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sexta-feira, 29 de agosto de 2008

A ler

hay que evitar tensiones inútiles con Rusia. Pero también debemos intentar que las estrategias para resolver las diferencias y evitar los conflictos no envíen señales de debilidad, especialmente en un momento en el que las interpretaciones triunfalistas del conflicto en Georgia amenazan con alimentar las ilusiones nacionalistas.
¡Qué viejas quedan ahora nuestras recientes obsesiones sobre cuestiones institucionales como el peso de los votos y el tamaño de la Comisión! Ha llegado el momento de que nos tomemos más en serio nuestras responsabilidades estratégicas.
La seguridad es, por supuesto, la dimensión más importante. Debemos estudiar la propuesta del presidente Medvédev para mejorar la arquitectura de la seguridad europea con un espíritu constructivo y abierto que reconozca la aportación concreta de Rusia a nuestra paz y nuestra estabilidad futuras. Pero debemos comprender también que esas discusiones se desarrollarán en paralelo a la ampliación de la OTAN y no la sustituirán de ninguna forma.

Um artigo muito pertinente do ex-Presidente polaco, Aleksander Kwasniewski, com o qual concordo com praticamente todos os pontos referidos.

Uma tese com o seu sentido

Putin acredita que os Estados Unidos provocaram a crise na Geórgia
Suspeito que alguém nos EUA criou especialmente este conflito com o objectivo de tornar a situação mais tensa e criar espaço para que um dos candidatos às presidenciais de Outubro ganhe vantagem sobre o outro”, acrescentou Putin.


A tese apresentada por Putin tem o seu sentido. Nas entrelinhas produzidas nos últimos dias, vai-se constando que houve uma voz norte-americana que sussurrou a Saakashvili para intervir na Ossétia do Sul. Este é um dos pormenores que se tem esquecido e/ou omitido: o que esteve na causa da intervenção georgiana na região rebelde em 7 de Agosto? Está por confirmar.
Quanto à leitura de Putin, não veria tanto a questão presidencial norte-americana como a causa, até porque se for, ele próprio quase que está a fazer campanha por McCain, uma vez que as suas posições são bem propícias para a campanha republicana pegar nas suas declarações e transformá-las como a ameaça do "papão soviético", transformando o Senador do Arizona como o único capaz de travar o avanço do gigante eslavo.
Nesta teoria (da conspiração?) encontro mais sentido e resposta para o que se passou, entretanto, na Polónia. Para a posteridade fica a marca de Bush na Europa e no mundo, com a inauguração de uma nova era militar. Isto é um facto incontornável. A marca desta Administração está firmada. O que esteve tremido deixou, num instante, de estar.
Veremos se o tempo esclarecerá a causa destes tempos crispados.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

O escudo de defesa dos EUA vair ser instalado na Polónia

Después de 18 meses de interminables conversaciones, Washington recibe al fin luz verde para desplegar en territorio polaco diez bases de misiles interceptores, con el objetivo de evitar posibles ataques balísticos provenientes de Irán, según dijo recientemente en Washington Dana Perino, portavoz de la Casa Blanca.
Esta especie de escudo virtual de alta tecnología, que se prevé que esté operativo a partir del año 2012, estará unido a un potente radar que se instalará en la República Checa, país con el que la administración Bush firmó un acuerdo el pasado 8 de julio.


Os EUA surgem como um dos ofendidos pelo que está a suceder no Cáucaso, não tanto como o demagogo Saakashvili, que é quase impossível de bater na sua hipocrisia, mas Washington aproveitou o momento para acelarar a instalação da defesa anti-míssil na Polónia; país que até há poucas semanas contava com um Governo céptico em relação ao acolhimento no seu território do equipamento norte-americano.
Assim, dentro de quatro anos, já deverá estar a funcionar o escud.
Não fosse o conflito do Cáucaso, nem em 2015 os EUA deveriam ter o seu equipamento instalado na Polónia.
Como o fantasma do "papão russo" foi tão útil para Washington!

domingo, 17 de agosto de 2008

Efeitos positivos para Washington do conflito no Cáucaso

O reticente Governo polaco, de Donald Tusk, quanto à instalação de um escudo anti-míssil norte-americano na Polónia, acelerou conversações sobre esta matéria com Washington após o conflito rebentar no Cáucaso.
A iminência de uma ameaça russa - como se essa alguma vez estivesse no horizonte de Moscovo atacar algum membro da NATO, bem como o inverso! - conduziu ao fim das reticências do Executivo polaco. As dúvidas de ontem esboroaram e deram lugar às certezas de hoje. Assim, já há entendimento entre Varsóvia e Washington para acolher a base anti-míssil em território polaco.
Apesar de ser favorável à sua instalação, não vejo, todavia, o momento actual como o melhor para firmar este importante, e delicado, tema.
É importante fazer ver aos russos que eles não são ameaça mas parte da solução. Infelizmente, nestes dias, o entendimento assim não está a ser assumido. O que não é nada bom, para ninguém, a médio prazo.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Outra vez os maninhos polacos

A oposição conservadora polaca, liderada pelos irmãos Kaczynski, ameaça bloquear a ratificação do Tratado de Lisboa, em cuja negociação estive envolvida antes da derrota nas legislativas do último Outono.

O grupo retrógrado polaco, dos gémos Kaczynski, volta a dar que falar, com a chantagenzita de vetar o Tratado de Lisboa no Parlamento.
Os maninhos esquecem-se, inclusive, do que disseram há tempos, do benefício ganho pela Polónia com a adesão à UE. Hoje reclamam uma posição mais próxima de um Hoxa do que de um político com responsabilidades do século XXI.

domingo, 25 de novembro de 2007

Significativa saída de militares do Iraque em 2008

O próximo ano será de viragem, no que à permanência de militares estrangeiros no Iraque diz respeito.
Gordon Brown já anunciou que no próximo ano vários contingentes vão regressar ao Reino Unido. Os Estados Unidos também já deram a entender que vários batalhões regressarão a casa em 2008. Afinal, sendo o ano final do mandato, Bush vai querer deixar uma imagem de uma intervenção bem sucedida, procurando disfarçar o desastre da intervenção.
Para juntar ao "coro" da batida em retirada, os novos Governos da Polónia e Austrália já garantiram que vão retirar todos os militares, cumprindo uma promessa de campanha.
Será que em 2008 o Iraque vai viver um ano de grande mudança, com a saída de milhares de tropas?
Espera-se que a saída de vários milhares de soldados não se traduza numa necessidade de regresso em 2009. Uma factura que sairia demasiado cara à próxima Administração norte-americana e uma factura excessivamente pesada para todos nós.

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Ventos polacos

A Cimeira UE/Rússia deverá correr melhor do que o previsto. Causa? A mudança política em Varsóvia.
Há muito que os polacos eram uma força de bloqueio das relações entre a UE e o gigante eslavo.
Em Bruxelas e Moscovo, como noutros locais, a mudança de domingo foi acolhida com agrado e entusiamo. Isso deve ser patente em Mafra.

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

A pagar a factura da corrupção

Caro Zé,
A esquerda polaca está a pagar uma pesada factura pela governação que se deixou minar pela corrupção. Causa que foi uma das grandes aliadas dos maninhos para chegar ao poder em 2005.
Os nem 15% de votos que a esquerda ontem recolheu são testemunha de que os polacos ainda não vêem na esquerda uma força de alternativa, por isso a disputa do poder se gerar entre a direita reaccionária e a direita liberal.
Como referi anteriormente, ontem, entre o reaccionarismo e o pró-europeísmo, de longe o segundo, por isso considerar uma importante vitória de Tusk para a Polónia e para a Europa, que já admitiu assumir a Carta dos Direitos Fundamentais, ao contrário do ainda Primeiro-Ministro em funções.
Será interessante saber se Varsóvia vai, agora, aproximar-se de Berlim e constituir um novo eixo de desenvolvimento europeu. É bem provável, dadas as relações entre Merkel e Tusk.
Quanto à esquerda, está a pagar a factura de uma governação não muito bem sucedida.

domingo, 21 de outubro de 2007

Mudança política na Polónia

Os liberais ganharam as eleições.
Resta apurar o resultado final, para saber se Tusk tem condições para liderar o Governo.
Uma boa notícia!

sábado, 20 de outubro de 2007

À espera de uma vitória liberal na Polónia

A única força política em condições de colocar fim à postura reaccionária do Governo de Varsóvia.
Oxalá os polacos dêem, nas legislativas de amanhã, o primeiro sinal de mudança, conduzindo o maninho Jaroslaw para fora da função governativa.
A vitória de Tusk seria boa para a Polónia e para a Europa.

domingo, 7 de outubro de 2007

Óbvio

Temo, até, que a aprovação ou não do Tratado Reformador esteja em grande destaque na campanha eleitoral polaca, procurando os maninhos fazer ponto de honra a nível interno que a UE, com eles no poder, respeita a Polónia, pois os dois já conseguiram travar os trabalhos europeus, como os últimos tempos comprovam. Uma atitude eleitoral que pretende validar, no campo nacional, a força e importância dos gémeos polacos à escala europeia (14/09/07)

Segundo o El Pais:

Los líderes polacos, los gemelos Lech y Jaroslaw Kaczynski (presidente y primer ministro, respectivamente), repiten su estrategia de presiones que tan buenos resultados les dio en la cumbre del pasado junio, que aprobó las bases de reforma del Tratado. El Gobierno polaco, en su juego de todo o nada, exige ahora más poder ante el Tribunal de Luxemburgo, más capacidad de bloqueo para aplazar acuerdos que no le satisfagan y capacidad para vetar los créditos del Banco Europeo de Inversiones (BEI).
En el fondo de la batalla están las elecciones polacas del 21 de octubre, tres días después de la cumbre de Lisboa, que debe aprobar el Tratado. Comicios en los que el partido Ley y Justicia, de los gemelos Kaczynski, se juega su permanencia en el poder.


Como seria de esperar, os assuntos europeus surgem como assunto cimeiro na campanha polaca, com os maninhos a fazerem das suas.
Veremos como vão desenrolar-se estes dias, que prometem deixar a Polónia e a UE com os nervos à flor da pele, tal a atitude pouco construtiva deste dupla reaccionária.