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segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Separatismos

¿Kosovo sí, Kurdistán no?

Um artigo muito interessante de Andrés Ortega.

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Mais vale tarde que nunca

Condoleezza Rice dice en Ankara que EE.UU. considera al PKK una amenaza y actuará en su contra

Resposta tardia de Washington face aos ataques do terrorismo curdo contra a Turquia. Porém, ainda bem que os Estados Unidos emendaram a mão. Resta saber quando e no que se traduzirá a acção contra o terrorismo curdo.

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Separar o trigo do joio

Caro Pedro,
Importa recordar que o caso cipriota podia ter sido resolvido em 2004, poucos dias antes da adesão da ilha à UE, mas o entendimento não mereceu acordo por parte do lado grego da ilha.
Quanto à intervenção da Turquia nas bases do terrorismo curdo no norte do Iraque, não terá legitimidade Ancara para se defender? Ou é legítimo ao terrorismo curdo continuar a ceifar vidas de civis e militares turcos?
E, por referir os curdos, vale a pena sublinhar como estes têm vindo a receber defesa legal na Turquia. Por exemplo, quer a língua quer o líder do PKK, se hoje têm a sua respeitabilidade garantida isso se deve ao rigor e determinação dos padrões da UE que os turcos seguiram.
Manifestar oposição à entrada da Turquia na UE só porque o país, e com toda a legitimidade, se defende de ataques terroristas?
Devemos distinguir o trigo do joio.

terça-feira, 16 de outubro de 2007

A legitimidade turca II

Segundo um dos primeiros artigos do Tratado da NATO, um país-membro que é alvo de ataque tal traduz um ataque aos Estados-membros da Organização.
Ora, os turcos têm sido alvo de ataques terroristas dos curdos. Não só têm legitimidade para se defender como deviam contar com a solidariedade dos outros países da NATO. Os Estados Unidos, tão prontos para certas intervenções, não estão, desta feita, do lado castrense.
Percebe-se o porquê, pois a parte curda do Iraque não tem dado problemas, uma vez que os curdos controlam a área. No entanto, os Estados Unidos, do mesmo modo que estão apostados em combater o terrorismo não se podem esquecer que há uma facção curda terrorista. Facção esta que tem atacado e matado militares e civis turcos.
O documento apresentado pelo Governo turco ao Parlamento deve receber amanhã aprovação esmagadora dos parlamentares turcos, recebendo, portanto, o Executivo de Ancara carta verde para intervir quando tal se justificar.
Pena que os Estados Unidos não pressionem os curdos para combater a facção terrorista que está sedeada no norte do Iraque.
A Turquia tem de se defender... e a NATO devia suportar a postura de Ancara.

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

A legitimidade turca

Washington, que pretende travar a incursão militar turca em solo iraquiano para destruir as bases do terrorismo curdo no norte do Iraque, escusava de ouvir o que Erdogan disse, e bem.
O Primeiro-Ministro turco recordou à Casa Branca que os Estados Unidos decidiram intervir no Iraque sem qualquer "pedido" de intervenção à Turquia, Estado vizinho do Iraque.
Os turcos têm toda a legitimidade para se defender dos sucessivos ataques de que têm sido alvo e têm ceifado várias vidas de militares turcos.
Se Washington não quiser compreender por que assume a Turquia esta postura, pergunte a Israel por que de vez em quando se vê obrigada a intervir fora das suas fronteiras para defender a integridade do país.