Gostei de ouvir a intervenção de Joaquim Raposo, Presidente da FAUL (Federação da Área Urbana de Lisboa), hoje à noite, no Hotel Altis, na tomada de posse dos Presidentes das 10 concelhias que compõem este órgão distrital do PS, realçando a importância da Regionalização para o País.
Quando se poderia pensar que a última região a defender a Regionalização fosse Lisboa e Vale do Tejo, por ter a capital e os municípios mais ricos, eis que a área urbana de Lisboa assume a prioridade de regionalizar.
É preciso preparar o debate e realizar uma ampla discussão nacional acerca da Regionalização, para que, uma vez consagrada, se possa dar um salto qualitativo mais efectivo.
É bom ter Lisboa na linha da frente deste combate decisivo.
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terça-feira, 25 de março de 2008
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
As novas e boas formas de fazer política
contribuir para o sucesso das estruturas locais, para o sucesso do PS Nacional, fazer do distrito do Porto um distrito competitivo e ter um projecto relevante para os cidadãos.
Gostei de ler a entrevista que o Celso Guedes de Carvalho deu ao Primeiro de Janeiro.
O projecto político que o Celso está a coordenar, através do fomento de opiniões e ideias, em espaço público e aberto, canalizando-as, depois, para um projecto estruturado e a apresentar aos militantes da Federação do PS Porto, que em breve escolherão os corpos dirigentes distritais, merece reconhecimento.
Quando tanto se fala em falta de participação e debate, há quem aproveite e rentabilize os espaços de intervenção.
A Área Metropolitana do Porto e todo o Norte do País têm uma missão difícil pela frente, recuperar a dimensão e projecção que já tiveram e, deste modo, impulsionarem o desenvolvimento nacional.
Conforme indica um estudo de Augusto Mateus, com pouco mais de dois anos: Nas duas últimas décadas, o Norte divergiu da maioria das regiões do país em matéria de coesão social e competitividade.
Como podemos querer um País mais desenvolvido se um dos grandes pilares têm vindo a perder força?
A Regionalização, que tanta falta faz, precisa de ser assumida e encarada, definitivamente, como impulsionadora de Portugal, sob pena de qualquer dia apenas nos preocuparmos e termos como únicas atenções as duas grandes áreas metropolitanas.
É, pois, tempo de acreditar no norte!
Gostei de ler a entrevista que o Celso Guedes de Carvalho deu ao Primeiro de Janeiro.
O projecto político que o Celso está a coordenar, através do fomento de opiniões e ideias, em espaço público e aberto, canalizando-as, depois, para um projecto estruturado e a apresentar aos militantes da Federação do PS Porto, que em breve escolherão os corpos dirigentes distritais, merece reconhecimento.
Quando tanto se fala em falta de participação e debate, há quem aproveite e rentabilize os espaços de intervenção.
A Área Metropolitana do Porto e todo o Norte do País têm uma missão difícil pela frente, recuperar a dimensão e projecção que já tiveram e, deste modo, impulsionarem o desenvolvimento nacional.
Conforme indica um estudo de Augusto Mateus, com pouco mais de dois anos: Nas duas últimas décadas, o Norte divergiu da maioria das regiões do país em matéria de coesão social e competitividade.
Como podemos querer um País mais desenvolvido se um dos grandes pilares têm vindo a perder força?
A Regionalização, que tanta falta faz, precisa de ser assumida e encarada, definitivamente, como impulsionadora de Portugal, sob pena de qualquer dia apenas nos preocuparmos e termos como únicas atenções as duas grandes áreas metropolitanas.
É, pois, tempo de acreditar no norte!
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