O reitor de uma universidade iraniana convidou o presidente norte-americano, George W. Bush, a falar para professores e estudantes e responder às suas questões sobre direitos humanos, terrorismo e Holocausto, noticiou a televisão estatal em Teerão, informa a agência Lusa.
O amável convite da Universidade iraniana ao Presidente dos Estados Unidos não assegura, contudo, o que nos Estados Unidos foi garantido ao Presidente iraniano, não ser detido.
A ala mais reaccionária do regime deve querer repetir o "feito" de 1980.
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segunda-feira, 1 de outubro de 2007
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
Das palavras aos actos
O primeiro-ministro da Grã-bretanha, Gordon Brown, pediu uma reunião urgente, ainda para esta quarta-feira, do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), com o propósito de analisar a actual crise na Birmânia.
Faz bem, Gordon Brown, em pedir uma reunião com carácter de urgência do CS da ONU devido à situação da Birmânia.
Depois das palavras do Presidente dos Estados Unidos ontem, vem, hoje, Londres actuar, antes que se repita o massacre de que os birmaneses foram alvo em 1988 por parte da Junta Militar, quando morreram três mil pessoas.
Veremos o que os aliados da Junta Militar birmanesa, e com assento permanente no CS, China e Rússia, farão. Darão protecção à Junta Militar ou assumirão a defesa dos birmaneses?
Faz bem, Gordon Brown, em pedir uma reunião com carácter de urgência do CS da ONU devido à situação da Birmânia.
Depois das palavras do Presidente dos Estados Unidos ontem, vem, hoje, Londres actuar, antes que se repita o massacre de que os birmaneses foram alvo em 1988 por parte da Junta Militar, quando morreram três mil pessoas.
Veremos o que os aliados da Junta Militar birmanesa, e com assento permanente no CS, China e Rússia, farão. Darão protecção à Junta Militar ou assumirão a defesa dos birmaneses?
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Birmânia,
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terça-feira, 25 de setembro de 2007
Boa atitude de Washington
George W. Bush anunciou esta terça-feira, perante o Conselho de Segurança das Nações Unidas, que os EUA vão reforçar as sanções económicas à Birmânia. O presidente norte-americano disse ainda que os EUA estão «indignados» com a situação que se vive no país e com as atitudes da junta militar.
Nunca é tarde para emendar a mão e os Estados Unidos parecem estar, desta vez, apostados a não ser coniventes com a ditadura militar birmanesa.
O regime militar pode estar por fios e a luta de muitas pessoas, por uma país livres, mais perto de alcançar.
Nunca é tarde para emendar a mão e os Estados Unidos parecem estar, desta vez, apostados a não ser coniventes com a ditadura militar birmanesa.
O regime militar pode estar por fios e a luta de muitas pessoas, por uma país livres, mais perto de alcançar.
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
As tergiversações de Teerão
Num dia, um Ministro iraniano avisa os Estados Unidos e Israel de serem alvo de um ataque sem precedentes por parte de Teerão caso haja uma intervenção militar destes Estados no Irão. Noutro momento, e amiúde, o Presidente iraniano indica que o desaparecimento do mapa de Israel está para breve. Agora, o mesmo Presidente diz, nos Estados Unidos, não ter qualquer pretensão de guerra.
Teerão mostra peito feito quando pretende conquistar almas internas, mostra-se cordeiro quando sai da toca.
Talvez no Ocidente, em especial na Europa, as palavras do Ministro dos Negócios Estrangeiros francês merecessem mais atenção. Não porque a guerra seja desejável, que nunca é, mas porque uma ameaça maior pode surgir quando menos se espera.
Este poder político de Teerão não dá quaisquer garantias de segurança, pelos dois pesos e duas medidas que assume.
Teerão mostra peito feito quando pretende conquistar almas internas, mostra-se cordeiro quando sai da toca.
Talvez no Ocidente, em especial na Europa, as palavras do Ministro dos Negócios Estrangeiros francês merecessem mais atenção. Não porque a guerra seja desejável, que nunca é, mas porque uma ameaça maior pode surgir quando menos se espera.
Este poder político de Teerão não dá quaisquer garantias de segurança, pelos dois pesos e duas medidas que assume.
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