De manhã, vi no programa Opinião Pública da SIC/Notícias, um participante indignar-se com o nome da localização do novo aeroporto internacional de Lisboa: Alcochete.
O novo aeroporto, na realidade, vai ficar situado nos concelhos do Montijo e Benavente. O concelho de Alcochete, ao contrário do que se pode pensar, não vai receber um único metro do futuro espaço aeroportuário. Mas será, com certeza, um dos municípios que mais beneficiará com a localização.
Seja como for, tendo o aeroporto uma posição que irá privilegiar as ligações aéreas entre a Europa e a América do Sul, o que o tornará um dos aeroportos de referência europeu com o continente americano, seria de todo justo baptizar o futuro equipamento de Pedro Álvares Cabral.
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sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
Decisão acertada
Considero que o Governo tem assumido uma boa política na globalidade. Áreas há em que, naturalmente, carece de regeneração, dada a debilidade da condução de algumas pastas.
Mas, se houve matéria que desde o primeiro momento discordei do Governo foi com escolha do novo aeroporto de Lisboa. Não quanto à necessidade de um novo aeroporto para servir a capital, porque é necessário um que substitua a praticamente saturada Portela. Contudo, a Ota não servia o interesse nacional. Ao longo de 2005 foram vários os textos, como este, em que manifestei a discordância da opção do Governo.
Felizmente, o Executivo ponderou, numa decisão que parecia consumada, e Alcochete surge, agora, tudo indica, como uma localização que serve melhor os interesses do País.
É uma boa notícia para o País, a da localização do novo aeroporto internacional de Lisboa em Alcochete.
Mas, se houve matéria que desde o primeiro momento discordei do Governo foi com escolha do novo aeroporto de Lisboa. Não quanto à necessidade de um novo aeroporto para servir a capital, porque é necessário um que substitua a praticamente saturada Portela. Contudo, a Ota não servia o interesse nacional. Ao longo de 2005 foram vários os textos, como este, em que manifestei a discordância da opção do Governo.
Felizmente, o Executivo ponderou, numa decisão que parecia consumada, e Alcochete surge, agora, tudo indica, como uma localização que serve melhor os interesses do País.
É uma boa notícia para o País, a da localização do novo aeroporto internacional de Lisboa em Alcochete.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Saber comunicar
Lino: Nunca disse aeroporto «na margem Sul jamais»
É verdade que o Sr. Ministro não disse que expressou "jamé", por sua própria vontade, em relação ao aeroporto na Margem Sul. O Sr. Ministro estava a citar o que os ambientalistas lhe transmitiram nas reuniões que tiveram acerca da construção do novo aeroporto.
No entanto, a forma como citou os ambientalistas dava a entender que essa também era a posição do Sr. Ministro.
O Sr. Ministro já devia ter percebido que a comunicação, escorreita e objectiva, deve ser usada para não provocar equívocos.
É verdade que o Sr. Ministro não disse que expressou "jamé", por sua própria vontade, em relação ao aeroporto na Margem Sul. O Sr. Ministro estava a citar o que os ambientalistas lhe transmitiram nas reuniões que tiveram acerca da construção do novo aeroporto.
No entanto, a forma como citou os ambientalistas dava a entender que essa também era a posição do Sr. Ministro.
O Sr. Ministro já devia ter percebido que a comunicação, escorreita e objectiva, deve ser usada para não provocar equívocos.
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
Erros de palmatória
Mário Lino vai dar "vista de olhos" ao estudo da CIP sobre o novo aeroporto de Lisboa
Já não é a primeira vez que o Ministro das Obras Públicas coloca o pé, ou melhor, a palavra na poça. Depois do "jamais" (en français), surge o "vista de olhos".
Será que o governante não sabe que as suas palavras não são inócuas e qualquer coisa que profira tem sempre impacto?
Duas referências ao novo aeroporto de Lisboa, duas cavadelas.
Espera-se que melhore a comunicação. Bem precisa.
Já não é a primeira vez que o Ministro das Obras Públicas coloca o pé, ou melhor, a palavra na poça. Depois do "jamais" (en français), surge o "vista de olhos".
Será que o governante não sabe que as suas palavras não são inócuas e qualquer coisa que profira tem sempre impacto?
Duas referências ao novo aeroporto de Lisboa, duas cavadelas.
Espera-se que melhore a comunicação. Bem precisa.
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