segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

E o pai de Emanuel?

Clara Rojas, libertada pelas FARC na quinta-feira, reencontrou-se no domingo com o seu filho após três anos sem o ver. Emmanuel encontrava-se em Bogota depois de ter nascido em cativeiro e de ter sido entregue a uma instituição de bem-estar colombiana.

A história é tocante e foi mais emocionante para a mãe, quando pôde estar, finalmente, com o filho.
Porém, o outro lado da história, isto é, o pai de Emanuel não tem merecido grande atenção. Mas merece ser conhecido.
De acordo com os dados conhecidos, Emanuel é fruto de um relacionamento, consentido, entre Clara Rojas e um elemento das FARC.
Sabendo do relacionamento e do fruto da relação entre o guerrilheiro e a detida, as FARC decidiram executar o pai de Emanuel, por este ter tido uma relação com uma presa, situação que não admitem.
É esta organização, sem pingo de humanismo, que quer deixar de ser considerada terrorista, como defende o Presidente da Venezuela?
As FARC, para serem reconhecidas, têm de abdicar praticamente a tudo o que são, como disse, e bem, o Embaixador francês em Bogotá. Acabar com os raptos, as torturas, as chantagens, a destruição de floresta, traficar de droga, etc, etc...

2 comentários:

Anónimo disse...

As FARC estão a destruir a floresta, então onde é que se escondem?

PCV disse...

"As FARC para serem reconhecidas"?!?!?!?
Reconhecer é recompensar, reconhecer é aplaudir, reconhecer é compactuar...