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quarta-feira, 4 de junho de 2008

Destapou-se o vespeiro de droga mexicano

En México, los carteles, que durante años habían operado sin ser muy visibles, se volvieron cínicamente impunes. Se transformaron en poderes fácticos, arrebataron la autoridad al Estado a nivel local, cooptaron a miles de policías y ciudadanos, y desataron violentas guerras por mercados y rutas. Los grandes capos mexicanos estaban a meses de poder hablar por teléfono directamente con la presidencia, tal como ocurrió en Colombia. No había más alternativa que la guerra para recuperar autoridad, instituciones, territorios y población. El pasado de indiferencia "pacífica" ya no era posible, el narcotráfico se había convertido en una amenaza que intimidaba y humillaba a los mexicanos.
La violencia que vive ahora México es el final del régimen de convivencia con el crimen organizado, un final que obviamente será sangriento y doloroso.


Um artigo interessante de Joaquín Villalobos acerca do combate aos carteis de droga mexicanos e que está a provocar, nestes tempos, autênticos motins urbanos, com confrontos diários entre as forças de segurança e os carteis em várias cidades do país.
Tal facto resulta da consolidação do Estado democrático mexicano, que durante sete décadas foi dominado pelo PRI, e ao longo dos quais os carteis se instalaram e predominaram a bel-prazer. Felipe Calderón assumiu e está a enfrentar uma batalha essencial e que não é fácil de travar, da qual já resultaram muitas mortes de polícias, vítimas do combate ao crime organizado.
Por outro lado, o último parágrafo do artigo de Villalobos alerta para os perigos que a mexida no vespeiro mexicano de droga pode provocar noutros Estados da América Central.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Combater as drogas na América do Sul

Latinoamérica se rompe por la droga
Los Gobiernos comparten el objetivo de acabar con el narcotráfico, pero se encuentran divididos a la hora de encarar el problema del consumo


Um artigo muito interessante no El País de hoje, referente à forma como os diversos poderes políticos sul-americanos encaram e lidam com as drogas ilícitas.
Exceptuando o Uruguai, que passa à margem da produção e consumo (as Guianas e o Suriname não são referidos), todos os restantes Estados sul-americanos confrontam-se com inúmeros problemas por causa das drogas.
Colômbia, Peru e Bolívia são grandes produtores de coca e o Paraguai de marijuana. Já o Brasil, Chile e Argentina vêem o consumo de drogas subir (leves e pesadas). A Venezuela é quase um Estado pária nesta luta, uma vez que o Presidente do país tem recusado participar em acordos internacionais no combate ao tráfico de droga. Por que será?!
O Equador surge como Estado onde transita a droga que os países vizinhos produzem e onde se produz mais drogas sintéticas na América do Sul.

sexta-feira, 21 de março de 2008

Mais uma 'pérola' do Avante

Segundo o World Drug Report 2006, a produção e tráfico de droga na Colômbia de Uribe totalizou, em 2005, 640 mil toneladas métricas, quase 70% do total mundial. Curiosamente, é num país controlado pelos Estados Unidos onde mais cocaína se produz, e também num país invadido por Washington – o Afeganistão – onde se dá a maior produção de heroína.
Coincidências ou política deliberada do maior consumidor mundial de drogas?


O PCP, fruto da sua inocência, desconhece nem quer saber o que os grupos filantropos colombianos das FARC e os talibans afegãos, no seu entender, fazem nos territórios que controlam.
Ao fim e ao cabo, o que os comunistas portugueses dizem, com a questão final, é que os EUA são parvos, pois se consomem tantas drogas, mais do que os outros, porque não produzem cocaína e heroína dentro das próprias fronteiras? Seria uma pergunta, pelo menos, não tão hipócrita do que a formulada. Mas, como idoneidade é algo pouco abundante no PCP, disfarça-se mal e cinicamente.