O líder da CGTP defendeu ontem, no Porto, que a "diabolização" do sindicalismo é um "erro estratégico profundo", considerando "impensável" obter um quadro de relações laborais eficaz numa "lógica de combate ao sindicalismo e às organizações dos trabalhadores".
Estou totalmente de acordo com o líder da CGTP, quanto ao erro de diabolizar o sindicalismo. Os sindicatos têm um papel relevante em qualquer país, assim sucede se quiserem assumir-se como parte construtiva.
Por isso, lamento que Carvalho da Silva não tenha referido nem condenado a partidarização do sindicalismo português, pois a agenda partidária tem estado em primeiro plano e prioridade da sua Confederação, antes da defesa de melhores condições dos trabalhadores.
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domingo, 30 de março de 2008
quinta-feira, 13 de março de 2008
Fim-de-semana prolongado para alguns
A greve na administração central é realizada no âmbito de uma semana de luta convocada pela Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública (CGTP) e coincide com a realização de uma manifestação.
A CGTP banalizou as manifestações e greves. Sem causas nem razões visíveis, agremiam-se umas pessoas, enquanto outras aproveitam o fim-de-semana prolongado.
Podem na Soeiro Pereira Gomes esfregar as mãos com os resultados das sondagens destes dias. Mas, a continuar assim, não tardará muito a queda, até porque, em termos concretos, nada apresentam, excepto o contra só porque sim.
A CGTP banalizou as manifestações e greves. Sem causas nem razões visíveis, agremiam-se umas pessoas, enquanto outras aproveitam o fim-de-semana prolongado.
Podem na Soeiro Pereira Gomes esfregar as mãos com os resultados das sondagens destes dias. Mas, a continuar assim, não tardará muito a queda, até porque, em termos concretos, nada apresentam, excepto o contra só porque sim.
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Anacronismo
Pois é, Cara Odete,
É confrangedor ver sindicalistas defenderem, neste tempo de alta e complexa competitividade, modelos anacrónicos. Vejo muitos a pedirem direitos, não lhes vejo, em nada, valorizar o que garante os direitos: Formação e Qualificação.
Há quem fala muito do caso de Espanha, mas esquecessem de referir as políticas que González teve de assumir para colocar os nuestros hermanos no patamar de desenvolvimento em que se encontram.
É confrangedor ver sindicalistas defenderem, neste tempo de alta e complexa competitividade, modelos anacrónicos. Vejo muitos a pedirem direitos, não lhes vejo, em nada, valorizar o que garante os direitos: Formação e Qualificação.
Há quem fala muito do caso de Espanha, mas esquecessem de referir as políticas que González teve de assumir para colocar os nuestros hermanos no patamar de desenvolvimento em que se encontram.
O que a CGTP não defende, por isso não assinou
Acordo histórico
Flexisegurança consensual entre parceiros da União Europeia
O documento conjunto dos patrões e sindicatos europeus assume a necessidade de melhorar o direito do trabalho e a protecção dos trabalhadores, nomeadamente promovendo relações de trabalho estáveis, oferecendo segurança adequada aos trabalhadores e respeitando as regras e os direitos sociais europeus.
O braço sindical do PCP não subscreveu um documento estratégico, considerado histórico, por juntar patronado e sindicatos europeus no mesmo objectivo.
Assim, se vê o que não defende a cê-gê-tê-pê.
O braço sindical do PCP ainda tem o pudor de se assumir como defensor dos trabalhadores. Resta saber quais.
Flexisegurança consensual entre parceiros da União Europeia
O documento conjunto dos patrões e sindicatos europeus assume a necessidade de melhorar o direito do trabalho e a protecção dos trabalhadores, nomeadamente promovendo relações de trabalho estáveis, oferecendo segurança adequada aos trabalhadores e respeitando as regras e os direitos sociais europeus.
O braço sindical do PCP não subscreveu um documento estratégico, considerado histórico, por juntar patronado e sindicatos europeus no mesmo objectivo.
Assim, se vê o que não defende a cê-gê-tê-pê.
O braço sindical do PCP ainda tem o pudor de se assumir como defensor dos trabalhadores. Resta saber quais.
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
A lógica da batata
Vejo, via Causa Nossa, a oposição do braço sindical do PCP ao projecto do Tratado Reformador, pois a Carta dos Direitos Fundamentais foi desvalorizada ao ficar em anexo do Tratado Reformador quando antes integrava o corpo do texto.
Antes, o Tratado Constitucional era catalogado pelo braço sindical do PCP de péssimo. Afinal, o Tratado Reformador consegue ser pior do que péssimo.
Sinceramente, não sei como é que certas pessoas só conseguem ter duas leituras: péssimo e mais-que-péssimo.
Entretanto, a defesa de quem trabalha e de quem, estando no desemprego, quer trabalhar, fica para outras alturas.
Assim, se vê, a coerência de da cê-gê-tê-pê.
Antes, o Tratado Constitucional era catalogado pelo braço sindical do PCP de péssimo. Afinal, o Tratado Reformador consegue ser pior do que péssimo.
Sinceramente, não sei como é que certas pessoas só conseguem ter duas leituras: péssimo e mais-que-péssimo.
Entretanto, a defesa de quem trabalha e de quem, estando no desemprego, quer trabalhar, fica para outras alturas.
Assim, se vê, a coerência de da cê-gê-tê-pê.
terça-feira, 16 de outubro de 2007
O que defende o braço sindical do PCP
Não sei se vi no Marquês de Pombal ou no Saldanha um pendão da organização sindical que se deve, doravante, designar por braço sindical do PCP, por ter perdido o seu sentido de organização defensora de uma classe e estar apenas ao serviço da estratégia de um partido político, um apelo a uma manifestação contra a flexigurança, a realizar na quinta-feira, no Parque das Nações, onde decorre o encontro dos Chefes de Estado e de Governo dos 27 Estados-membros da UE.
Uma vez mais, este braço do PCP, tal como o próprio PCP, evidencia a defesa da lógica laboral vigente no segundo quartel do século XX. A mesma que condenaram, na altura, por se tratar de uma ofensiva da classe opressora contra a classe oprimida.
Para o braço sindical do PCP e para o PCP, renovar os direitos laborais, quando estes carecem de adequada adequação face aos tempos actuais, não importa. Tudo o que seja inovação, deve ser desprezado.
O braço sindical do PCP, como o PCP, não querem o Direito ao Trabalho, preferem um modelo, como os próprios, desfasados do tempo presente.
É tempo de patentear o que o braço sindical do PCP e o PCP defendem em termos laborais. Direito ao desemprego, pois ao nada mudar, apenas se está a condenar o futuro dos trabalhadores.
Uma vez mais, este braço do PCP, tal como o próprio PCP, evidencia a defesa da lógica laboral vigente no segundo quartel do século XX. A mesma que condenaram, na altura, por se tratar de uma ofensiva da classe opressora contra a classe oprimida.
Para o braço sindical do PCP e para o PCP, renovar os direitos laborais, quando estes carecem de adequada adequação face aos tempos actuais, não importa. Tudo o que seja inovação, deve ser desprezado.
O braço sindical do PCP, como o PCP, não querem o Direito ao Trabalho, preferem um modelo, como os próprios, desfasados do tempo presente.
É tempo de patentear o que o braço sindical do PCP e o PCP defendem em termos laborais. Direito ao desemprego, pois ao nada mudar, apenas se está a condenar o futuro dos trabalhadores.
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