Las FARC acusan a Uribe de mantener "secuestrado" al pequeño Emmanuel
La guerrilla confirma que el hijo de la política secuestrada Clara Rojas se encuentra en un orfanato de Bogotá
Antes do Natal, o Presidente venezuelano anunciava, depois de conversações com as FARC, que iriam ser libertados até ao final de 2007 prisioneiros detidos há anos pelo grupo terrorista colombiano.
Um dos elementos libertados seria o pequeno Emmanuel, filho de Clara Rojas, secretária de Ingrid Betancourt, fruto de uma relação que tivera com um elemento das FARC.
A anunciada libertação não teve lugar e logo o Chefe de Estado da Venezuela, como as FARC, acusaram o Presidente colombiano, Álvaro Uribe, de sabotar a missão de libertação e, também, de mentir, por Uribe ter dito que o pequeno Emmanuel não podia ser libertado, uma vez que não estava na posse das FARC.
Uribe tinha de provar o que dissera e os resultados de ADN conduzem à validação do argumento. E, mais do que o exame, é, agora, o argumento das FARC que comprova a verdade de Uribe, que Emmanuel estava em Bogotá e não na posse do grupo.
Diziam alguns que as FARC estavam de boa fé. Tanto estavam e estão que até anunciaram que libertariam quem já não tem detido.
Para quem ainda tem dúvidas da postura das FARC este caso é bem elucidativo quanto à atitude do grupo terrorista... E o mentiroso era Uribe!
domingo, 6 de janeiro de 2008
sábado, 5 de janeiro de 2008
70 anos
Antes de completar os 70 anos, Juan Carlos foi submetido a tempos de alguma agrura como o garante da unidade de Espanha, como não tivera há mais de duas décadas, quando foi essencial na transição da ditadura para a democracia e na consolidação desta.
Em 2007, foram várias as contestações que se prestaram ao regime monárquico e ao Chefe de Estado espanhol, que tiveram na queima pública de fotos do Rei um dos pontos mais marcantes do repúdio do regime.
Porém, a sua experiência e inteligência souberam fazer das suas hipotéticas fraquezas força e, por isso, a sua deslocação a Melilla e Ceuta, os enclaves no norte de África que há muito Marrocos reclama como território seu, mereceram, pela primeira vez, a visita oficial do Chefe de Estado de Espanha, num claro sinal de apelo à unidade de Espanha.
Não querendo provocar a diplomacia marroquina, mas sabia que a ia despertar e, como esperado, esta respondeu prontamente à visita do Rei aos dois territórios, considerando-a um ultraje ao Reino de Marrocos, Juan Carlos procurou e conseguiu demonstrar, com base nas críticas de um país estrangeiro ao Chefe de Estado espanhol, que a Espanha era una.
Não foi por acaso que após a visita aos territórios espanhóis situados no norte de África, onde nunca estivera em visita oficial, os críticos internos se calaram.
E, sem ser premeditada, como foi a visita a Ceuta e Melilla, a sua tirada, frente ao Presidente da Venezuela, na Cimeira Ibero-Americana, defendendo os Chefes de Governo de Espanha (Zapatero e Aznar), foi a cereja no topo do bolo, que devolveu o prestígio incólume que Juan Carlos tem em Espanha.
O Rei de Espanha, amigo de Portugal, completa hoje 70 anos e está em excelente forma.
Simpatize-se ou não com o regime, é indiscutível que parte do sucesso da Espanha democrática também se deve a Juan Carlos.
Não é por acaso que muitos temem a sua saída. A continuar como está, a coroa de Espanha terá, por muitos e bons anos, no trono o Rei da unidade e desenvolvimento do país.
Em 2007, foram várias as contestações que se prestaram ao regime monárquico e ao Chefe de Estado espanhol, que tiveram na queima pública de fotos do Rei um dos pontos mais marcantes do repúdio do regime.
Porém, a sua experiência e inteligência souberam fazer das suas hipotéticas fraquezas força e, por isso, a sua deslocação a Melilla e Ceuta, os enclaves no norte de África que há muito Marrocos reclama como território seu, mereceram, pela primeira vez, a visita oficial do Chefe de Estado de Espanha, num claro sinal de apelo à unidade de Espanha.
Não querendo provocar a diplomacia marroquina, mas sabia que a ia despertar e, como esperado, esta respondeu prontamente à visita do Rei aos dois territórios, considerando-a um ultraje ao Reino de Marrocos, Juan Carlos procurou e conseguiu demonstrar, com base nas críticas de um país estrangeiro ao Chefe de Estado espanhol, que a Espanha era una.
Não foi por acaso que após a visita aos territórios espanhóis situados no norte de África, onde nunca estivera em visita oficial, os críticos internos se calaram.
E, sem ser premeditada, como foi a visita a Ceuta e Melilla, a sua tirada, frente ao Presidente da Venezuela, na Cimeira Ibero-Americana, defendendo os Chefes de Governo de Espanha (Zapatero e Aznar), foi a cereja no topo do bolo, que devolveu o prestígio incólume que Juan Carlos tem em Espanha.
O Rei de Espanha, amigo de Portugal, completa hoje 70 anos e está em excelente forma.
Simpatize-se ou não com o regime, é indiscutível que parte do sucesso da Espanha democrática também se deve a Juan Carlos.
Não é por acaso que muitos temem a sua saída. A continuar como está, a coroa de Espanha terá, por muitos e bons anos, no trono o Rei da unidade e desenvolvimento do país.
Eleição na Geórgia
Resta saber, hoje, se o-grande-favorito-e-mais-que-provável-vencedor Saakashvili é eleito à primeira volta na eleição presidencial georgiana ou terá de disputar um segundo e final momento para renovar o mandato presidencial que exerce.
Corrida mais disputada
Depois de ter ganho na quinta no Iowa, se hoje, no Wyoming, Huckabee triunfar, penso que um dos favoritos, Mitt Romney, pode ver comprometida a sua corrida. O antigo Governador do Arkansas bem pode posicionar-se como principal favorito neste momento, decorrente das vitórias estaduais que pode começar a acumular e lhe garantem projecção nacional. E como as ondas de vitória ajudam o candidato, em especial no apelo aos indecisos - há sempre quem goste de estar do lado dos vencedores.
Por isso, nesta corrida, com contornos religiosos, e como eles pesam, entre Huckabee e Romney, o último pode perder a batalha.
Por outro lado, o grande favorito, Giuliani, tem praticamente abdicado de fazer campanha em vários Estados, onde a sua imagem de candidato Republicano mais liberal não passa, como no Iowa. A aposta num conjunto de Estados, nomeadamente os grandes, que lhe assegurem a nomeação Republicana, é uma estratégia de risco. Como o ex-Mayor disse na noite de quinta, à CNN, a partir da Florida, enquanto decorria a contagem de votos no Iowa, ele assume esta estratégia e considera que é a melhor para ele. De facto, percebe-se. Em Estados muito conservadores, um homem mais liberal terá dificuldades em bater um candidato com traços mais conservadores.
McCain é outro candidato que ainda avista a nomeação, se bem que não acredito (infelizmente) no seu sucesso. O resultado de New Hampshire, na quarta-feira, pode ser decisivo, para a sua continuação ou não na corrida.
Veremos o resultado de Wyoming e se reforça, ou não, a candidatura de Huckabee.
Por isso, nesta corrida, com contornos religiosos, e como eles pesam, entre Huckabee e Romney, o último pode perder a batalha.
Por outro lado, o grande favorito, Giuliani, tem praticamente abdicado de fazer campanha em vários Estados, onde a sua imagem de candidato Republicano mais liberal não passa, como no Iowa. A aposta num conjunto de Estados, nomeadamente os grandes, que lhe assegurem a nomeação Republicana, é uma estratégia de risco. Como o ex-Mayor disse na noite de quinta, à CNN, a partir da Florida, enquanto decorria a contagem de votos no Iowa, ele assume esta estratégia e considera que é a melhor para ele. De facto, percebe-se. Em Estados muito conservadores, um homem mais liberal terá dificuldades em bater um candidato com traços mais conservadores.
McCain é outro candidato que ainda avista a nomeação, se bem que não acredito (infelizmente) no seu sucesso. O resultado de New Hampshire, na quarta-feira, pode ser decisivo, para a sua continuação ou não na corrida.
Veremos o resultado de Wyoming e se reforça, ou não, a candidatura de Huckabee.
Estranho II
Notícia de 24 de Dezembro de 2007:
Os cinco membros da família francesa foram atacados perto da cidade de Aleg, cerca de 250 quilômetros ao sudeste de Nuakchott, a capital mauritana, por três indivíduos que roubaram seu dinheiro antes de atirar neles e fugir.
Notícia de 4 de Janeiro de 2008:
João Lagos, o organizador português, explicou que, quinta-feira ao fim do dia, o Governo francês «deu ordem» à organização para cancelar o rali, uma vez que a ameaça passou a ser «sobre todo o percurso, e não só na Mauritânia», onde tinham ocorrido a morte de quatro turistas franceses, há quinze dias, vítimas de extremistas islâmicos.
Penso que se consegue diferenciar ladrões de terroristas. Os últimos não andam propriamente a roubar dinheiro e os primeiros também podem ser letais, como foram no causo mauritano.
O modus operandi não é evidente?
Os cinco membros da família francesa foram atacados perto da cidade de Aleg, cerca de 250 quilômetros ao sudeste de Nuakchott, a capital mauritana, por três indivíduos que roubaram seu dinheiro antes de atirar neles e fugir.
Notícia de 4 de Janeiro de 2008:
João Lagos, o organizador português, explicou que, quinta-feira ao fim do dia, o Governo francês «deu ordem» à organização para cancelar o rali, uma vez que a ameaça passou a ser «sobre todo o percurso, e não só na Mauritânia», onde tinham ocorrido a morte de quatro turistas franceses, há quinze dias, vítimas de extremistas islâmicos.
Penso que se consegue diferenciar ladrões de terroristas. Os últimos não andam propriamente a roubar dinheiro e os primeiros também podem ser letais, como foram no causo mauritano.
O modus operandi não é evidente?
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sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
Estranho
Considero muito estranho o cancelamento da edição deste ano do Lisboa Dakar por razões de ameaça de terrorismo.
Que se saiba, há muito tempo que os territórios de África por onde a prova passa, circulam e estão estabelecidos vários grupos terroristas. Provavelmente, nos anos anteriores, o risco de atentados terroristas, nomeadamente em Marrocos era maior. Conforme os diversos ataques de que Marrocos foi alvo podem atestar.
E, estranho mais, quando o Governo francês surge e é decisivo no cancelamento da prova, por causa do assassinato recente, na Mauritânia, de quatro cidadãos franceses.
Ora, na região, o perigo, em termos de terrorismo, reside, presentemente, na Argélia, como os últimos tempos tragicamente têm comprovado. Só em 2006 morreram 500 pessoas na última colónia francesa devido a atentados terroristas. Já este ano, mais umas pessoas morreram na sequência de um ataque perpetrado numa cidade perto de Argel. Isto significa que os Estados vizinhos da Argélia, como a Mauritânia, estão a salvo e imunes ao terrorismo, em especial da célula da Al-Qaeda que opera no Magreb (o antigo Grupo Salafista para a Predicação e Combate)? Obviamente que não. Porém, depois do que sucedeu em Setembro de 2001, só agora é que há perigos? Antes não haveriam os mesmos riscos?
Riscos, no Dakar, existem sempre.
Por acaso gostaria de saber, se tivesse um condão que me dissesse o que se poderia passar, se o percurso fosse Paris Dakar haveria ou não prova.
Que se saiba, há muito tempo que os territórios de África por onde a prova passa, circulam e estão estabelecidos vários grupos terroristas. Provavelmente, nos anos anteriores, o risco de atentados terroristas, nomeadamente em Marrocos era maior. Conforme os diversos ataques de que Marrocos foi alvo podem atestar.
E, estranho mais, quando o Governo francês surge e é decisivo no cancelamento da prova, por causa do assassinato recente, na Mauritânia, de quatro cidadãos franceses.
Ora, na região, o perigo, em termos de terrorismo, reside, presentemente, na Argélia, como os últimos tempos tragicamente têm comprovado. Só em 2006 morreram 500 pessoas na última colónia francesa devido a atentados terroristas. Já este ano, mais umas pessoas morreram na sequência de um ataque perpetrado numa cidade perto de Argel. Isto significa que os Estados vizinhos da Argélia, como a Mauritânia, estão a salvo e imunes ao terrorismo, em especial da célula da Al-Qaeda que opera no Magreb (o antigo Grupo Salafista para a Predicação e Combate)? Obviamente que não. Porém, depois do que sucedeu em Setembro de 2001, só agora é que há perigos? Antes não haveriam os mesmos riscos?
Riscos, no Dakar, existem sempre.
Por acaso gostaria de saber, se tivesse um condão que me dissesse o que se poderia passar, se o percurso fosse Paris Dakar haveria ou não prova.
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Assumir responsabilidades
Diz o camarada Manuel Alegre que o papel esquerda é «inventar soluções».
Eu considero que o papel da esquerda é assumir responsabilidades e garantir melhores condições de vida aos cidadãos, tendo em vista o progresso global.
As invenções normalmente não costumam ser grandes aliadas da estabilidade e segurança pessoal, social e económica, que assiste a cada Cidadão.
Eu considero que o papel da esquerda é assumir responsabilidades e garantir melhores condições de vida aos cidadãos, tendo em vista o progresso global.
As invenções normalmente não costumam ser grandes aliadas da estabilidade e segurança pessoal, social e económica, que assiste a cada Cidadão.
Vitória esperada
Como se previa, Obama ganhou o caucus no Iowa, onde era o favorito.
Hillary ficou em terceiro, atrás de Edwards. Posição que deu aso a algumas interpretações pouco favoráveis à Senadora de Nova Iorque, que já a vêem em grandes dificuldades, por causa do lugar obtido no primeiro teste.
Todavia, na próxima quarta, na primária do Estado de New Hampshire, onde Hillary é a grande favorita, pode desfazer-se este mito que se tenta criar, tendo os Republicanos uma preferência por qualquer candidato Democrata na recta final excepto por Hillary. Por que será?!
Edwards, que alguns antevêem como possível desistente a curto prazo, deverá manter-se até Fevereiro, pelo menos.
Edwards, o menos favorito dos principais candidatos Democratas, pode, na verdade, ter um papel chave no desfecho da corrida Democrata, se depois do dia 5 de Fevereiro (super-terça, quando se realizam eleições em vários Estados, valendo o acto eleitoral deste dia um peso de 51% na eleição de delegados - ontem, Iowa valia 1,4%) optar por desistir e prestar apoio a uma das duas candidaturas favoritas. O que é bem possível.
Considero que Edwards faria uma boa dupla com Hillary. Mas isso, só daqui a umas semanas ficará mais nítido.
Hillary ficou em terceiro, atrás de Edwards. Posição que deu aso a algumas interpretações pouco favoráveis à Senadora de Nova Iorque, que já a vêem em grandes dificuldades, por causa do lugar obtido no primeiro teste.
Todavia, na próxima quarta, na primária do Estado de New Hampshire, onde Hillary é a grande favorita, pode desfazer-se este mito que se tenta criar, tendo os Republicanos uma preferência por qualquer candidato Democrata na recta final excepto por Hillary. Por que será?!
Edwards, que alguns antevêem como possível desistente a curto prazo, deverá manter-se até Fevereiro, pelo menos.
Edwards, o menos favorito dos principais candidatos Democratas, pode, na verdade, ter um papel chave no desfecho da corrida Democrata, se depois do dia 5 de Fevereiro (super-terça, quando se realizam eleições em vários Estados, valendo o acto eleitoral deste dia um peso de 51% na eleição de delegados - ontem, Iowa valia 1,4%) optar por desistir e prestar apoio a uma das duas candidaturas favoritas. O que é bem possível.
Considero que Edwards faria uma boa dupla com Hillary. Mas isso, só daqui a umas semanas ficará mais nítido.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
O branqueamento do PCP
Quanto mais jovens, mais positiva é a sua imagem da ex-RDA
Não deixo de lamentar a hipocrisia do PCP.
Aludindo a um estudo que se efectuou na Alemanha, a jovens com idades entre os 15 e os 17 anos, os comunistas portugueses manifestam indignação por a análise dos dados apresentados apresentar inquietude, sobretudo no que se refere ao desconhecimento do papel da polícia política - STASI - na RDA, conforme o artigo da edição do Avante destaca:
Segundo o diário francês Le Monde (29.12), que divulga alguns aspectos do inquérito publicado no dia 27, os resultados relativos ao estado oriental de Brandeburgo são «inquietantes».
«Inquietantes» porque, na opinião do prestigiado matutino, estes adolescentes que cresceram no território da tal «ditadura comunista», afinal, «conhecem menos a história da RDA que os seus compatriotas da Renânia do Norte-Vestefália», situada no Ocidente.
Como atestado dessa «ignorância», o jornal aponta o facto de 37 por cento dos inquiridos terem respondido que a Stasi, nome dos órgãos se segurança do Estado socialista, era um serviço de informações como outro qualquer.
Por outro lado, o PCP tem dificuldades em aceitar a RDA como uma ditadura, por isso alude à "tal «ditadura comunista".
Para o PCP, os jovens alemães que manifestam simpatia pela RDA, mesmo desconhecendo o que era o regime, não demonstram "ignorância" mas "realismo".
O que não diria o PCP se em Portugal surgisse um estudo com jovens a simpatizar com o Estado Novo, mesmo não sabendo o que foi e fez a PIDE (com a sua boa dose de razão o PCP se indignaria, pois muitos dos seus militantes sentiram e sofreram na pele pela falta de Liberdade em Portugal, a mesma que não existia na RDA).
O PCP devia ter vergonha pelos elogios que presta às defuntas e pouco saudosas ditaduras comunistas.
Não deixo de lamentar a hipocrisia do PCP.
Aludindo a um estudo que se efectuou na Alemanha, a jovens com idades entre os 15 e os 17 anos, os comunistas portugueses manifestam indignação por a análise dos dados apresentados apresentar inquietude, sobretudo no que se refere ao desconhecimento do papel da polícia política - STASI - na RDA, conforme o artigo da edição do Avante destaca:
Segundo o diário francês Le Monde (29.12), que divulga alguns aspectos do inquérito publicado no dia 27, os resultados relativos ao estado oriental de Brandeburgo são «inquietantes».
«Inquietantes» porque, na opinião do prestigiado matutino, estes adolescentes que cresceram no território da tal «ditadura comunista», afinal, «conhecem menos a história da RDA que os seus compatriotas da Renânia do Norte-Vestefália», situada no Ocidente.
Como atestado dessa «ignorância», o jornal aponta o facto de 37 por cento dos inquiridos terem respondido que a Stasi, nome dos órgãos se segurança do Estado socialista, era um serviço de informações como outro qualquer.
Por outro lado, o PCP tem dificuldades em aceitar a RDA como uma ditadura, por isso alude à "tal «ditadura comunista".
Para o PCP, os jovens alemães que manifestam simpatia pela RDA, mesmo desconhecendo o que era o regime, não demonstram "ignorância" mas "realismo".
O que não diria o PCP se em Portugal surgisse um estudo com jovens a simpatizar com o Estado Novo, mesmo não sabendo o que foi e fez a PIDE (com a sua boa dose de razão o PCP se indignaria, pois muitos dos seus militantes sentiram e sofreram na pele pela falta de Liberdade em Portugal, a mesma que não existia na RDA).
O PCP devia ter vergonha pelos elogios que presta às defuntas e pouco saudosas ditaduras comunistas.
O ano da renovação socialista francesa
A ex-candidata à Presidência de França Ségolène Royal afirmou hoje que tentará a liderança do Partido Socialista (PS) se conseguir unir os respectivos correligionários em torno da sua «oferta política» para renovar a esquerda.
O PSF pode estar à beira de sair da era fóssil em que mergulhou nos últimos anos, assim Ségolène assuma a liderança do partido.
O PSF pode estar à beira de sair da era fóssil em que mergulhou nos últimos anos, assim Ségolène assuma a liderança do partido.
Boa decisão
Enquanto se persiste no erro de convocar eleições legislativas, agora agendadas para 18 de Fevereiro, o Presidente do Paquistão tomou uma boa decisão, ao apelar à participação da Scotland Yard na investigação da morte de Bhutto.
Ao contrário do que várias pessoas consideram, e como referi há dias, julgo que Musharraf, de todos os actores políticos no Paquistão, era, é, o que menos tinha, tem, a ganhar com o desaparecimento de Benazir.
No fundo, o desaparecimento da antiga Primeira-Ministra é também um, mais um, sério aviso para o Presidente.
Ao convocar os peritos britânicos Musharraf dá uma prova de como não está envolvido no seu assassinato. E, enquanto não se apuram os factos, os perpetradores tanto podem da Al-Qaeda como dos talibã, como de grupos do Estado paquistanês. E haverá, nestes últimos, seguramente, pessoas tão ou mais interessadas no desaparecimento de Musharraf como os primeiros ambicionam.
Quanto mais o país se afunda em instabilidade, mais Musharraf perde. Isso é óbvio.
Ao contrário do que várias pessoas consideram, e como referi há dias, julgo que Musharraf, de todos os actores políticos no Paquistão, era, é, o que menos tinha, tem, a ganhar com o desaparecimento de Benazir.
No fundo, o desaparecimento da antiga Primeira-Ministra é também um, mais um, sério aviso para o Presidente.
Ao convocar os peritos britânicos Musharraf dá uma prova de como não está envolvido no seu assassinato. E, enquanto não se apuram os factos, os perpetradores tanto podem da Al-Qaeda como dos talibã, como de grupos do Estado paquistanês. E haverá, nestes últimos, seguramente, pessoas tão ou mais interessadas no desaparecimento de Musharraf como os primeiros ambicionam.
Quanto mais o país se afunda em instabilidade, mais Musharraf perde. Isso é óbvio.
Indiana Jones vs. Batman e Joker?
Cara Miss Pearls,
Antevejo uma luta desigual, ou melhor, sem sentido, à excepção da já habitual competição de bilheteira.
Primeiro, como se pode esperar que o grande Dr. Jones compita com o herói de Gotham City? O Dr. Jones continua a ser o mesmo desde o primeiro, enquanto o homem morcego já teve vários intérpretes (para mim o melhor, de longe, Keaton; nem mesmo o moçoilo da Nespresso lhe chegou aos calcanhares na interpretação do papel - talvez o factor realizador seja decisivo, Burton é Burton!).
Segundo, como se pode imaginar um Joker que não Nicholson? Dos poucos filmes, o primeiro Batman, em que, provavelmente, o vilão é mais estimado pela audiência do que o herói...
Seja como for, lá esperarei estar na plateia, tanto para ver um como outro. Não tendo, todavia, a felicidade de os ver em cinemas que outrora deslumbravam o espectador só pela imponência da sala. O último Indiana vi no Éden e Batman no São Jorge. Outros tempos... salva-se a qualidade de Ford, que é como o vinho!
Antevejo uma luta desigual, ou melhor, sem sentido, à excepção da já habitual competição de bilheteira.
Primeiro, como se pode esperar que o grande Dr. Jones compita com o herói de Gotham City? O Dr. Jones continua a ser o mesmo desde o primeiro, enquanto o homem morcego já teve vários intérpretes (para mim o melhor, de longe, Keaton; nem mesmo o moçoilo da Nespresso lhe chegou aos calcanhares na interpretação do papel - talvez o factor realizador seja decisivo, Burton é Burton!).
Segundo, como se pode imaginar um Joker que não Nicholson? Dos poucos filmes, o primeiro Batman, em que, provavelmente, o vilão é mais estimado pela audiência do que o herói...
Seja como for, lá esperarei estar na plateia, tanto para ver um como outro. Não tendo, todavia, a felicidade de os ver em cinemas que outrora deslumbravam o espectador só pela imponência da sala. O último Indiana vi no Éden e Batman no São Jorge. Outros tempos... salva-se a qualidade de Ford, que é como o vinho!
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
Tudo conta
As eleições vão-se jogar no País Basco e na Catalunha e aqui a verdadeira barreira para que o PSOE siga no governo, são os partidos regionalistas e o peso que estes terão na contagem dos votos. Principalmente o PNV no País Basco e a CiU na Catalunha.
Caro Nuno,
Considero que as barreiras (para o PSOE e PP) estão em todas as regiões e todas serão decisivas. Umas mais do que outras, naturalmente.
Por isso, concordo consigo no que se refere à Catalunha, como determinante para o PSOE.
Mais do que a governação da Generalitat, liderada pelo PSC com os republicanos e comunistas, têm sido, e provavelmente serão, as questões ferroviárias, que afectaram a região nos últimos tempos, decisivas na eleição. E como estas têm sido pouco benéficas para os socialistas, tanto do poder regional como nacional. E nem a anunciada chegada da alta velocidade de Madrid a Barcelona pode servir para os socialistas estancarem os votos que perderam nas últimas autárquicas na Catalunha, em especial nas urbes, onde sempre tiveram mais peso.
Por outro lado, pode ser importante para o PSOE a eleição, no mesmo dia, das autonómicas da Andaluzia, que deve renovar novo e confortável mandato ao histórico Manuel Chavez.
Também concordo consigo em relação aos partidos regionalistas. É bem provável que a CiU aumente a votação na Catalunha em relação a 2004. E, por exemplo, que resultado obterá o PP nas terras de Dalí após a recente saída de Piqué? E a ERC? Sujeita-se a baixar? Provavelmente.
E, na Galiza, onde há poucos dias se deu o primeiro embate entre Touriño (PSG) e os seus aliados do governo regional, o BNG, por causa de um projecto na Corunha que derrapou, do tempo de Fraga, que o actual poder galego quer ver fiscalizado, sem o líder socialista galego querer ver verificado pelas autoridades judiciais.
Quanto ao País Basco, também será interessante observar qual o apoio que o PNV vai receber, assim como os socialistas. E, ainda na Euskadi, o Batasuna poderá concorrer?
Em suma, várias questões para ver respondidas na noite de 9 de Março, na certeza, porém, de ver uma campanha bastante disputada em todas as regiões.
O próprio resultado do PP, no concelho de Madrid, por causa de Gallardón, merecerá ser visto e comparado com a Comunidade de Madrid, na disputa que o alcaide da capital tem com Esperanza Aguirre.
Muitas e boas questões para formularmos e acompanharmos ao longo dos próximos dois meses.
Caro Nuno,
Considero que as barreiras (para o PSOE e PP) estão em todas as regiões e todas serão decisivas. Umas mais do que outras, naturalmente.
Por isso, concordo consigo no que se refere à Catalunha, como determinante para o PSOE.
Mais do que a governação da Generalitat, liderada pelo PSC com os republicanos e comunistas, têm sido, e provavelmente serão, as questões ferroviárias, que afectaram a região nos últimos tempos, decisivas na eleição. E como estas têm sido pouco benéficas para os socialistas, tanto do poder regional como nacional. E nem a anunciada chegada da alta velocidade de Madrid a Barcelona pode servir para os socialistas estancarem os votos que perderam nas últimas autárquicas na Catalunha, em especial nas urbes, onde sempre tiveram mais peso.
Por outro lado, pode ser importante para o PSOE a eleição, no mesmo dia, das autonómicas da Andaluzia, que deve renovar novo e confortável mandato ao histórico Manuel Chavez.
Também concordo consigo em relação aos partidos regionalistas. É bem provável que a CiU aumente a votação na Catalunha em relação a 2004. E, por exemplo, que resultado obterá o PP nas terras de Dalí após a recente saída de Piqué? E a ERC? Sujeita-se a baixar? Provavelmente.
E, na Galiza, onde há poucos dias se deu o primeiro embate entre Touriño (PSG) e os seus aliados do governo regional, o BNG, por causa de um projecto na Corunha que derrapou, do tempo de Fraga, que o actual poder galego quer ver fiscalizado, sem o líder socialista galego querer ver verificado pelas autoridades judiciais.
Quanto ao País Basco, também será interessante observar qual o apoio que o PNV vai receber, assim como os socialistas. E, ainda na Euskadi, o Batasuna poderá concorrer?
Em suma, várias questões para ver respondidas na noite de 9 de Março, na certeza, porém, de ver uma campanha bastante disputada em todas as regiões.
O próprio resultado do PP, no concelho de Madrid, por causa de Gallardón, merecerá ser visto e comparado com a Comunidade de Madrid, na disputa que o alcaide da capital tem com Esperanza Aguirre.
Muitas e boas questões para formularmos e acompanharmos ao longo dos próximos dois meses.
Tudo em aberto no Iowa
Illinois Senator Barack Obama led with 32%; followed by former North Carolina Senator John Edwards with 29%; New York Senator Hillary Clinton 27%
Arranca, amanhã, no Estado do Iowa, as primárias norte-americanas.
No campo Democrático, no qual Hillary é a grande favorita, tudo está em aberto, conforme a sondagem acima indica.
Provavelmente, Hillary não vencerá no Iowa, onde Obama é o favorito há vários meses.
Arranca, amanhã, no Estado do Iowa, as primárias norte-americanas.
No campo Democrático, no qual Hillary é a grande favorita, tudo está em aberto, conforme a sondagem acima indica.
Provavelmente, Hillary não vencerá no Iowa, onde Obama é o favorito há vários meses.
A dois meses das eleições
LOS SOCIALISTAS OBTENDRÍAN EL 41,9% DE LOS VOTOS FRENTE AL 39,4% DEL PP
PSOE y PP empatarían a escaños si las elecciones se celebraran hoy
A dois meses das eleições legislativas, de acordo com a sondagem do El Mundo, o PSOE e o PP estão empatados.
Teremos dois meses de combate feroz e, possivelmente, nem sempre limpo, como se desejaria.
Terrorismo, especialmente a questão basca, e alguns resquícios do 11 de Março de 2004, que o PP não ultrapassou, deverão ser questões fracturantes. Por outro lado, os populares deverão acusar os socialistas de terem enfraquecido a unidade do Estado com as políticas das autonomias, enquanto Zapatero argumentará com as conquistas alcançadas em termos sociais e económicos nos últimos quatro anos.
Uma campanha para acompanhar.
PSOE y PP empatarían a escaños si las elecciones se celebraran hoy
A dois meses das eleições legislativas, de acordo com a sondagem do El Mundo, o PSOE e o PP estão empatados.
Teremos dois meses de combate feroz e, possivelmente, nem sempre limpo, como se desejaria.
Terrorismo, especialmente a questão basca, e alguns resquícios do 11 de Março de 2004, que o PP não ultrapassou, deverão ser questões fracturantes. Por outro lado, os populares deverão acusar os socialistas de terem enfraquecido a unidade do Estado com as políticas das autonomias, enquanto Zapatero argumentará com as conquistas alcançadas em termos sociais e económicos nos últimos quatro anos.
Uma campanha para acompanhar.
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
Abertura em 2008
Ontem, passei junto do Jardim de São Pedro de Alcântara e notei que as obras de requalificação do espaço, que estiveram paradas durante vários e penosos meses, estão a terminar.
Em breve, um dos locais mais agradáveis da cidade e com uma das vistas mais deslumbrantes de Lisboa e do Tejo vai abrir.
É uma boa prenda que a Câmara Municipal de Lisboa dá à cidade este ano. Já era tempo!
Em breve, um dos locais mais agradáveis da cidade e com uma das vistas mais deslumbrantes de Lisboa e do Tejo vai abrir.
É uma boa prenda que a Câmara Municipal de Lisboa dá à cidade este ano. Já era tempo!
Ano decisivo para Brown
Este ano revela-se determinante para o futuro político de Gordon Brown. Depois de ter assumido no último Verão a liderança do Labour e do Governo britânico, tendo conduzido bem algumas questões delicadas com que se confrontou no início (atentados terroristas na Escócia, cheias e as enfermidades pecuárias que afectam as terras de Sua Majestade), Brown conseguiu quase o impossível. Em vez de fazer esquecer os anos de liderança de Blair, impondo a sua política, Brown conseguiu fazer com que se desejassem os já gastos e longos anos de Blair, tal a sua inabilidade política, já que a técnica é indiscutível, como os dez anos de responsável pelas Finanças demonstram.
Se este ano Brown não conseguir demonstrar estar à altura do cargo que exerce, bem pode preparar-se para dizer à governação do Reino Unido na Primavera de 2009, pois os Conservadores, mesmo com um líder fraco, como Cameron, alcançarão a vitória, não por mérito próprio, mas por demérito trabalhista.
Se este ano Brown não conseguir demonstrar estar à altura do cargo que exerce, bem pode preparar-se para dizer à governação do Reino Unido na Primavera de 2009, pois os Conservadores, mesmo com um líder fraco, como Cameron, alcançarão a vitória, não por mérito próprio, mas por demérito trabalhista.
A Palestina inviável
Clashes between Hamas and Fatah fighters in the Gaza Strip have left at least eight Palestinians dead, a day after Fatah commemorated its 43rd anniversary.
Enquanto não houver entendimento entre os dois principais grupos palestinianos, não se encontrarão as mínimas condições para a consolidação do Estado palestiniano.
Blair, se quiser ser bem sucedido na sua nova missão, terá de se sentar à mesa com as duas partes. É incontornável.
Entretanto, inocentes continuam a morrer.
Enquanto não houver entendimento entre os dois principais grupos palestinianos, não se encontrarão as mínimas condições para a consolidação do Estado palestiniano.
Blair, se quiser ser bem sucedido na sua nova missão, terá de se sentar à mesa com as duas partes. É incontornável.
Entretanto, inocentes continuam a morrer.
Eleição quente no Cáucaso
Na Geórgia assinala-se a primeira eleição democrática com maior equilíbrio, desde a independência após o fim da União Soviética. Todos os actos eleitorais anteriores ficaram marcados por vitórias esmagadoras dos Presidentes eleitos: em 1991, Gamsakhurdia obteve 86.5%; em 1995 e 2000, Shevardnadze alcançou 70% e 80% respectivamente; e, em 2004, Saakashvili contou com 96% dos votos.
Porém, este maior equilíbrio do próximo sábado deve traduzir-se na repetição da vitória de Saakashvili, agora que está praticamente garantida a desistência do principal adversário, Badri Patarkatsishvili, depois de estar na iminência a divulgação pública de actos comprometedores, em termos de corrupção, deste magnata georgiano.
Esta eleição, resultante de uma antecipação eleitoral convocada pelo próprio Presidente georgiano, surge para evitar o seu colapso político.
Depois de herói da revolução das rosas, em 2003, Saakashvili está mais perto da queda do que da consagração, fruto de uma liderança política que tem deixado muito a desejar, tanto em credibilidade como em qualidade. Porém, o estatuto de "herói" ainda proporciona algumas garantias na sociedade georgiana. Por outro lado, não fossem as amizades e aliança com Washington, que tem na Geórgia um aliado determinante para conter a imperial Rússia numa área bastante sensível e determinante do globo como o Cáucaso (por onde passa muito do ouro negro), e o herói georgiano de 2003 já tinha virado besta em 2007.
Veremos o que ditam as urnas no próximo sábado, sendo mais do que seguro que em Moscovo alguns responsáveis estarão bem atentos ao resultado desta república caucasiana, e preparados para fazer das regiões separatistas georgianas da Ossétia do Sul e da Abkázia, e pró-Moscovo, uma dura e árdua dor de cabeça a Saakashvili.
Porém, este maior equilíbrio do próximo sábado deve traduzir-se na repetição da vitória de Saakashvili, agora que está praticamente garantida a desistência do principal adversário, Badri Patarkatsishvili, depois de estar na iminência a divulgação pública de actos comprometedores, em termos de corrupção, deste magnata georgiano.
Esta eleição, resultante de uma antecipação eleitoral convocada pelo próprio Presidente georgiano, surge para evitar o seu colapso político.
Depois de herói da revolução das rosas, em 2003, Saakashvili está mais perto da queda do que da consagração, fruto de uma liderança política que tem deixado muito a desejar, tanto em credibilidade como em qualidade. Porém, o estatuto de "herói" ainda proporciona algumas garantias na sociedade georgiana. Por outro lado, não fossem as amizades e aliança com Washington, que tem na Geórgia um aliado determinante para conter a imperial Rússia numa área bastante sensível e determinante do globo como o Cáucaso (por onde passa muito do ouro negro), e o herói georgiano de 2003 já tinha virado besta em 2007.
Veremos o que ditam as urnas no próximo sábado, sendo mais do que seguro que em Moscovo alguns responsáveis estarão bem atentos ao resultado desta república caucasiana, e preparados para fazer das regiões separatistas georgianas da Ossétia do Sul e da Abkázia, e pró-Moscovo, uma dura e árdua dor de cabeça a Saakashvili.
Esperar para ver V... e viu-se
Suspendida misión humanitaria para el rescate de tres secuestrados
Bem se escreveu por aqui que era necessário esperar para ver, se os três prometidos reféns pelas FARC seriam libertados nas últimas horas.
Uma vez mais a libertação fracassou, com ambas as partes (poder político colombiano vs. poder político venezuelano e FARC acusando-se mutuamente da culpa da missão não ter sido completada).
Como já se poderia esperar, a educação do Chefe de Estado venezuelano voltou a surgir:
"En este proceso, a mí me consta, que quien miente es el Gobierno (colombiano)", dijo Chávez y aseguró que "Uribe fue a dinamitar la tercera fase de la operación, con una hipótesis que hubiera podido corroborar".
Resta, por outro lado, esperar pela posição, ou melhor, fazer prova do Presidente colombiano, que diz ter em liberdade um dos presumíveis reféns que seria libertado, o pequeno Emanuel, filho de Clara Rojas (secretária de Ingrid Betancourt) e de um elemento das FARC.
Bem se escreveu por aqui que era necessário esperar para ver, se os três prometidos reféns pelas FARC seriam libertados nas últimas horas.
Uma vez mais a libertação fracassou, com ambas as partes (poder político colombiano vs. poder político venezuelano e FARC acusando-se mutuamente da culpa da missão não ter sido completada).
Como já se poderia esperar, a educação do Chefe de Estado venezuelano voltou a surgir:
"En este proceso, a mí me consta, que quien miente es el Gobierno (colombiano)", dijo Chávez y aseguró que "Uribe fue a dinamitar la tercera fase de la operación, con una hipótesis que hubiera podido corroborar".
Resta, por outro lado, esperar pela posição, ou melhor, fazer prova do Presidente colombiano, que diz ter em liberdade um dos presumíveis reféns que seria libertado, o pequeno Emanuel, filho de Clara Rojas (secretária de Ingrid Betancourt) e de um elemento das FARC.
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