente ano lectivo. Maria de Lurdes Rodrigues já explicou que isso fica ao critério de cada Escola, pois a política deste Governo vai no sentido de autonomizar, não centralizar, como se quer fazer crer.
Se realmente este Governo estivesse tão preocupado com as eleições do próximo ano e por isso agora ser necessário agradar a tudo e todos, como dizem, se realmente este Governo está tão preocupado com a sua imagem sem nada querer mudar, como se costuma ouvir e ler, será que esta política educativa estaria a ser assumida? Obviamente que não.
O primeiro-ministro disse no sábado uma frase que lhe pode custar muito caro: "Não posso recuar naquilo em que acredito e em que estou absolutamente convencido".
O subdirector do Expresso, João Garcia, pergunta se o PS aguenta estas manifestações contra a política educativa. Numa área tão crucial para o futuro do País, como a Educação, a importância das análises focaliza-se em termos partidários e não nacionais.
Como o Secretário-Geral do PS já referiu, e bem, não se pode continuar a fazer de conta que está tudo bem e que nada é preciso fazer, como se a avaliação não fosse um elemento importante na melhoria do Ensino Público que o Governo está a promover.
O atraso estrutural do nosso País é mais do que conhecido, quando analisado no quadro europeu, e nós, por cá, andamos preocupados, nesta espuma dos dias, se uma política deve ou não ser prosseguida só por desagradar a uma parte de uma classe profissional, que, até ao momento, em termos de crítica não apresenta validade nenhuma.
Infelizmente, como se verifica em muitas análises que têm sido produzidas nos últimos dias, todos concordam com a necessidade de avaliar os professores, porém há sempre uma reticência qualquer, como se apoiar esta medida, indispensável, fosse um crime de lesa-pátria. Um erro é continuar a ser conivente com a ausência de avaliação.
A desinformação tem sido tanta que uma das mentiras mais badaladas é a imposição da avaliação ainda no presente corrente ano lectivo. Maria de Lurdes Rodrigues já explicou que isso fica ao critério de cada Escola, pois a política deste Governo vai no sentido de autonomizar, não centralizar, como se quer fazer crer.
Se realmente este Governo estivesse tão preocupado com as eleições do próximo ano e por isso agora ser necessário agradar a tudo e todos, como dizem, se realmente este Governo está tão preocupado com a sua imagem sem nada querer mudar, como se costuma ouvir e ler, será que esta política educativa estaria a ser assumida? Obviamente que não.
sábado, 8 de março de 2008
Os socialistas de Lisboa entenderam que a situação da Concelhia da capital está boa e recomenda-se. Por isso, decidiram renovar mais um mandato ao actual Presidente da Concelhia.
A maioria foi manifesta e inequívoca. Por isso, respeite-se a vontade soberana dos militantes e saúde-se os vencedores.
Ao Miguel Coelho e à sua equipa os meus parabéns pela vitória alcançada.
A maioria foi manifesta e inequívoca. Por isso, respeite-se a vontade soberana dos militantes e saúde-se os vencedores.
Ao Miguel Coelho e à sua equipa os meus parabéns pela vitória alcançada.
quinta-feira, 6 de março de 2008
A dinâmica da mudança
Amanhã, os socialistas de Lisboa são convocados a escolher o futuro da sua Concelhia.
Ao longo dos últimos tempos tive oportunidade de acompanhar e fazer parte de uma equipa de camaradas que foi alargando e aumentado a sua base de apoio, em toda a cidade, pela vontade de ter um PS mais forte e dinâmico, que contribua para a melhoria e futuro de Lisboa.
O projecto de mudança que o Miguel Teixeira assume à concelhia socialista alfacinha, baseado no lema: Dar Força aos Militantes, esteve em constante crescimento e recebeu, sobretudo, um forte enriquecimento pela adesão e participação das pessoas.
São muitas e muitos os militantes que querem uma nova dinâmica e um novo impulso, desejando que se assuma e implemente, de vez, novas metodologias de trabalho, estabelecendo objectivos e metas, prestando regularmente contas, melhorando e rentabilizadon a informação e comunicação, em suma, cumprindo uma participação partidária activa e efectiva, que esteja em consonância com uma militância do século XXI.
Tenho acompanhado a campanha que o Miguel Teixeira, actual Secretário-Coordenador de Alvalade, realizou. E foi uma excelente campanha. Falou com camaradas de todas as Secções da Cidade que quiseram tomar conhecimento do seu projecto, tendo recebido muitas contribuições e apoios.
Por outro lado, o Miguel teve também a atenção, dada a responsabilidade da Concelhia na vida política autárquica de Lisboa, de reunir com todos os Presidentes da Câmara de Lisboa socialistas: Aquilino Ribeiro Machado, Jorge Sampaio, João Soares e António Costa, dando-lhes a conhecer o projecto para a Concelhia.
Ontem, o Miguel teve o último destes encontros, com Jorge Sampaio, que, ao que sei, correu bem, tal como foram bastante profícuos os encontros tidos com Ribeiro Machado, João Soares e António Costa, a quem prestou total solidariedade e apoio, pelo difícil mas grande trabalho que o actual Presidente da Câmara tem desenvolvido, perante uma situação de extrema dificuldade.
O projecto que o Miguel lidera conta com a motivação e ambição de muitos militantes, conforme foi patente em todas as reuniões tidas nas Secções, em querer ser parte activa e decisiva da vida do PS/Lisboa.
Há um programa estruturado, uma equipa coesa e uma profunda vontade de melhorar.
Oxalá amanhã a Mudança que o PS tanto precisa na capital se consolide, pois são anos difíceis mas estimulantes os que se apresentam.
Ao longo dos últimos tempos tive oportunidade de acompanhar e fazer parte de uma equipa de camaradas que foi alargando e aumentado a sua base de apoio, em toda a cidade, pela vontade de ter um PS mais forte e dinâmico, que contribua para a melhoria e futuro de Lisboa.
O projecto de mudança que o Miguel Teixeira assume à concelhia socialista alfacinha, baseado no lema: Dar Força aos Militantes, esteve em constante crescimento e recebeu, sobretudo, um forte enriquecimento pela adesão e participação das pessoas.
São muitas e muitos os militantes que querem uma nova dinâmica e um novo impulso, desejando que se assuma e implemente, de vez, novas metodologias de trabalho, estabelecendo objectivos e metas, prestando regularmente contas, melhorando e rentabilizadon a informação e comunicação, em suma, cumprindo uma participação partidária activa e efectiva, que esteja em consonância com uma militância do século XXI.
Tenho acompanhado a campanha que o Miguel Teixeira, actual Secretário-Coordenador de Alvalade, realizou. E foi uma excelente campanha. Falou com camaradas de todas as Secções da Cidade que quiseram tomar conhecimento do seu projecto, tendo recebido muitas contribuições e apoios.
Por outro lado, o Miguel teve também a atenção, dada a responsabilidade da Concelhia na vida política autárquica de Lisboa, de reunir com todos os Presidentes da Câmara de Lisboa socialistas: Aquilino Ribeiro Machado, Jorge Sampaio, João Soares e António Costa, dando-lhes a conhecer o projecto para a Concelhia.
Ontem, o Miguel teve o último destes encontros, com Jorge Sampaio, que, ao que sei, correu bem, tal como foram bastante profícuos os encontros tidos com Ribeiro Machado, João Soares e António Costa, a quem prestou total solidariedade e apoio, pelo difícil mas grande trabalho que o actual Presidente da Câmara tem desenvolvido, perante uma situação de extrema dificuldade.
O projecto que o Miguel lidera conta com a motivação e ambição de muitos militantes, conforme foi patente em todas as reuniões tidas nas Secções, em querer ser parte activa e decisiva da vida do PS/Lisboa.
Há um programa estruturado, uma equipa coesa e uma profunda vontade de melhorar.
Oxalá amanhã a Mudança que o PS tanto precisa na capital se consolide, pois são anos difíceis mas estimulantes os que se apresentam.
quarta-feira, 5 de março de 2008
Um mandato desafiante em Benfica e Campo de Ourique
Na próxima sexta, no PS/Lisboa, não se escolhe apenas a próxima Concelhia, mas também a liderança de cada Secção.
Em Benfica, a maior da cidade, a Inês e a sua equipa, que apresentam um bom programa de trabalho, terão uma difícil missão pela frente: constituir boas equipas e preparar bons programas para ganhar as eleições nas Freguesias de Benfica e São Domingos de Benfica, actualmente lideradas pelo PPD.
Porém, logo após a eleição, e se ganharem, como espero, defrontar-se-ão com um delicado caso na Freguesia de São Domingos de Benfica, que, pelo descalabro da gestão laranja na freguesia, está à beira de eleições intercalares. Esta situação, numa das maiores freguesias da cidade, merece, por parte da futura Concelhia de Lisboa e Secção de Benfica/São Domingos de Benfica, uma atenção especial.
Em Campo de Ourique, o Pedro Cegonho tem uma grande missão, além de ganhar a Secção, a sua principal tarefa será a de devolver a militância a uma Secção que há muito tem estado 'congelada' e onde o debate político não tem tido lugar. Pelo que sei, o Pedro apresentou uma boa equipa e um programa que quer efectivar com os militantes da Secção.
Oxalá os projectos que a Inês e o Pedro lideram sejam bem sucedidos, pois é a militância socialista que ganhará em Lisboa.
Em Benfica, a maior da cidade, a Inês e a sua equipa, que apresentam um bom programa de trabalho, terão uma difícil missão pela frente: constituir boas equipas e preparar bons programas para ganhar as eleições nas Freguesias de Benfica e São Domingos de Benfica, actualmente lideradas pelo PPD.
Porém, logo após a eleição, e se ganharem, como espero, defrontar-se-ão com um delicado caso na Freguesia de São Domingos de Benfica, que, pelo descalabro da gestão laranja na freguesia, está à beira de eleições intercalares. Esta situação, numa das maiores freguesias da cidade, merece, por parte da futura Concelhia de Lisboa e Secção de Benfica/São Domingos de Benfica, uma atenção especial.
Em Campo de Ourique, o Pedro Cegonho tem uma grande missão, além de ganhar a Secção, a sua principal tarefa será a de devolver a militância a uma Secção que há muito tem estado 'congelada' e onde o debate político não tem tido lugar. Pelo que sei, o Pedro apresentou uma boa equipa e um programa que quer efectivar com os militantes da Secção.
Oxalá os projectos que a Inês e o Pedro lideram sejam bem sucedidos, pois é a militância socialista que ganhará em Lisboa.
segunda-feira, 3 de março de 2008
A dinâmica da mudança
Os programas das duas candidaturas à Concelhia de Lisboa estão apresentados - a eleição decorre na próxima sexta-feira.
Após a leitura dos dois documentos, pela estrutura e conteúdo do que é apresentado por cada candidatura penso que as dúvidas quanto ao melhor projecto para o PS Lisboa são facilmente tiradas.
A candidatura Dar Força aos Militantes, liderada pelo Miguel Teixeira, apresenta um projecto coerente e qualificado para o futuro do PS/Lisboa, face a um projecto gasto e datado, com um conjunto de propostas desgarradas - confesso que nunca esperei -, conforme o programa da candidatura do Miguel Coelho atesta.
Agora já se percebe porque um camarada de Campo de Ourique referiu, a propósito da sessão de esclarecimento de Miguel Coelho na sua secção: Acho que não vale a pena estar a escrever sobre o que lá se passou.
Programas:
Lista A Miguel Coelho
Lista B Miguel Teixeira
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
As novas e boas formas de fazer política
contribuir para o sucesso das estruturas locais, para o sucesso do PS Nacional, fazer do distrito do Porto um distrito competitivo e ter um projecto relevante para os cidadãos.
Gostei de ler a entrevista que o Celso Guedes de Carvalho deu ao Primeiro de Janeiro.
O projecto político que o Celso está a coordenar, através do fomento de opiniões e ideias, em espaço público e aberto, canalizando-as, depois, para um projecto estruturado e a apresentar aos militantes da Federação do PS Porto, que em breve escolherão os corpos dirigentes distritais, merece reconhecimento.
Quando tanto se fala em falta de participação e debate, há quem aproveite e rentabilize os espaços de intervenção.
A Área Metropolitana do Porto e todo o Norte do País têm uma missão difícil pela frente, recuperar a dimensão e projecção que já tiveram e, deste modo, impulsionarem o desenvolvimento nacional.
Conforme indica um estudo de Augusto Mateus, com pouco mais de dois anos: Nas duas últimas décadas, o Norte divergiu da maioria das regiões do país em matéria de coesão social e competitividade.
Como podemos querer um País mais desenvolvido se um dos grandes pilares têm vindo a perder força?
A Regionalização, que tanta falta faz, precisa de ser assumida e encarada, definitivamente, como impulsionadora de Portugal, sob pena de qualquer dia apenas nos preocuparmos e termos como únicas atenções as duas grandes áreas metropolitanas.
É, pois, tempo de acreditar no norte!
Gostei de ler a entrevista que o Celso Guedes de Carvalho deu ao Primeiro de Janeiro.
O projecto político que o Celso está a coordenar, através do fomento de opiniões e ideias, em espaço público e aberto, canalizando-as, depois, para um projecto estruturado e a apresentar aos militantes da Federação do PS Porto, que em breve escolherão os corpos dirigentes distritais, merece reconhecimento.
Quando tanto se fala em falta de participação e debate, há quem aproveite e rentabilize os espaços de intervenção.
A Área Metropolitana do Porto e todo o Norte do País têm uma missão difícil pela frente, recuperar a dimensão e projecção que já tiveram e, deste modo, impulsionarem o desenvolvimento nacional.
Conforme indica um estudo de Augusto Mateus, com pouco mais de dois anos: Nas duas últimas décadas, o Norte divergiu da maioria das regiões do país em matéria de coesão social e competitividade.
Como podemos querer um País mais desenvolvido se um dos grandes pilares têm vindo a perder força?
A Regionalização, que tanta falta faz, precisa de ser assumida e encarada, definitivamente, como impulsionadora de Portugal, sob pena de qualquer dia apenas nos preocuparmos e termos como únicas atenções as duas grandes áreas metropolitanas.
É, pois, tempo de acreditar no norte!
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Lamentável
Esta tarde, recebi novo mail sobre a corrida eleitoral na Concelhia de Lisboa. O Gustavo Gouveia, que conheço, teria empregue o termo "fascista", em fim de análise de um comentário, a propósito de uma conversa que a Carla Madeira, Secretária Coordenadora do Bairro Alto - pessoa que conheço bem e por quem tenho muita estima e consideração pessoais, teria tido com militantes da Secção, no sentido destes não irem à sessão com o Miguel Teixeira, que se realizou há dias na sede da FAUL.
Ora, sobretudo pelo respeito e amizade que tenho pela Carla, que está muito acima de qualquer campanha e disputa partidária interna, procurei tirar a limpo esta história, pois tal insinuação é merecedora de total repúdio. Isto porque, independentemente das opções que a Carla Madeira (ou qualquer pessoa) tem em termos de melhor projecto para a Concelhia de Lisboa, e neste ponto eu não tenho a mesma interpretação da Carla, há uma coisa que eu sei que a Carla não faria, intimidar algum militante. E quando não partilhamos dos mesmos projectos, há uma questão de respeito que tem de prevalecer.
A troca de ideias e opiniões são salutares e enriquecem, o insulto dispensa-se, pois além de enfraquecer demonstra um estilo nada digno.
Devo referir, inclusive, a propósito desta campanha, que a 'Carla militante' tem apoiado o Miguel Coelho, o que é natural e legítimo, e a 'Carla Secretária-Coordenadora' tem dado a conhecer aos militantes do Bairro Alto as iniciativas dos dois candidatos, com imparcialidade. Numa atitude digna por parte dela, de modo a proporcionar o máximo de informação possível de cada candidatura a cada militante.
Ora, o Gustavo fez esse comentário e tal merece o meu total repúdio, pois o bom nome da Carla merece respeito.
Enfim... Espero que esta campanha interna não tenha mais episódios destes, que em nada contribuem para um bom e frutífero debate. Há que saber elevar e dignificar o PS/Lisboa, não rebaixar e insultar.
Ora, sobretudo pelo respeito e amizade que tenho pela Carla, que está muito acima de qualquer campanha e disputa partidária interna, procurei tirar a limpo esta história, pois tal insinuação é merecedora de total repúdio. Isto porque, independentemente das opções que a Carla Madeira (ou qualquer pessoa) tem em termos de melhor projecto para a Concelhia de Lisboa, e neste ponto eu não tenho a mesma interpretação da Carla, há uma coisa que eu sei que a Carla não faria, intimidar algum militante. E quando não partilhamos dos mesmos projectos, há uma questão de respeito que tem de prevalecer.
A troca de ideias e opiniões são salutares e enriquecem, o insulto dispensa-se, pois além de enfraquecer demonstra um estilo nada digno.
Devo referir, inclusive, a propósito desta campanha, que a 'Carla militante' tem apoiado o Miguel Coelho, o que é natural e legítimo, e a 'Carla Secretária-Coordenadora' tem dado a conhecer aos militantes do Bairro Alto as iniciativas dos dois candidatos, com imparcialidade. Numa atitude digna por parte dela, de modo a proporcionar o máximo de informação possível de cada candidatura a cada militante.
Ora, o Gustavo fez esse comentário e tal merece o meu total repúdio, pois o bom nome da Carla merece respeito.
Enfim... Espero que esta campanha interna não tenha mais episódios destes, que em nada contribuem para um bom e frutífero debate. Há que saber elevar e dignificar o PS/Lisboa, não rebaixar e insultar.
A dinâmica da mudança

M. Teixeira falou e obteve palmas.
Talvez porque se propôs a re-organizar ''a casa do PS Lisboa.'', com mais e melhor informação (nos dois sentidos), com planeamento de actividades, com prestação regular de contas, com transparência, com apoio e audição de militantes secções e autarcas, quanto aos problemas (e propostas de solução ou posição) das freguesias, município de Lisboa e do país, com referendos internos e primárias para escolher representantes e deputados.
Valeu bem a pena ouvir o Miguel Teixeira. Não tinha ainda qualquer opinião formada sobre o próprio, mas resolvi dar-lhe a mesma oportunidade que dei ao Miguel Coelho. Fui escutá-lo e hoje não tenho dúvidas, que dinâmica e sobretudo que evidência nas palavras e na estratégia de trabalho político.
in PS/Lumiar
Está a ser uma interessante e entusiasmante campanha interna da Concelhia de Lisboa do PS. Com muita dinâmica, a candidatura Dar Força aos Militantes tem vindo a reunir muitos apoios. E, o mais interessante, como um testemunho acima prova, é o querer conhecer os projectos em causa e, depois, de observados os dois, reconhecer que o do Miguel Teixeira garante a inovação e a mudança que a Concelhia precisa de receber.
Depois de há dias se notar o andar a reboque em termos de uma mensagem da candidatura do Miguel Coelho, com o anunciado militante no centro da política, quando o Miguel Teixeira assumiu, desde o princípio, o militante no centro da decisão, gosto de ver que a candidatura do Miguel Coelho começa assumir causas que o Miguel Teixeira já garantiu implementar no seu mandato, como o "assumir integralmente as ligações com todas as Freguesias da Cidade" e "lançar o debate sobre a reforma administrativa da cidade".
Estranha-se, todavia, como é que nestes últimos dois anos, em que estas questões são essenciais, não tenham sido assumidas. Até neste ponto, de marcar a agenda e propostas de campanha, a candidatura Dar Força aos Militantes se tem revelado uma autêntica lufada de ar fresco.
O debate está a gerar-se no PS/Lisboa e isso é bom para a vida interna do partido na cidade e para a militância, que tantas pessoas têm referido estar ausente.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
A dinâmica da mudança

Uma reunião interessante e frutífera, a que se realizou ontem à noite na Secção do Lumiar.
Tive muito gosto em conhecer pessoalmente quem faz deste blog um dos bons exemplos de militância socialista, diária, no País.
Gostei de ouvir o camarada Branquinho dizer que com tantas propostas da candidatura Dar Força aos Militantes, como é que o Miguel Teixeira irá implementá-las no seu mandato.
O Miguel foi objectivo, este é um projecto de quatro anos, período correspondente a dois mandatos que ele quer assumir, não mais, conforme assegurou. E um projecto que se consubstanciará assim que tomar posse, com carácter de implementação imediata: em termos de informação e comunicação directa com o militante, por forma a envolver o militante na vida interna do partido; assim como, arrancará o trabalho das freguesias, preparando, desde já, as autárquicas do próximo ano. E, muitas das propostas não são difíceis de concretizar. Aliás, algumas, pela sua simplicidade, estranha-se como ainda não foram concretizadas. Trata-se de aberturas básicas, mas essenciais, para uma efectiva militância, que têm no militante um activo e não um mero receptor, sem qualquer preocupação no seu envolvimento.
Por outro lado, um projecto partidário não se faz sem a participação das pessoas, não apenas os das listas concorrentes à Comissão Política, mas de todos os militantes. Por isso, gostei de ouvir o Miguel Teixeira dizer, com total abertura, que em termos de utilização das novas tecnologias o PS/Lisboa deve e tem de contar com os camaradas que estão dispostos a participar e assumir este projecto de militância aberto e plural, e no Lumiar há vários camaradas com capacidades e experiência para dinamizar um site, como o blog é disso prova.
O desafio que o Miguel Teixeira de certo modo lançou aos blogueres do PS/Lumiar, para que eles sejam parte envolvida e activa de um site da concelhia que seja efectivamente interactivo com os militantes, é um bom exemplo de que a futura concelhia será dinâmica e contará com todos.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
A dinâmica da mudança
A dinâmica de mudança que a candidatura Dar Força ao Militante está a gerar no PS/Lisboa tem sido bastante interessante, pois a cada dia que passa sente-se que a mudança está a começar a ter lugar, pois muitos militantes têm aderido e assumido um projecto que é de todos e para todos.
Ontem, o Miguel Teixeira, a Inês Drummond (que teve uma produtiva reunião de apresentação da sua candidatura à Secção de Benfica) e o Nuno Baltazar Mendes reuniram-se com António Costa. Um encontro relevante, pela importância cimeira que o PS tem de servir melhor Lisboa e os lisboetas; e, António Costa, pelo árduo e excelente trabalho que tem desenvolvido na Câmara Municipal, bem precisa de contar com um PS/Lisboa forte e activo.
Hoje à noite, no encontro com os militantes de Campo de Ourique, onde estive, gostei de ver a sala da histórica Padaria do Povo cheia. Foi fácil perceber, pelas inúmeras intervenções, que os militantes de Campo de Ourique querem tanto a sua Secção activa como a Concelhia.
No fundo, nota-se que a desilusão e o afastamento de muitos militantes começa a dar lugar ao interesse e ambição de cada um participar e voltar a contar na vida do partido.
Ontem, o Miguel Teixeira, a Inês Drummond (que teve uma produtiva reunião de apresentação da sua candidatura à Secção de Benfica) e o Nuno Baltazar Mendes reuniram-se com António Costa. Um encontro relevante, pela importância cimeira que o PS tem de servir melhor Lisboa e os lisboetas; e, António Costa, pelo árduo e excelente trabalho que tem desenvolvido na Câmara Municipal, bem precisa de contar com um PS/Lisboa forte e activo.
Hoje à noite, no encontro com os militantes de Campo de Ourique, onde estive, gostei de ver a sala da histórica Padaria do Povo cheia. Foi fácil perceber, pelas inúmeras intervenções, que os militantes de Campo de Ourique querem tanto a sua Secção activa como a Concelhia.
No fundo, nota-se que a desilusão e o afastamento de muitos militantes começa a dar lugar ao interesse e ambição de cada um participar e voltar a contar na vida do partido.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Candidaturas socialistas
Com eleições para as Secções, Concelhias e Federações previstas, surgem várias candidaturas que utilizam os blogues como meio privilegiado para o diálogo e interacção com os militantes.
Em Lisboa, a Inês Drummon, com quem tenho a honra de partilhar a mesma causa pela mudança na Concelhia de Lisboa, assume a candidatura ao Secretariado da Secção de Benfica/São Domingos de Benfica.
Em Mafra, o meu estimado Amigo Pedro Tomás lidera um projecto para uma concelhia.
No Porto, o Celso Guedes de Carvalho coordena uma equipa que se candidata à Federação do Porto.
Aos três desejo felicidades e que sejam bem sucedidos nos projectos que apresentam aos militantes.
Em Lisboa, a Inês Drummon, com quem tenho a honra de partilhar a mesma causa pela mudança na Concelhia de Lisboa, assume a candidatura ao Secretariado da Secção de Benfica/São Domingos de Benfica.
Em Mafra, o meu estimado Amigo Pedro Tomás lidera um projecto para uma concelhia.
No Porto, o Celso Guedes de Carvalho coordena uma equipa que se candidata à Federação do Porto.
Aos três desejo felicidades e que sejam bem sucedidos nos projectos que apresentam aos militantes.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
A dinâmica da mudança
Abri a minha caixa de correio electrónico e vejo um mail, de um camarada de Lisboa que já se tornou muito diligente em certos ofícios, publicitando um texto publicado no blogue do PS/Lumiar, que mais não faz do que caluniar e difamar o Miguel Teixeira, candidato à Concelhia de Lisboa.
Em primeiro lugar, estranho como os responsáveis do blogue do PS/Lumiar, um dos melhores do PS, dão relevo a um texto que até foi apresentado numa caixa de comentários e mais não faz do que caluniar uma pessoa. Nem de propósito, um camarada que assume uma candidatura à Concelhia de Lisboa. Simpatize-se ou não, concorde-se ou não com as suas propostas, merece respeito, como qualquer pessoa.
Em segundo, o camarada que me enviou o mail (como endereçou a muitos militantes do PS/Lisboa) devia, se fosse responsável, e estivesse realmente interessado em tirar a história das calúnias a limpo, contactar o Miguel Teixeira, que disponibiliza no seu site de candidatura vários contactos, entre os quais um número de telemóvel. Em vez do esclarecimento, preferiu dar eco à difamação, em vez da transparência, preferiu dar voz ao insulto gratuito, procurando manchar uma eleição interna que deve ter elevação.
Esta atitude diz muito da postura de quem não está minimamente interessado na qualidade e elevação do debate interno e limita-se, à falta de argumentos, caluniar e insultar. O que além de lamentável é pouco digno.
Mas, por qualquer razão que não conduzisse ao contacto directo com o Miguel Teixeira, pelo sucedido na última eleição para a Secção de Alvalade (uma das calúnias veiculadas), há um texto, de um camarada do PS/Alvalade que foi o adversário do Miguel na última eleição para a Secção, que reconhece a vitória do Miguel Teixeira e destaca a vitória da Secção do PS Alvalade, pela disputa interna que envolveu os militantes daquela Secção.
Agora surgem invenções caluniosas de uma eleição, que decorreu com toda a naturalidade há dois anos. Como alguns dizem, é preciso ter memória e os escritos, da época, não mentem.
A pouco mais de um mês da eleição da Concelhia de Lisboa do PS, esta difamação pode ser um sinal de algo, que, obviamente, merece repúdio e firme rejeição, pois uma campanha interna deve julgar propostas e medidas, não viver de calúnias e insultos.
Para já, em termos de campanha interna, noto como a candidatura do Miguel Coelho está a reboque das propostas que o Miguel Teixeira tem apresentado aos militantes.
O Miguel Teixeira, desde o primeiro momento, disse que a sua candidatura tem o militante no centro da decisão, veja-se, pois, agora, o que refere a candidatura do Miguel Coelho: o militante no centro da política.
Entre uma e outra proposta, distingue-se notoriamente a que quer o militante activo e a defensora do militante passivo.
Oxalá as pessoas tenham no debate e avaliação de propostas dos candidatos o primeiro e único interesse, pois a difamação apenas mancha, em primeiro e último caso, o bom-nome do PS.
Em primeiro lugar, estranho como os responsáveis do blogue do PS/Lumiar, um dos melhores do PS, dão relevo a um texto que até foi apresentado numa caixa de comentários e mais não faz do que caluniar uma pessoa. Nem de propósito, um camarada que assume uma candidatura à Concelhia de Lisboa. Simpatize-se ou não, concorde-se ou não com as suas propostas, merece respeito, como qualquer pessoa.
Em segundo, o camarada que me enviou o mail (como endereçou a muitos militantes do PS/Lisboa) devia, se fosse responsável, e estivesse realmente interessado em tirar a história das calúnias a limpo, contactar o Miguel Teixeira, que disponibiliza no seu site de candidatura vários contactos, entre os quais um número de telemóvel. Em vez do esclarecimento, preferiu dar eco à difamação, em vez da transparência, preferiu dar voz ao insulto gratuito, procurando manchar uma eleição interna que deve ter elevação.
Esta atitude diz muito da postura de quem não está minimamente interessado na qualidade e elevação do debate interno e limita-se, à falta de argumentos, caluniar e insultar. O que além de lamentável é pouco digno.
Mas, por qualquer razão que não conduzisse ao contacto directo com o Miguel Teixeira, pelo sucedido na última eleição para a Secção de Alvalade (uma das calúnias veiculadas), há um texto, de um camarada do PS/Alvalade que foi o adversário do Miguel na última eleição para a Secção, que reconhece a vitória do Miguel Teixeira e destaca a vitória da Secção do PS Alvalade, pela disputa interna que envolveu os militantes daquela Secção.
Agora surgem invenções caluniosas de uma eleição, que decorreu com toda a naturalidade há dois anos. Como alguns dizem, é preciso ter memória e os escritos, da época, não mentem.
A pouco mais de um mês da eleição da Concelhia de Lisboa do PS, esta difamação pode ser um sinal de algo, que, obviamente, merece repúdio e firme rejeição, pois uma campanha interna deve julgar propostas e medidas, não viver de calúnias e insultos.
Para já, em termos de campanha interna, noto como a candidatura do Miguel Coelho está a reboque das propostas que o Miguel Teixeira tem apresentado aos militantes.
O Miguel Teixeira, desde o primeiro momento, disse que a sua candidatura tem o militante no centro da decisão, veja-se, pois, agora, o que refere a candidatura do Miguel Coelho: o militante no centro da política.
Entre uma e outra proposta, distingue-se notoriamente a que quer o militante activo e a defensora do militante passivo.
Oxalá as pessoas tenham no debate e avaliação de propostas dos candidatos o primeiro e único interesse, pois a difamação apenas mancha, em primeiro e último caso, o bom-nome do PS.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
Lisboa volta a ter um rumo
O PS celebra hoje, e bem, os seis meses de liderança da Câmara de Lisboa. Liderança decorrente de uma situação pouco comum na cidade, tal o estado de degradação que recrudescia, devido à governação do PPD.
Inimaginável há uns anos, mas que foi, infelizmente, bem patente até há pouco tempo.
Após seis trágicos anos de (des)governação, a autarquia volta a ter um rumo, um projecto para a cidade, assentes na credibilidade e rigor que António Costa tem desenvolvido como edil da capital, como se tem verificado nestes meses.
Este marco, de meio ano do PS na liderança da autarquia, deve ser também um momento adequado para a reflexão e para encarar o futuro.
E, em política, o futuro deve encarar-se com as devidas e necessárias lições e ilações do que se passou. E estas tanto se devem tirar no momento da derrota como no da vitória.
O PS em Lisboa não quis tirar nenhuma conclusão do resultado de 2005 nem de 2007. Mas devia e precisava de tirar, até porque as responsabilidades são maiores com a condução dos desígnios da autarquia.
O PS em Lisboa não pode, pois, repetir certos actos e posições que se verificaram antes de António Costa ter assumido a candidatura à Câmara Municipal.
Devia ter ficado claro que as hesitações exibidas no tempo de Carmona foram um erro, que a exigência de uma clarificação quanto ao futuro da capital, convocando, para tal, os munícipes a pronunciar-se, devia ter sido assumida, antes mesmo da tardia mas ainda lúcida, reconheça-se, intervenção de Marques Mendes, quando pediu eleições intercalares - tal não era então já o avançado estado de desagregação da autarquia. Situação esta que hoje convoca António Costa para uma árdua e complexa tarefa de endireitar os serviços municipais, para que estes estejam ao serviço da cidade.
O momento deve ser de satisfação para o PS, naturalmente, pois os lisboetas voltaram a ter confiança na sua Câmara, no seu Presidente e no futuro da cidade. Mas o momento tem de ser, também, de rigor e credibilidade, pois os desafios não são fáceis e as dificuldades inúmeras.
Inimaginável há uns anos, mas que foi, infelizmente, bem patente até há pouco tempo.
Após seis trágicos anos de (des)governação, a autarquia volta a ter um rumo, um projecto para a cidade, assentes na credibilidade e rigor que António Costa tem desenvolvido como edil da capital, como se tem verificado nestes meses.
Este marco, de meio ano do PS na liderança da autarquia, deve ser também um momento adequado para a reflexão e para encarar o futuro.
E, em política, o futuro deve encarar-se com as devidas e necessárias lições e ilações do que se passou. E estas tanto se devem tirar no momento da derrota como no da vitória.
O PS em Lisboa não quis tirar nenhuma conclusão do resultado de 2005 nem de 2007. Mas devia e precisava de tirar, até porque as responsabilidades são maiores com a condução dos desígnios da autarquia.
O PS em Lisboa não pode, pois, repetir certos actos e posições que se verificaram antes de António Costa ter assumido a candidatura à Câmara Municipal.
Devia ter ficado claro que as hesitações exibidas no tempo de Carmona foram um erro, que a exigência de uma clarificação quanto ao futuro da capital, convocando, para tal, os munícipes a pronunciar-se, devia ter sido assumida, antes mesmo da tardia mas ainda lúcida, reconheça-se, intervenção de Marques Mendes, quando pediu eleições intercalares - tal não era então já o avançado estado de desagregação da autarquia. Situação esta que hoje convoca António Costa para uma árdua e complexa tarefa de endireitar os serviços municipais, para que estes estejam ao serviço da cidade.
O momento deve ser de satisfação para o PS, naturalmente, pois os lisboetas voltaram a ter confiança na sua Câmara, no seu Presidente e no futuro da cidade. Mas o momento tem de ser, também, de rigor e credibilidade, pois os desafios não são fáceis e as dificuldades inúmeras.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
A dinâmica da mudança
Excelente sessão de esclarecimento da candidatura do Miguel Teixeira, ontem à noite, na Secção de Alvalade.
Casa mais do que cheia. Boa apresentação do Miguel, excelente debate político promovido pelos militantes.
Constata-se que os militantes do PS/Lisboa querem ter uma Concelhia activa e que lhes dê a capacidade de escolher.
A dinâmica de mudança está a ganhar dimensão e cada vez mais força.
A mudança está a começar a ter lugar!
Casa mais do que cheia. Boa apresentação do Miguel, excelente debate político promovido pelos militantes.
Constata-se que os militantes do PS/Lisboa querem ter uma Concelhia activa e que lhes dê a capacidade de escolher.
A dinâmica de mudança está a ganhar dimensão e cada vez mais força.
A mudança está a começar a ter lugar!
sábado, 26 de janeiro de 2008
A dinâmica da mudança
A sessão de ontem à noite, a primeira da candidatura do Miguel Teixeira à Concelhia de Lisboa do PS, em Campo de Ourique, dedicada às Freguesias, foi bastante interessante.
Mesmo não podendo contar com a participação de Leonor Coutinho, por um imprevisto de última hora visto que esteve na SIC/Notícias onde foi entrevistada, Paulo Machado deu um excelente contributo, através de um enquadramento da realidade da cidade e o papel das Juntas de Freguesias na sua dinâmica, procedendo, posteriormente, à apresentação de um conjunto de respostas e soluções que se podem dar para os problemas e desafios que a cidade e, em particular, as freguesias enfrentam.
As palavras do Paulo Machado permitiram estimular a reflexão e o debate sobre as competências das Juntas de Freguesia e a forma como se encara a cidade.
Os meios, as competências, as responsabilidades, as limitações, nomeadamente no âmbito que a sessão focava: Educação, Ambiente e Solidariedade, entre outros, acabaram por ser debatidos por vários camaradas.
Como seria quase inevitável, a reforma administrativa da cidade foi focada.
A necessidade dos militantes de todas as secções do PS/Lisboa, e em especial, dos seus autarcas, de Juntas e Assembleias de Freguesia, terem um palavra a dizer foi sublinhada, pois, melhor do que ninguém, quem está no terreno conhece bem a realidade e tem uma palavra e um contributo decisivos nesta matéria, que não podem ser menorizados. Pelo contrário.
No encerramento, o Miguel Teixeira destacou, além da pertinência do tema, a qualidade do debate político que se tinha registado na sessão e que é preciso devolver aos militantes, não apenas em período de campanha, mas ao longo de todo o mandato e em todas as secções da cidade. Focando a temática da sessão, o Miguel enunciou algumas das suas prioridades em termos de política autárquica, quer em termos de inovação de métodos quer de novas abordagens que precisam ser assumidas. Medidas que cumprirá na Concelhia e contribuirão para uma nova fase no PS/Lisboa, colocando, finalmente, a Concelhia de Lisboa ao serviço dos actuais e futuros eleitos das 53 Freguesias da cidade, numa lógica de articulação e complementaridade do trabalho dos eleitos socialistas.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
A dinâmica da mudança
Tenho encontrado vários camaradas do PS/Lisboa e muitos manifestam desânimo e desagrado com o estado letárgico em que se encontra a Concelhia de Lisboa, ao mesmo tempo que referem ser impreterível mudar.
A falta de valorização da militância, a importância de contar com espaços políticos que sejam, de facto, consequentes e valorativos da participação e intervenção de cada um, são as mais elementares e legítimas pretensões de muitos militantes, que querem ter o seu PS, em Lisboa, activo e dinâmico.
Noto, também, que a candidatura do Miguel Teixeira começa a ser encarada como mais do que uma alternativa ao actual estado mórbido da Concelhia, não sendo encarada como uma candidatura que surge só para mudar pelo simples mudar, mas uma candidatura que se afirma e consolida como a viragem de capítulo no PS/Lisboa.
Gosto de notar o entusiasmo com que várias pessoas estão a encarar a primeira sessão de campanha, amanhã à noite, num espaço público, em Campo de Ourique, o Canas, centrando-se no papel decisivo das Freguesias na transformação e mudança da Cidade em áreas chave, como a Educação, o Ambiente e a Solidariedade. Uma sessão que destaca, por outro lado, a importância que os autarcas das Juntas e das Assembleias de Freguesia do PS desempenham em Lisboa, estejam no poder ou na oposição da Freguesia.
Afinal, os autarcas de Freguesia merecem e precisam de contar com o apoio da Concelhia, que não se pode resumir, quando há, ao período eleitoral.
A falta de valorização da militância, a importância de contar com espaços políticos que sejam, de facto, consequentes e valorativos da participação e intervenção de cada um, são as mais elementares e legítimas pretensões de muitos militantes, que querem ter o seu PS, em Lisboa, activo e dinâmico.
Noto, também, que a candidatura do Miguel Teixeira começa a ser encarada como mais do que uma alternativa ao actual estado mórbido da Concelhia, não sendo encarada como uma candidatura que surge só para mudar pelo simples mudar, mas uma candidatura que se afirma e consolida como a viragem de capítulo no PS/Lisboa.
Gosto de notar o entusiasmo com que várias pessoas estão a encarar a primeira sessão de campanha, amanhã à noite, num espaço público, em Campo de Ourique, o Canas, centrando-se no papel decisivo das Freguesias na transformação e mudança da Cidade em áreas chave, como a Educação, o Ambiente e a Solidariedade. Uma sessão que destaca, por outro lado, a importância que os autarcas das Juntas e das Assembleias de Freguesia do PS desempenham em Lisboa, estejam no poder ou na oposição da Freguesia.
Afinal, os autarcas de Freguesia merecem e precisam de contar com o apoio da Concelhia, que não se pode resumir, quando há, ao período eleitoral.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
Os poltrões do costume
Pela segunda vez, em quase cinco anos de blogosfera, apago um comentário. E faço pelas mesmas razões que fiz na primeira ocasião. O insulto e a calúnia.
A primeira vez foi na caixa de comentários deste texto. Agora, foi nesta.
É lamentável que num debate, que se quer salutar e profícuo, como o da Concelhia de Lisboa do PS, surjam algumas pessoas, a cobro do anonimato, aproveitem um espaço que permite e fomenta o debate, como a caixa de comentários aberta e sem moderação deste blogue faculta, para insultar e difamar pessoas, como sucedeu no comentário anónimo dirigido ao Miguel Teixeira que apaguei.
Aqui, neste blogue, nem o Miguel Teixeira nem o Miguel Coelho serão alvo de comentários que denigram a sua pessoa, pois há mais vida para além da concelhia e ambos merecem respeito e consideração.
Aproveitando o ensejo, de outro comentário anónimo constante na caixa de comentários, que me recomenda juízo, desde já agradeço o conselho. No entanto, vindo de quem vem, nem o posso seguir, nem o considero válido.
Não o sigo pela simples razão que falta decência em pedir o que não se pode pedir, juízo. O anonimato tem tanto de descomprometido como de cobarde.
Por outro lado, eu não ando escondido (curiosa afirmação vinda de um anónimo!).
Há dois anos, na anterior disputa da Concelhia, manifestei que não apoiava ninguém, por não me rever em nenhuma das duas candidatura. Está escrito.
Quanto à realidade de Lisboa e do PS/Lisboa, por diversas vezes tenho manifestado o meu ponto de vista, com o qual, se pode concordar ou divergir. É natural.
Não sou, como já fui, elemento da Concelhia. Por isso, não ando desaparecido. Ou será que só contam os eleitos? Os restantes militantes não importam?
Não é por acaso que começa a haver um grande afastamento de muitos militantes da política activa no PS/Lisboa. Afastamento que importa inverter.
Porém, ao contrário do que se refere no comentário anónimo, não omito, não me faço desentendido ou me demito de pronunciar quando as situações convocam as pessoas, em especial os militantes do PS/Lisboa, a pronunciar-se sobre questões que lhes dizem respeito, como o que sucedeu no anterior mandato municipal, ou já neste.
Quanto às críticas fundamentadas, já referi, aqui, porque já apoiei o Miguel Coelho e hoje não. Basta ler o ponto dois do texto.
Enfim, do comentário anónimo, o melhor que pude ler, foi o meu despedimento, e o do Luís Tito, do Tugir. Quem seria o patrão do blogue para nos despedir? Enfim...
P.S.- Talvez o meu amigo e camarada Zé, que é dado às tentativas de brincar à Ciência Política e à Teoria Política, possa explicar, além de tentar corroborar a tese de como um mandato político com mais de uma década se renova, por que numa campanha interna, algumas pessoas, em vez de analisarem o quadro interno e as propostas, apenas sabem insultar e caluniar pessoas, envergando a capa do anonimato.
A primeira vez foi na caixa de comentários deste texto. Agora, foi nesta.
É lamentável que num debate, que se quer salutar e profícuo, como o da Concelhia de Lisboa do PS, surjam algumas pessoas, a cobro do anonimato, aproveitem um espaço que permite e fomenta o debate, como a caixa de comentários aberta e sem moderação deste blogue faculta, para insultar e difamar pessoas, como sucedeu no comentário anónimo dirigido ao Miguel Teixeira que apaguei.
Aqui, neste blogue, nem o Miguel Teixeira nem o Miguel Coelho serão alvo de comentários que denigram a sua pessoa, pois há mais vida para além da concelhia e ambos merecem respeito e consideração.
Aproveitando o ensejo, de outro comentário anónimo constante na caixa de comentários, que me recomenda juízo, desde já agradeço o conselho. No entanto, vindo de quem vem, nem o posso seguir, nem o considero válido.
Não o sigo pela simples razão que falta decência em pedir o que não se pode pedir, juízo. O anonimato tem tanto de descomprometido como de cobarde.
Por outro lado, eu não ando escondido (curiosa afirmação vinda de um anónimo!).
Há dois anos, na anterior disputa da Concelhia, manifestei que não apoiava ninguém, por não me rever em nenhuma das duas candidatura. Está escrito.
Quanto à realidade de Lisboa e do PS/Lisboa, por diversas vezes tenho manifestado o meu ponto de vista, com o qual, se pode concordar ou divergir. É natural.
Não sou, como já fui, elemento da Concelhia. Por isso, não ando desaparecido. Ou será que só contam os eleitos? Os restantes militantes não importam?
Não é por acaso que começa a haver um grande afastamento de muitos militantes da política activa no PS/Lisboa. Afastamento que importa inverter.
Porém, ao contrário do que se refere no comentário anónimo, não omito, não me faço desentendido ou me demito de pronunciar quando as situações convocam as pessoas, em especial os militantes do PS/Lisboa, a pronunciar-se sobre questões que lhes dizem respeito, como o que sucedeu no anterior mandato municipal, ou já neste.
Quanto às críticas fundamentadas, já referi, aqui, porque já apoiei o Miguel Coelho e hoje não. Basta ler o ponto dois do texto.
Enfim, do comentário anónimo, o melhor que pude ler, foi o meu despedimento, e o do Luís Tito, do Tugir. Quem seria o patrão do blogue para nos despedir? Enfim...
P.S.- Talvez o meu amigo e camarada Zé, que é dado às tentativas de brincar à Ciência Política e à Teoria Política, possa explicar, além de tentar corroborar a tese de como um mandato político com mais de uma década se renova, por que numa campanha interna, algumas pessoas, em vez de analisarem o quadro interno e as propostas, apenas sabem insultar e caluniar pessoas, envergando a capa do anonimato.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
É tempo de contar com um PS activo e forte em Lisboa
Caro Zé,
Se referi o caso francês e não o britânico ou espanhol, é porque no primeiro exemplo, há anos que o PS está na oposição e os dirigentes do partido consideram que estão bem com o rumo que mantêm. Depois admiram-se que os franceses não depositam nas urnas confiança nas propostas dos socialistas. Será que os cidadãos franceses estão errados no apoio que prestam há vários anos?
Ségolène, que deu esperança ao socialismo francês e ao próprio país, acabou por ser alvo dos próprios camaradas, mais interessados em manter a sua situação pessoal do que interessados nos problemas e desafios que se colocam. Ségolène conseguiu abrir o partido, enquanto os instalados há anos apenas o querem à deriva, desde que eles sobrevivam.
Quanto a Blair e González, que referes, não tens ponto de comparação. O primeiro saiu depois de três vitórias consecutivas e o terceiro mandato de Blair já dava sinais de desgaste. É natural. O poder desgasta e cria vícios, por isso os mandatos não devem ser extensivos.
Quanto a González, este saiu de cena quando perdeu as eleições em 1996, ao fim de um longo ciclo de vitórias, que começou no início da década de 80. Assumiu as suas responsabilidades e permitiu a regeneração do PSOE, depois de vários bons mandatos, com os últimos a comprometerem a qualidade inicial. Primeiros mandatos que deram à Espanha as condições de ser hoje a 8ª economia mundial.
Dir-me-ás quando, em Lisboa, a concelhia quis interpretar as derrotas autárquicas de 2001 e de 2005, assim como a escassa vitória de 2007. Não podes dizer, porque não houve essa vontade. Sobretudo na derrota de 2005, quando era avaliado um dos piores mandatos da cidade, com a gestão de Santana e Carmona.
E, na última eleição, que o PS venceu, não fosse a credibilidade e qualidade pessoal e política do nosso candidato, António Costa, e o PS sujeitava-se a um resultado pouco digno, tais os erros que a concelhia assumiu no mandato entre 2005 e 2007, com alguns casos pouco dignos, e que podia ter comprometido a candidatura do PS.
Por outro lado, o PS/Lisboa titubeou e, em momentos decisivos, não quis assumir a clarificação que há muito a cidade e os munícipes queiram na Câmara Municipal, com a desastrosa gestão do PPD, que desde 2001 conseguiu que a cidade começasse a perder a qualidade que as gestões socialistas fomentaram desde 1990.
Em política, é preciso assumir responsabilidades, tanto no momento das vitórias como das derrotas. Em Lisboa, estas responsabilidades não têm sido assumidas. Como se fosse indiferente ganhar ou perder.
Não fosse a agoniante gestão laranja cair de podre e ainda hoje, provavelmente, pela parte da coordenação do PS/Lisboa, a cidade contaria com uma das piores gestões.
António Costa tem realizado um excelente trabalho na Câmara Municipal, perante as inúmeras e árduas dificuldades que encontrou, devido à herança calamitosa que recebeu. Mais do que nunca, é preciso um PS/Lisboa forte e activo. Isto, claro está, se queremos ter um projecto qualificado e dinâmico para as 53 freguesias e para a cidade.
Lisboa merece e exige isso ao PS. Assumamos, então, as nossas responsabilidades como militantes.
P.S.- Concordo contigo Rui, nada como conhecer e debater os programas que serão apresentados. O que se referiu até ao momento é o quadro que nos trouxe até ao presente.
Se referi o caso francês e não o britânico ou espanhol, é porque no primeiro exemplo, há anos que o PS está na oposição e os dirigentes do partido consideram que estão bem com o rumo que mantêm. Depois admiram-se que os franceses não depositam nas urnas confiança nas propostas dos socialistas. Será que os cidadãos franceses estão errados no apoio que prestam há vários anos?
Ségolène, que deu esperança ao socialismo francês e ao próprio país, acabou por ser alvo dos próprios camaradas, mais interessados em manter a sua situação pessoal do que interessados nos problemas e desafios que se colocam. Ségolène conseguiu abrir o partido, enquanto os instalados há anos apenas o querem à deriva, desde que eles sobrevivam.
Quanto a Blair e González, que referes, não tens ponto de comparação. O primeiro saiu depois de três vitórias consecutivas e o terceiro mandato de Blair já dava sinais de desgaste. É natural. O poder desgasta e cria vícios, por isso os mandatos não devem ser extensivos.
Quanto a González, este saiu de cena quando perdeu as eleições em 1996, ao fim de um longo ciclo de vitórias, que começou no início da década de 80. Assumiu as suas responsabilidades e permitiu a regeneração do PSOE, depois de vários bons mandatos, com os últimos a comprometerem a qualidade inicial. Primeiros mandatos que deram à Espanha as condições de ser hoje a 8ª economia mundial.
Dir-me-ás quando, em Lisboa, a concelhia quis interpretar as derrotas autárquicas de 2001 e de 2005, assim como a escassa vitória de 2007. Não podes dizer, porque não houve essa vontade. Sobretudo na derrota de 2005, quando era avaliado um dos piores mandatos da cidade, com a gestão de Santana e Carmona.
E, na última eleição, que o PS venceu, não fosse a credibilidade e qualidade pessoal e política do nosso candidato, António Costa, e o PS sujeitava-se a um resultado pouco digno, tais os erros que a concelhia assumiu no mandato entre 2005 e 2007, com alguns casos pouco dignos, e que podia ter comprometido a candidatura do PS.
Por outro lado, o PS/Lisboa titubeou e, em momentos decisivos, não quis assumir a clarificação que há muito a cidade e os munícipes queiram na Câmara Municipal, com a desastrosa gestão do PPD, que desde 2001 conseguiu que a cidade começasse a perder a qualidade que as gestões socialistas fomentaram desde 1990.
Em política, é preciso assumir responsabilidades, tanto no momento das vitórias como das derrotas. Em Lisboa, estas responsabilidades não têm sido assumidas. Como se fosse indiferente ganhar ou perder.
Não fosse a agoniante gestão laranja cair de podre e ainda hoje, provavelmente, pela parte da coordenação do PS/Lisboa, a cidade contaria com uma das piores gestões.
António Costa tem realizado um excelente trabalho na Câmara Municipal, perante as inúmeras e árduas dificuldades que encontrou, devido à herança calamitosa que recebeu. Mais do que nunca, é preciso um PS/Lisboa forte e activo. Isto, claro está, se queremos ter um projecto qualificado e dinâmico para as 53 freguesias e para a cidade.
Lisboa merece e exige isso ao PS. Assumamos, então, as nossas responsabilidades como militantes.
P.S.- Concordo contigo Rui, nada como conhecer e debater os programas que serão apresentados. O que se referiu até ao momento é o quadro que nos trouxe até ao presente.
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