Los expertos del Foro Económico concluyen que la crisis conllevará consecuencias "negativas" como el "resurgimiento del nacionalismo y proteccionismo en favor del sálvese quién pueda"
Davos apresenta uma resposta que a História há muito ensinou: em tempo de crise, a emoção tende a inclinar-se para a pior escolha, leia-se, proteccionismo e nacionalismo.
Os tempos são, por isso, de combate, não só à crise, mas também a esta enfermidade social e económica que destrói as sociedades, como são os princípios proteccionistas e nacionalistas.
(Publicado no Câmara de Comuns)
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domingo, 1 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Proteccionistas na abertura de Davos
el primer ministro ruso, en la inauguración oficial del Foro también ha reconocido que su país ha sufrido el golpe, pero advirtió contra recetas "populistas" simples para tratar los síntomas de la enfermedad, que luego pueden traer mayores complicaciones. "No debemos volver al aislacionismo ni al egoísmo económico sin límites, y aunque algo de proteccionismo puede ser inevitable durante la crisis, todos debemos tener un sentido de la proporción", ha dicho.
También se ha mostrado radicalmente contrario a regresar al papel prepondeante del Estado para paliar los efectos de la crisis. "La excesiva intervención del Estado en la actividad económica y la fe ciega en la omnipotencia del Estado es un error", ha agregado, para recordar que el pensamiento que se aplicó en la antigua Unión Soviética respecto "al rol absoluto del Estado" condujo a una ausencia total de competitividad.
No considerado forum do capitalismo, o primeiro dia de trabalhos é aberto por dois Primeiro-Ministros de dois países pouco atreitos à concepção plena do capitalismo, o chinês e o russo. Se o primeiro ainda é partidário do comunismo, o segundo cresceu num regime comunista. Apesar da Rússia há muito ter perdido os ensinamentos leninistas como verdades sagradas, ainda se verificam alguns dos seus métodos. E, o mais surpreendente, é ouvir Putin dizer que "a fé cega na omnipotência do Estado é um erro". Será que ele tem em conta o que se passa no país que governa?
Davos continua a ser um local para boas surpresas!
También se ha mostrado radicalmente contrario a regresar al papel prepondeante del Estado para paliar los efectos de la crisis. "La excesiva intervención del Estado en la actividad económica y la fe ciega en la omnipotencia del Estado es un error", ha agregado, para recordar que el pensamiento que se aplicó en la antigua Unión Soviética respecto "al rol absoluto del Estado" condujo a una ausencia total de competitividad.
No considerado forum do capitalismo, o primeiro dia de trabalhos é aberto por dois Primeiro-Ministros de dois países pouco atreitos à concepção plena do capitalismo, o chinês e o russo. Se o primeiro ainda é partidário do comunismo, o segundo cresceu num regime comunista. Apesar da Rússia há muito ter perdido os ensinamentos leninistas como verdades sagradas, ainda se verificam alguns dos seus métodos. E, o mais surpreendente, é ouvir Putin dizer que "a fé cega na omnipotência do Estado é um erro". Será que ele tem em conta o que se passa no país que governa?
Davos continua a ser um local para boas surpresas!
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Começa hoje o Forum de Davos
Começa hoje, na Suíça, o Forum Económico Mundial. A crise actual dá ainda mais projecção ao evento, pois aguardam-se com expectativa apresentações da leitura e respostas à actualidade de diversos líderes mundiais.
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