A junta militar de Myanmar congratulou-se com o resultado do referendo constitucional no país, após a segunda fase deste acto eleitoral. Segundo os militares, 92 por cento dos eleitores apoiaram a constituição proposta pela junta.
Se os militares autocráticos empregassem as forças do seu contentamento com o resultado do referendo que foi tudo menos democrático na ajuda às vítimas do Nargis, prestariam um serviço melhor ao país.
Pobre Birmânia que continua a ser vítima de uma clique de déspotas apenas interessados em preservar o poder.
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segunda-feira, 26 de maio de 2008
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Alguma sensatez
A junta militar birmanesa aceitou receber o primeiro avião com ajuda humanitária da ONU, disse à TSF um representante da Cruz Vermelha Internacional. A grande preocupação do momento prende-se com a proliferação de doenças no local.
Já não era sem tempo. Ao fim de cinco dias fez-se luz nas mentes dos militares autocratas birmaneses.
Já não era sem tempo. Ao fim de cinco dias fez-se luz nas mentes dos militares autocratas birmaneses.
quarta-feira, 7 de maio de 2008
A indigência da Junta Militar birmanesa
A Birmânia está a poucos dias de referendar a Constituição que os ditadores militares elaboraram. O texto que no sábado o regime ditatorial quer apresentar como garante da era democrática que se quer abrir no país, trata-se, na realidade, de uma nova defesa dos interesses dos poderes autocráticos instalados.
Apesar desta pretensão de iludir os incautos, a prioridade destes dias, na Birmânia não é o falso referendo que a Junta Militar quer celebrar no dia 10, mas o estado calamitoso em que o país se encontra, decorrente da catástrofe natural que há poucos dias assolou a Birmânia.
Já morreram cerca de 25 mil pessoas e encontram-se desaparecidas mais de 40 mil. Ao longo das últimas horas, a Junta Militar procurou, por todos os meios, rejeitar a ajuda das Nações Unidas. Militares que são os responsáveis pela morte de milhares de inocentes, pois em vez de encetarem a evacuação das populações, uma vez que era conhecida a passagem de um forte ciclone pelo país, como os meteorologistas alertaram, disseram às pessoas para se manterem nas suas residências, enquanto o tufão assolava o território.
As notícias que chegam, de pilhagens dos mortos por parte de militares, é mais um e triste episódio da indigência em que se encontra mergulhada uma nação rica, e totalmente dominada por uma classe militar corrupta e irresponsável.
Apesar desta pretensão de iludir os incautos, a prioridade destes dias, na Birmânia não é o falso referendo que a Junta Militar quer celebrar no dia 10, mas o estado calamitoso em que o país se encontra, decorrente da catástrofe natural que há poucos dias assolou a Birmânia.
Já morreram cerca de 25 mil pessoas e encontram-se desaparecidas mais de 40 mil. Ao longo das últimas horas, a Junta Militar procurou, por todos os meios, rejeitar a ajuda das Nações Unidas. Militares que são os responsáveis pela morte de milhares de inocentes, pois em vez de encetarem a evacuação das populações, uma vez que era conhecida a passagem de um forte ciclone pelo país, como os meteorologistas alertaram, disseram às pessoas para se manterem nas suas residências, enquanto o tufão assolava o território.
As notícias que chegam, de pilhagens dos mortos por parte de militares, é mais um e triste episódio da indigência em que se encontra mergulhada uma nação rica, e totalmente dominada por uma classe militar corrupta e irresponsável.
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Só a Coreia do Norte tem um regime democrático melhor
La Junta Militar de Birmania (Myanmar) ha anunciado hoy, tras más de diez años de preparativos, que el próximo 10 de mayo se celebrará el referéndum para someter a aprobación el texto de la Constitución, sobre el que se basará el sistema "democrático vigilado" ...
El partido de Suu Kyi considera que el proyecto constitucional es inaceptable, puesto que estipula que "el poder emana del comandante en jefe, en vez del pueblo como marcan los principios democráticos básicos", y además autoriza a los militares a asumir el poder cuando lo consideren apropiado. ...
Los generales aprobaron en marzo una ley que condena con hasta tres años de cárcel a quienes repartan folletos o carteles en relación con la consulta popular y ha creado equipos de voluntarios para animar a la población a votar a favor del texto constitucional.
El plan de los generales del régimen incluye la celebración de elecciones libres en 2010. Según estipula el proyecto constitucional, a estos comicios no podrá presentarse Suu Kyi por haber estado casada en el pasado con un extranjero.
Os militares birmaneses que dominam o país com mão-de-ferro há décadas devem considerar que estão a implementar a democracia no país. As coordenadas devem ser todas segundo a ultra-democrática Coreia do Norte. Só pode!
El partido de Suu Kyi considera que el proyecto constitucional es inaceptable, puesto que estipula que "el poder emana del comandante en jefe, en vez del pueblo como marcan los principios democráticos básicos", y además autoriza a los militares a asumir el poder cuando lo consideren apropiado. ...
Los generales aprobaron en marzo una ley que condena con hasta tres años de cárcel a quienes repartan folletos o carteles en relación con la consulta popular y ha creado equipos de voluntarios para animar a la población a votar a favor del texto constitucional.
El plan de los generales del régimen incluye la celebración de elecciones libres en 2010. Según estipula el proyecto constitucional, a estos comicios no podrá presentarse Suu Kyi por haber estado casada en el pasado con un extranjero.
Os militares birmaneses que dominam o país com mão-de-ferro há décadas devem considerar que estão a implementar a democracia no país. As coordenadas devem ser todas segundo a ultra-democrática Coreia do Norte. Só pode!
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
A causa quase esquecida da Birmânia
Australia anuncia sanciones económicas contra la Junta Militar de Birmania
De Camberra vem uma posição firme frente à Junta Militar. Pouco tempo depois de se saber que a ASEAN nada fará contra o regime autocrático.
De Camberra vem uma posição firme frente à Junta Militar. Pouco tempo depois de se saber que a ASEAN nada fará contra o regime autocrático.
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
Exigências
El general Than Shwe está dispuesto a mantener un encuentro con la líder de la oposición, Aung San Suu Kyi, que pertenece al partido de la Liga Nacional por la Democracia (LND) si ésta abandona su apoyo a la política occidental de sanciones contra el país
O ditador birmano pode pedir muita coisa e colocar muitos pontos para receber a Prémio Nobel da Paz e defensora da Liberdade na Birmânia, Aund San Suu Kyi, que está em prisão domiciliária por determinação do seu regime autocrático e anacrónico. Não pode, no entanto, esperar que Suu Kyi deixe de lutar pela Democracia no país.
O ditador birmano pode pedir muita coisa e colocar muitos pontos para receber a Prémio Nobel da Paz e defensora da Liberdade na Birmânia, Aund San Suu Kyi, que está em prisão domiciliária por determinação do seu regime autocrático e anacrónico. Não pode, no entanto, esperar que Suu Kyi deixe de lutar pela Democracia no país.
Frontalidade
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, admitiu que os esforços da organização para pôr fim à repressão dos protestos pacíficos na Birmânia não obtiveram os resultados esperados.
Boa atitude do Secretário-Geral da ONU, reconhecendo o falhanço da missão na Birmânia.
É preferível admitir a realidade do que disfarçar insucessos.
Boa atitude do Secretário-Geral da ONU, reconhecendo o falhanço da missão na Birmânia.
É preferível admitir a realidade do que disfarçar insucessos.
terça-feira, 2 de outubro de 2007
Os dois pesos e duas medidas
Um apontamento bem referido por Pedro Correia.
Por onde andam agora os que tanto jeito têm para manifestações e vigílias, quando na Birmânia a Junta Militar derruba todos aqueles que se lhe opõe pacificamente?
Do BE sempre dirão que lhes falta os métodos empregues em Silves e o PCP considerará a Junta Militar um regime que tem libertado o país da opressão capitalista.
Se fossem os Estados Unidos...
Por onde andam agora os que tanto jeito têm para manifestações e vigílias, quando na Birmânia a Junta Militar derruba todos aqueles que se lhe opõe pacificamente?
Do BE sempre dirão que lhes falta os métodos empregues em Silves e o PCP considerará a Junta Militar um regime que tem libertado o país da opressão capitalista.
Se fossem os Estados Unidos...
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
O mesmo diapasão
A Rússia apelou hoje à adopção de “medidas urgentes” para impedir a escalada de violência na Birmânia mas considerou “prematuras” as sanções internacionais contra a Junta militar no poder.
Depois de Pequim, Moscovo segue as pisadas, na protecção do regime birmanês.
De seguir, também, a atitude de países vizinhos da Birmânia para com a Junta Militar, como a Tailândia, pois uma mudança de regime em Myanmar pode provocar um impacto, com o surgimento dos nacionalismos e pretensões independentistas na região.
Depois de Pequim, Moscovo segue as pisadas, na protecção do regime birmanês.
De seguir, também, a atitude de países vizinhos da Birmânia para com a Junta Militar, como a Tailândia, pois uma mudança de regime em Myanmar pode provocar um impacto, com o surgimento dos nacionalismos e pretensões independentistas na região.
Repressão na Birmânia
La Junta Militar birmana ha dado un paso más en el aislamiento del país y ha cortado la conexión a Internet para impedir que salga al exterior información sobre la represión ejercida para frenar las protestas, en las que ya han muerto 15 personas desde el pasado miércoles.
Espera-se que o mundo não desligue da Birmânia, como o poder político e militar birmanês quer desligar-se do mundo.
Espera-se que o mundo não desligue da Birmânia, como o poder político e militar birmanês quer desligar-se do mundo.
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Efeitos benéficos da globalização
El periodismo ciudadano está ganando la batalla a la dictadura más antigua del planeta: los generales que dirigen Myanmar no pueden detener las informaciones que salen del país, todo lo contrario que en las protestas de 1988, cuando la única voz eran las agencias de información que mandaban su información por télex.
Ao contrário de 1988, quando a Junta Militar matou três mil pessoas, por mais que queira, actualmente o regime birmanês tem enormes dificuldades em travar todas as informações que saem do país.
Por acaso algum altermundialista quer pronunciar-se agora contra o mal destes tempos que correm. Ou uma ditadura merece ser conservada, só por que detesta a Liberdade, despreza os Direitos Cívicos e resiste à Globalização?
Ao contrário de 1988, quando a Junta Militar matou três mil pessoas, por mais que queira, actualmente o regime birmanês tem enormes dificuldades em travar todas as informações que saem do país.
Por acaso algum altermundialista quer pronunciar-se agora contra o mal destes tempos que correm. Ou uma ditadura merece ser conservada, só por que detesta a Liberdade, despreza os Direitos Cívicos e resiste à Globalização?
Primeiras mortes na Birmânia
Ontem morreram cinco pessoas, hoje já morreram nove, devido aos protestos pacíficos que a população e monges birmaneses têm mantido nas ruas birmanesas, contra o aumento brutal do preço do petróleo e pela Liberdade.
A Junta Militar já começou a ceifar vidas inocentes. Até quando?
A Junta Militar já começou a ceifar vidas inocentes. Até quando?
Pois...
A China lançou esta quinta-feira um apelo à junta militar birmanesa para que exista moderação em lidar com os monges budistas e civis que participam nas manifestações pró-democracia, no entanto, recusou condenar a actual repressão militar sobre os manifestantes.
A China tem por hábito diplomático não se intrometer e salvaguardar as questões internas de cada país. Porém, não se coíbe de avisar países quanto a quem devem ou não receber.
A China tem por hábito diplomático não se intrometer e salvaguardar as questões internas de cada país. Porém, não se coíbe de avisar países quanto a quem devem ou não receber.
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
Das palavras aos actos
O primeiro-ministro da Grã-bretanha, Gordon Brown, pediu uma reunião urgente, ainda para esta quarta-feira, do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), com o propósito de analisar a actual crise na Birmânia.
Faz bem, Gordon Brown, em pedir uma reunião com carácter de urgência do CS da ONU devido à situação da Birmânia.
Depois das palavras do Presidente dos Estados Unidos ontem, vem, hoje, Londres actuar, antes que se repita o massacre de que os birmaneses foram alvo em 1988 por parte da Junta Militar, quando morreram três mil pessoas.
Veremos o que os aliados da Junta Militar birmanesa, e com assento permanente no CS, China e Rússia, farão. Darão protecção à Junta Militar ou assumirão a defesa dos birmaneses?
Faz bem, Gordon Brown, em pedir uma reunião com carácter de urgência do CS da ONU devido à situação da Birmânia.
Depois das palavras do Presidente dos Estados Unidos ontem, vem, hoje, Londres actuar, antes que se repita o massacre de que os birmaneses foram alvo em 1988 por parte da Junta Militar, quando morreram três mil pessoas.
Veremos o que os aliados da Junta Militar birmanesa, e com assento permanente no CS, China e Rússia, farão. Darão protecção à Junta Militar ou assumirão a defesa dos birmaneses?
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terça-feira, 25 de setembro de 2007
Boa atitude de Washington
George W. Bush anunciou esta terça-feira, perante o Conselho de Segurança das Nações Unidas, que os EUA vão reforçar as sanções económicas à Birmânia. O presidente norte-americano disse ainda que os EUA estão «indignados» com a situação que se vive no país e com as atitudes da junta militar.
Nunca é tarde para emendar a mão e os Estados Unidos parecem estar, desta vez, apostados a não ser coniventes com a ditadura militar birmanesa.
O regime militar pode estar por fios e a luta de muitas pessoas, por uma país livres, mais perto de alcançar.
Nunca é tarde para emendar a mão e os Estados Unidos parecem estar, desta vez, apostados a não ser coniventes com a ditadura militar birmanesa.
O regime militar pode estar por fios e a luta de muitas pessoas, por uma país livres, mais perto de alcançar.
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Será desta que a Junta Militar cai?
Cerca de 30.000 birmaneses, entre os quais 15.000 monges, estão hoje a manifestar-se em Rangum, junto da sede da Liga Nacional para a Democracia (LND), da oposição, segundo testemunhas.
Os protestos pacíficos que se verificam há dias na Birmânia, actualmente denominada de Myanmar, têm vindo a aumentar de dia para dia.
Estará para breve a queda do regime militar?
Espera-se que sim. Assim como a libertação de Aung San Suu Kyi.
Os protestos pacíficos que se verificam há dias na Birmânia, actualmente denominada de Myanmar, têm vindo a aumentar de dia para dia.
Estará para breve a queda do regime militar?
Espera-se que sim. Assim como a libertação de Aung San Suu Kyi.
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