Un somalo di 28 anni, armato di ascia e coltello, si è introdotto nell’abitazione del vignettista Kurt Westergaard, autore di una delle controverse caricature di Maometto pubblicate nel 2006 dal quotidiano danese Jyllands Posten.
L’uomo è stato bloccato, ferito con un colpo di pistola ed arrestato dalla polizia.
Gridava insulti. Non mi ricordo quali, ma erano parole molto volgari. Parlava un danese approssimativo. Alla fine ha promesso che tornerà».
Não bastava a confirmação de mais uma base activa e forte da Al-Qaeda, no Iémen, o perigo também anda à solta na Europa.
A tentativa de um somali eliminar o caricaturista dos cartoons de Maomé, na passada noite, em Ahraus, na Dinamarca, é um sinal de como o nível de alerta na Europa tem de subir. O nosso risco é igual ou superior ao norte-americano.
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sábado, 2 de janeiro de 2010
sábado, 4 de abril de 2009
Rasmussen assume liderança da NATO
Conforme se referiu, aqui há umas semanas, o Primeiro-Ministro dinamarquês, Anders Fogh Rasmussen, vai ser o próximo Secretário-Geral da NATO.
Se em termos internos dinamarqueses importa verificar se a direita resiste, no Governo, à saída do homem que derrotou a forte esquerda dinamarquesa, Rasmussen terá pela frente desafios bastante complexos na NATO. Desde a reestruturação interna, com a reformulação e adaptação da política da Organização no século XXI, às relações com a Rússia, sem esquecer a espinhosa missão no Afeganistão.
O governante dinamarquês assume os comandos da NATO em Julho e um mês depois, em Agosto, terá o seu primeiro e árduo teste, com as eleições afegãs. Veremos como se sai, um dos políticos europeus mais experientes e creditados pelos seus pares.
(Publicado no Câmara de Comuns)
Se em termos internos dinamarqueses importa verificar se a direita resiste, no Governo, à saída do homem que derrotou a forte esquerda dinamarquesa, Rasmussen terá pela frente desafios bastante complexos na NATO. Desde a reestruturação interna, com a reformulação e adaptação da política da Organização no século XXI, às relações com a Rússia, sem esquecer a espinhosa missão no Afeganistão.
O governante dinamarquês assume os comandos da NATO em Julho e um mês depois, em Agosto, terá o seu primeiro e árduo teste, com as eleições afegãs. Veremos como se sai, um dos políticos europeus mais experientes e creditados pelos seus pares.
(Publicado no Câmara de Comuns)
quarta-feira, 11 de março de 2009
O mundo continua a girar
Uns dias sem blogar e muito mudou entretanto. Aqui ao lado, em Espanha, os populares voltaram ao poder na Galiza, como se aqui se suspeitou, e os socialistas estão à beira de governar, pela primeira vez, o País Basco, como aqui se referiu.
Na Áustria, a extrema-dereita de Haider sobreviveu ao seu recente desaparecimento e o BOZ, no primeiro e decisivo teste, já sem Haider, ganhou a eleição do land da Caríntia. Uma vez mais com as velhas bandeiras: contra a UE e contra a imigração.
Na Irlanda do Norte regressou o terror dos bandos marginais do IRA, com a tentativa de travar o processo de Paz. Felizmente, Governo britânico e irlandês, assim como o Sinn Fein condenaram as mortes do último domingo.
Mudanças podem ocorrer em breve na Dinamarca, com a forte possibilidade do actual Primeiro-Ministro, Anders Fogh Rasmussen, ser indicado para o lugar de Secretário-Geral da NATO.
Em África, e na sequência da previsível ordem de detenção do Presidente do Sudão, por parte do Tribunal Criminal Internacional, o continente foi quase unânime na recusa da decisão do Tribunal de Haia.
Onde as surpresas infelizmente não abundam é no Zimbabué, onde Mugabe, rei e senhor de um país esgotado e doente, vê o seu Primeiro-Ministro, Tsvangirai, ser alvo de um acidente (?) de carro, do qual ficou ferido e resultou na morte da sua mulher. Não sem antes, numa terra onde a fome prospera, o déspota de Harare comemorar o seu aniversário com um bolo de 85 quilos. Não há fome que dê fartura!
Na Guiné-Bissau, enterrados os assassinatos, a incerteza e a fragilidade do país continuam a perpetuar-se, sem qualquer sinal de saída para o estado calamitoso em que se encontra.
Das Américas vêm as melhores notícias, pois da Ásia, verifica-se um Presidente paquistanês sem mão no país (e a morte de uma equipa de cricket do Sri Lanka em solo paquistanês) apenas é mais um comprovativo de um Estado sem liderança reconhecida e respeitada e no qual o terror continua sem freio.
Na China, o Tibete volta a estar debaixo de atenções, com o Dalai Lama, no exílio, a trocar galhardetes com as autoridades de Pequim, donas da região que não querem autonomizar.
Não menos preocupante são os fechos de site de apoio à candidatura presidencial de Khatami no Irão.
Mas, como se referiu, das Américas vêm boas notícias. A começar nos EUA, com boas medidas de Obama, quer no retomar do financiamento público da investigação das células estaminais quer na profunda reforma na Educação, com o premiar dos docentes competentes e penalizar os medíocres. Também dos Estados Unidos vêm boas notícias nas relações com Cuba, com os primeiros sinais de flexibilização. E, de Havana, a resposta não se fez esperar. Dois dos mais importantes ministros da era Fidel saíram pela mão de Raúl. E em Abril pode haver sinais de encontro público entre responsáveis norte-americanos e cubanos. Veremos.
O que não acontece numa semana... e com tantos posts que ficaram por pingar!
Na Áustria, a extrema-dereita de Haider sobreviveu ao seu recente desaparecimento e o BOZ, no primeiro e decisivo teste, já sem Haider, ganhou a eleição do land da Caríntia. Uma vez mais com as velhas bandeiras: contra a UE e contra a imigração.
Na Irlanda do Norte regressou o terror dos bandos marginais do IRA, com a tentativa de travar o processo de Paz. Felizmente, Governo britânico e irlandês, assim como o Sinn Fein condenaram as mortes do último domingo.
Mudanças podem ocorrer em breve na Dinamarca, com a forte possibilidade do actual Primeiro-Ministro, Anders Fogh Rasmussen, ser indicado para o lugar de Secretário-Geral da NATO.
Em África, e na sequência da previsível ordem de detenção do Presidente do Sudão, por parte do Tribunal Criminal Internacional, o continente foi quase unânime na recusa da decisão do Tribunal de Haia.
Onde as surpresas infelizmente não abundam é no Zimbabué, onde Mugabe, rei e senhor de um país esgotado e doente, vê o seu Primeiro-Ministro, Tsvangirai, ser alvo de um acidente (?) de carro, do qual ficou ferido e resultou na morte da sua mulher. Não sem antes, numa terra onde a fome prospera, o déspota de Harare comemorar o seu aniversário com um bolo de 85 quilos. Não há fome que dê fartura!
Na Guiné-Bissau, enterrados os assassinatos, a incerteza e a fragilidade do país continuam a perpetuar-se, sem qualquer sinal de saída para o estado calamitoso em que se encontra.
Das Américas vêm as melhores notícias, pois da Ásia, verifica-se um Presidente paquistanês sem mão no país (e a morte de uma equipa de cricket do Sri Lanka em solo paquistanês) apenas é mais um comprovativo de um Estado sem liderança reconhecida e respeitada e no qual o terror continua sem freio.
Na China, o Tibete volta a estar debaixo de atenções, com o Dalai Lama, no exílio, a trocar galhardetes com as autoridades de Pequim, donas da região que não querem autonomizar.
Não menos preocupante são os fechos de site de apoio à candidatura presidencial de Khatami no Irão.
Mas, como se referiu, das Américas vêm boas notícias. A começar nos EUA, com boas medidas de Obama, quer no retomar do financiamento público da investigação das células estaminais quer na profunda reforma na Educação, com o premiar dos docentes competentes e penalizar os medíocres. Também dos Estados Unidos vêm boas notícias nas relações com Cuba, com os primeiros sinais de flexibilização. E, de Havana, a resposta não se fez esperar. Dois dos mais importantes ministros da era Fidel saíram pela mão de Raúl. E em Abril pode haver sinais de encontro público entre responsáveis norte-americanos e cubanos. Veremos.
O que não acontece numa semana... e com tantos posts que ficaram por pingar!
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domingo, 17 de fevereiro de 2008
Copenhaga continua a arder
Bandos de jovens incendiaram uma escola nos arredores de Copenhaga. É a sétima noite de tumultos na Dinamarca. Dezenas de jovens foram já detidos ou interpelados, depois de várias escolas e automóveis terem sido incendiados ou vandalizados.
A capital dinamarquesa está há sete dias em chamas e com graves prejuízos sociais e de infra-estruturas.
A violência juvenil não consegue ser travada.
A capital dinamarquesa está há sete dias em chamas e com graves prejuízos sociais e de infra-estruturas.
A violência juvenil não consegue ser travada.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Depois de França a Dinamarca - segurança urbana
Quinto dia de distúrbios na periferia de Copenhaga.
Pequenos grupos de jovens emigrantes incendiaram, com cocktails molotov, carros, caixotes do lixo e até um edifício publico, nos subúrbios da capital dinamarquesa.
Depois dos distúrbios que já incendiaram várias cidades francesas, a Dinamarca surge, agora, como o novo palco de violência urbana provocado por grupos de jovens.
A segurança urbana deve começar a ser uma das áreas prioritárias a nível europeu. Segurança que precisa de ter uma dimensão social e de integração, sem esquecer a política de emprego, pois o bastão não é nem pode ser a única resposta a dar, muito menos a única solução, sob pena de se atiçar ainda mais os conflitos existentes nas urbes.
No nosso pacato País, quando comparado com outras realidades europeias, não podemos deixar-nos conformar, uma vez que contamos, nas principais áreas metropolitanas, com focos merecedores de intervenção.
Afinal, e recorrendo aos adágios, as trancas devem ser colocadas antes da casa assaltada e é preferível prevenir do que remediar.
Pequenos grupos de jovens emigrantes incendiaram, com cocktails molotov, carros, caixotes do lixo e até um edifício publico, nos subúrbios da capital dinamarquesa.
Depois dos distúrbios que já incendiaram várias cidades francesas, a Dinamarca surge, agora, como o novo palco de violência urbana provocado por grupos de jovens.
A segurança urbana deve começar a ser uma das áreas prioritárias a nível europeu. Segurança que precisa de ter uma dimensão social e de integração, sem esquecer a política de emprego, pois o bastão não é nem pode ser a única resposta a dar, muito menos a única solução, sob pena de se atiçar ainda mais os conflitos existentes nas urbes.
No nosso pacato País, quando comparado com outras realidades europeias, não podemos deixar-nos conformar, uma vez que contamos, nas principais áreas metropolitanas, com focos merecedores de intervenção.
Afinal, e recorrendo aos adágios, as trancas devem ser colocadas antes da casa assaltada e é preferível prevenir do que remediar.
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Boas notícias da Dinamarca
The Danish government has said it would like to hold a fresh referendum on whether to adopt the euro.
Depois de ter sido reeleito, pela terceira vez, na semana passada, para liderar o Governo dinamarquês, Anders Fogh Rasmussen pretende realizar um referendo sobre a adesão da Dinamarca à zona €uro, destaca-se das prioridades do novo Executivo dinamarquês.
Um bom sinal dado por Copenhaga, comprometendo-se, assim, mais com a construção europeia.
Uma adesão da Dinamarca, em breve ao €uro, seria um bom impulso para a UE.
Depois de ter sido reeleito, pela terceira vez, na semana passada, para liderar o Governo dinamarquês, Anders Fogh Rasmussen pretende realizar um referendo sobre a adesão da Dinamarca à zona €uro, destaca-se das prioridades do novo Executivo dinamarquês.
Um bom sinal dado por Copenhaga, comprometendo-se, assim, mais com a construção europeia.
Uma adesão da Dinamarca, em breve ao €uro, seria um bom impulso para a UE.
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