A participação no Câmara de Comuns tem sido bastante interesse e de certo modo, o tempo empregue na blogosfera tem sido mais encaminhado para este novo projecto.
Por isso, é natural observar a diminuição da publicação de textos, aqui, no Palavra Aberta.
Apesar de lá escrever mais sobre política nacional e, aqui, questões de âmbito internacional, várias das quais dizem pouco respeito ao nosso quotidiano nacional, estou na dúvida de continuar a manter activo este blogue, dada a sua especificidade.
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quinta-feira, 24 de julho de 2008
segunda-feira, 31 de março de 2008
Novo blogue
A partir de amanhã entro num novo projecto blogosférico, com um alargado e diversificado conjunto de pessoas de várias proveniências, alguns dos quais bons amigos pessoais.
O Câmara de Comuns será um espaço de debate plural e aberto e que pode ser um bom exemplo de debate político e cultural.
De qualquer modo, o Palavra Aberta continua activo.
O Câmara de Comuns será um espaço de debate plural e aberto e que pode ser um bom exemplo de debate político e cultural.
De qualquer modo, o Palavra Aberta continua activo.
quinta-feira, 27 de março de 2008
Novidades blogosféricas
Parece que estas bancadas vão ser ocupadas em breve por blogueres lusos de vários quadrantes.
Até parecerá mentira, no dia das próprias.
Até parecerá mentira, no dia das próprias.
terça-feira, 25 de março de 2008
Boa medida do Público
As notícias do PÚBLICO na Internet passam a ter ligação directa para os blogues que as comentam, através de uma nova ferramenta que hoje entra em funcionamento. O objectivo desta medida é ajudar "na difusão das conversas que se geram na blogosfera sobre as notícias, tranformando os níveis de participação no próprio site"
Há muito tempo que deixei de comprar o Público, pela evidente perda de qualidade do jornal.
No entanto, não posso deixar de destacar, e elogiar, o que se tem feito em termos do site do jornal, que tem melhorado bastante.
A nova ferramenta, de interacção com os blogues, é, com certeza, mais um bom utensílio para a promoção e debate de notícias.
Há muito tempo que deixei de comprar o Público, pela evidente perda de qualidade do jornal.
No entanto, não posso deixar de destacar, e elogiar, o que se tem feito em termos do site do jornal, que tem melhorado bastante.
A nova ferramenta, de interacção com os blogues, é, com certeza, mais um bom utensílio para a promoção e debate de notícias.
quarta-feira, 5 de março de 2008
Portal de blogues de Moçambique
O estimado José Flávio, do Ma-schamba, entrou num novo projecto: o Ma-blog - um portal de blogues de Moçambique.
Este é um bom exemplo, de promoção da blogosfera, tanto no país austral como na comunidade lusófona, que está espalhada em todos os cantos do mundo.
Este é um bom exemplo, de promoção da blogosfera, tanto no país austral como na comunidade lusófona, que está espalhada em todos os cantos do mundo.
domingo, 2 de março de 2008
Dois anos de Kontratempos
Caso para dizer, à terceira é de vez! Após a referência nos últimos dias ao aniversário de dois bons blogues nacionais que leio com regularidade, mas com os quais a maior parte das vezes não concordo com os pontos de vista expressos, o Insurgente e o Blasfémias, eis o aniversário de um, que também leio com frequência, e com o qual concordo com a maior parte dos argumentos apresentados: o Kontratempos.
Entre outros projectos que assume na blogosfera, o Kontratempos é, por natureza, a "casa" do Tiago Barbosa Ribeiro, que há dois anos mantém, a solo, o seu espaço, no qual se pode ler a apresentação de raciocínios pertinentes, válidos e, do meu ponto de vista, na generalidade, correctos, acerca da sociedade, política e actualidade, conforme o frontispício do blogue expressa.
Ao Tiago, parabéns por mais um ano completo!
Entre outros projectos que assume na blogosfera, o Kontratempos é, por natureza, a "casa" do Tiago Barbosa Ribeiro, que há dois anos mantém, a solo, o seu espaço, no qual se pode ler a apresentação de raciocínios pertinentes, válidos e, do meu ponto de vista, na generalidade, correctos, acerca da sociedade, política e actualidade, conforme o frontispício do blogue expressa.
Ao Tiago, parabéns por mais um ano completo!
sábado, 1 de março de 2008
Aniversário do Blasfémias
O Blasfémias, que surgiu em 29 de Fevereiro de 2004, comemorou ontem o seu primeiro aniversário.
Vale a pena, a este propósito, recordar alguns antepassados do Blasfémias, como o Cidadão Livre ou o Mata-Mouros.
O mais estranho, no entanto, desta comemoração blasfema é a referência ao quarto aniversário. Seria interessante saber em que anos os blasfemos contam os outros três anos?! :)
Quanto ao blogue, o que mais me convida a passar com regularidade no Blasfémias são os escritos que acompanho há vários anos do Gabriel Silva e do Carlos Abreu Amorim.
A todos os blasfemos, mas em especial aos dois referidos, muitos parabéns pelo 4º aniversário!
Em 2012 cá estaremos para comemorar o segundo aniversário.
Vale a pena, a este propósito, recordar alguns antepassados do Blasfémias, como o Cidadão Livre ou o Mata-Mouros.
O mais estranho, no entanto, desta comemoração blasfema é a referência ao quarto aniversário. Seria interessante saber em que anos os blasfemos contam os outros três anos?! :)
Quanto ao blogue, o que mais me convida a passar com regularidade no Blasfémias são os escritos que acompanho há vários anos do Gabriel Silva e do Carlos Abreu Amorim.
A todos os blasfemos, mas em especial aos dois referidos, muitos parabéns pelo 4º aniversário!
Em 2012 cá estaremos para comemorar o segundo aniversário.
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Terceiro aniversário do Insurgente
Depois de ter problemas técnicos, um dos melhores blogues nacionais, que completou há dias o seu terceiro aniversário, está de regresso às lides blogosféricas.
Discordando da maioria dos pontos de vista que se apresentam no Insurgente (parece que nem no campo do candidato Republicano à Casa Branca nos entendemos, pois nunca li por lá nada em abono de McCain), há, todavia, alguns e determinantes pontos de convergência, como a defesa da Liberdade.
A todos os insurgentes, mas em especial ao André Azevedo Alves, ao Luís Silva e ao Miguel, parabéns por mais um aniversário.
Discordando da maioria dos pontos de vista que se apresentam no Insurgente (parece que nem no campo do candidato Republicano à Casa Branca nos entendemos, pois nunca li por lá nada em abono de McCain), há, todavia, alguns e determinantes pontos de convergência, como a defesa da Liberdade.
A todos os insurgentes, mas em especial ao André Azevedo Alves, ao Luís Silva e ao Miguel, parabéns por mais um aniversário.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
2º aniversário do Corta-Fitas
Praticamente, desde que abriu portas, habituei-me a ler com regularidade o que os autores do Corta-Fitas iam apresentando.
Tendo estabelecido diálogos interessantes, quer com a Isabel quer com o Francisco, em especial em torno da beleza feminina gaulesa em 2007, não deixei de ter um elevada consideração as pertinentes chamadas de realidade do Pedro, sem esquecer as breves mas agradáveis tiradas literárias.
À Isabel, ao Francisco e ao Pedro, bem como a todos os elementos do Corta-Fitas, muitos parabéns pelo segundo aniversário.
A vossa pluralidade é uma riqueza que eu, enquanto leitor, continuo a apreciar, mesmo quando não concordo.
Elegância, decência e convicção são três dos valores que se encontram nos escritos do Corta-Fitas.
Tendo estabelecido diálogos interessantes, quer com a Isabel quer com o Francisco, em especial em torno da beleza feminina gaulesa em 2007, não deixei de ter um elevada consideração as pertinentes chamadas de realidade do Pedro, sem esquecer as breves mas agradáveis tiradas literárias.
À Isabel, ao Francisco e ao Pedro, bem como a todos os elementos do Corta-Fitas, muitos parabéns pelo segundo aniversário.
A vossa pluralidade é uma riqueza que eu, enquanto leitor, continuo a apreciar, mesmo quando não concordo.
Elegância, decência e convicção são três dos valores que se encontram nos escritos do Corta-Fitas.
domingo, 3 de fevereiro de 2008
Um ano de Diplomata
O Diplomata completa hoje o primeiro aniversário.
O Alexandre demonstrou, ao longo do último ano e vai continuar a evidenciar com os seus escritos, como é possível compatibilizar a qualidade da informação com o rigor da análise na blogosfera.
Dando maior protagonismo à política internacional, área em que autor do blogue é perito, a política nacional, a cultura, entre outros, também têm destaque num dos melhores blogues nacionais.
Parabéns Alexandre!
O Alexandre demonstrou, ao longo do último ano e vai continuar a evidenciar com os seus escritos, como é possível compatibilizar a qualidade da informação com o rigor da análise na blogosfera.
Dando maior protagonismo à política internacional, área em que autor do blogue é perito, a política nacional, a cultura, entre outros, também têm destaque num dos melhores blogues nacionais.
Parabéns Alexandre!
sábado, 12 de janeiro de 2008
Patamares de debate
Caro Zé,
Agora consideras que não quis estabelecer um diálogo contigo. Desde o início que perceberas isso, confessas agora. Interessante relato, o que revelas.
Como é óbvio, numa troca de pontos de vista, há pontos convergentes e outros divergentes. É natural que não concordes comigo e eu contigo. Qual o problema? Nenhum. Pelo contrário, se daí advierem circunstâncias que suscitem mais e interessante debate, melhor. Todos saímos a ganhar.
Nunca te quis impor o meu ponto de vista, até porque, mesmo não concordando contigo, respeito a tua opção.
Referias amiúde a questão, que parecia a central do debate, da "renovação". E amiúde questionei, como pode um projecto político, pois não consigo conceber, liderado pela mesma pessoa, com mais de uma década, ser alvo de renovação? Disfarçaste.
Como inúmeros exemplos demonstram, um projecto esgota-se ao fim de determinado período, por diversas razões, que qualquer pessoa facilmente identifica e percebe.
Agora surges com a questão do "escrutínio". O escrutínio será feito no dia 7 de Março, quando os militantes se pronunciarem. Qual é a dúvida científica?
Rematas, depois com:
Entendia que o Carlos estaria num patamar superior onde o entusiasmo pelo debate da Política se sobrepusesse sobre a táctica da política rasteira
Devo dizer-te que não me considero nem estou num patamar superior ou inferior. Nem ando aqui com tácticas rasteiras.
Se és tão apreciador de Teoria Política, devias saber que isso dos patamares superiores são verve leninista. E as tácticas rasteiras só são comuns de quem apenas quer manter a própria sobrevivência à custa de terceiros. Como muito bem sabes, não sou deste escol.
No fundo, e centralizando no campo da Ciência Política, como diria Robert Michels, na abertura do prefácio da sua obra referência acerca dos partidos políticos:
Há pessoas que, sobretudo em coisas de política ou de religião, não conseguem ouvir opiniões diversas da sua sem que o coração lhes comece a palpitar poderosamente. Essas, deixemo-las em paz.
Como consideras que te ataco e te enganaste em relação ao "patamar" em que me vês, provavelmente não "devo estar no teu patamar", não me resta outra solução se não deixar-te em paz.
Agora consideras que não quis estabelecer um diálogo contigo. Desde o início que perceberas isso, confessas agora. Interessante relato, o que revelas.
Como é óbvio, numa troca de pontos de vista, há pontos convergentes e outros divergentes. É natural que não concordes comigo e eu contigo. Qual o problema? Nenhum. Pelo contrário, se daí advierem circunstâncias que suscitem mais e interessante debate, melhor. Todos saímos a ganhar.
Nunca te quis impor o meu ponto de vista, até porque, mesmo não concordando contigo, respeito a tua opção.
Referias amiúde a questão, que parecia a central do debate, da "renovação". E amiúde questionei, como pode um projecto político, pois não consigo conceber, liderado pela mesma pessoa, com mais de uma década, ser alvo de renovação? Disfarçaste.
Como inúmeros exemplos demonstram, um projecto esgota-se ao fim de determinado período, por diversas razões, que qualquer pessoa facilmente identifica e percebe.
Agora surges com a questão do "escrutínio". O escrutínio será feito no dia 7 de Março, quando os militantes se pronunciarem. Qual é a dúvida científica?
Rematas, depois com:
Entendia que o Carlos estaria num patamar superior onde o entusiasmo pelo debate da Política se sobrepusesse sobre a táctica da política rasteira
Devo dizer-te que não me considero nem estou num patamar superior ou inferior. Nem ando aqui com tácticas rasteiras.
Se és tão apreciador de Teoria Política, devias saber que isso dos patamares superiores são verve leninista. E as tácticas rasteiras só são comuns de quem apenas quer manter a própria sobrevivência à custa de terceiros. Como muito bem sabes, não sou deste escol.
No fundo, e centralizando no campo da Ciência Política, como diria Robert Michels, na abertura do prefácio da sua obra referência acerca dos partidos políticos:
Há pessoas que, sobretudo em coisas de política ou de religião, não conseguem ouvir opiniões diversas da sua sem que o coração lhes comece a palpitar poderosamente. Essas, deixemo-las em paz.
Como consideras que te ataco e te enganaste em relação ao "patamar" em que me vês, provavelmente não "devo estar no teu patamar", não me resta outra solução se não deixar-te em paz.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
Blogues
Um final de tarde bastante agradável, com uma despretensiosa conversa acerca de blogues com Raimundo Narciso. Um momento que seguramente se deverá repetir em futuras oportunidades.
Afinal, a blogosfera também existe para além do vitrtual.
Afinal, a blogosfera também existe para além do vitrtual.
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Escrito sem tino
Através deste escrito do Adolfo tomo conhecimento que o André Azevedo Alves, do Insurgente, é "rotulado" por Tiago Mendes de: ultra-conservador, neo-liberal de extrema-direita.
Não partilhando da interpretação e leitura do André na maioria das questões, normalmente estamos em campos distintos e, por vezes, opostos, no que concerne ao papel do Estado - este é um dos pontos nevrálgicos -, penso que o André não deve dar muita importância a quem, sem substância, nem precisão, o 'qualifica' de tanta coisa. Parece ter escapado a "condecoração" de chavista!
Os termos empregues são excessivamente irreflectidos, pois as compatibilidades entre as correntes são abissais. Como é que uma pessoa pode ser ultra-conservador e neoliberal e, ao mesmo tempo, ser de extrema direita? De duas uma, ou não lê o que o André escreve ou inventa.
Enfim, o rol de argumentos apresentados, ou melhor, despejados, sem qualquer sentido nem critério, não merecem mais do que serem desmontados. No caso, com excessiva facilidade.
Infelizmente, é uma situação recorrente, empregar termos sem discernir o seu conteúdo; à qual a blogosfera não é alheia.
Penso que dos 'epítetos' referidos, só o neoliberal acertou. Também, referindo quase tudo, seria difícil não acertar num!
Não partilhando da interpretação e leitura do André na maioria das questões, normalmente estamos em campos distintos e, por vezes, opostos, no que concerne ao papel do Estado - este é um dos pontos nevrálgicos -, penso que o André não deve dar muita importância a quem, sem substância, nem precisão, o 'qualifica' de tanta coisa. Parece ter escapado a "condecoração" de chavista!
Os termos empregues são excessivamente irreflectidos, pois as compatibilidades entre as correntes são abissais. Como é que uma pessoa pode ser ultra-conservador e neoliberal e, ao mesmo tempo, ser de extrema direita? De duas uma, ou não lê o que o André escreve ou inventa.
Enfim, o rol de argumentos apresentados, ou melhor, despejados, sem qualquer sentido nem critério, não merecem mais do que serem desmontados. No caso, com excessiva facilidade.
Infelizmente, é uma situação recorrente, empregar termos sem discernir o seu conteúdo; à qual a blogosfera não é alheia.
Penso que dos 'epítetos' referidos, só o neoliberal acertou. Também, referindo quase tudo, seria difícil não acertar num!
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
Clivagens da blogosfera lusa
É costume observar, com frequência, na blogosfera lusa a clivagem direita/esquerda.
Porém, esta clivagem, no âmbito dos blogues políticos, já não se resume a esta defesa pela esquerda ou direita. Há uma outra clivagem que surge e ganha preponderância, e é mais manifesta em determinados momentos, como se verifica agora.
A clivagem entre europeístas e eurocépticos ganha lugar na blogosfera lusa.
Não é por acaso que vários blogues de esquerda, mesmo sempre grande afinidade com a direita liberal polaca realçaram a vitória desta, enquanto os liberais nacionais, apesar do agrado pela vitória liberal, mais pela corrente que assumem do que propriamente pelos projectos que substanciam, transpiravam um pouco mais de simpatia pelo partido conservador e anti-europeísta dos Kaczinsky.
Aos poucos, começa a consolidar-se a preponderância da clivagem europeísmo e eurocepticismo, só depois se verificando a clivagem esquerda/direita.
Não deixa de ser curioso, ver blogues liberais preferirem o conservadorismo ao liberalismo polaco, não tanto pela questão doutrinária, mas principalmente pela posição europeia.
Mudança dos tempos.
Porém, esta clivagem, no âmbito dos blogues políticos, já não se resume a esta defesa pela esquerda ou direita. Há uma outra clivagem que surge e ganha preponderância, e é mais manifesta em determinados momentos, como se verifica agora.
A clivagem entre europeístas e eurocépticos ganha lugar na blogosfera lusa.
Não é por acaso que vários blogues de esquerda, mesmo sempre grande afinidade com a direita liberal polaca realçaram a vitória desta, enquanto os liberais nacionais, apesar do agrado pela vitória liberal, mais pela corrente que assumem do que propriamente pelos projectos que substanciam, transpiravam um pouco mais de simpatia pelo partido conservador e anti-europeísta dos Kaczinsky.
Aos poucos, começa a consolidar-se a preponderância da clivagem europeísmo e eurocepticismo, só depois se verificando a clivagem esquerda/direita.
Não deixa de ser curioso, ver blogues liberais preferirem o conservadorismo ao liberalismo polaco, não tanto pela questão doutrinária, mas principalmente pela posição europeia.
Mudança dos tempos.
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